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9ª QUESTÃO As desigualdades raciais no mercado de trabalho devem ser compreendidas não apenas à luz de aspectos históricos, mas também dos mecanismos contemporâneos de manutenção dos privilégios da população branca em detrimento da população negra. Embora tenha havido avanços significativos na qualificação educacional da população negra, especialmente nas últimas décadas, ainda persistem disparidades em relação aos brancos. Entre 1995-1996 e 2017-2018, a proporção de chefes de família negros com ensino superior completo teve um crescimento acumulado maior do que entre os brancos, indicando uma tentativa de igualdade nos níveis de estudo, embora ainda haja muito a ser alcançado. PRATES, Ian; LIMA, Márcia et al. Desigualdades raciais e de gênero no mercado de trabalho em meio à pandemia. Informativos Desigualdades Raciais e Covid-19, AFROCEBRAP, n° 7, 2021. Com base no contexto apresentado, analise as afirmativas a seguir: I. As desigualdades raciais no mercado de trabalho são exclusivamente resultados de aspectos históricos, como legados da escravidão. II. Nos últimos anos, houve um declínio no ingresso precoce da população negra na força de trabalho e avanços significativos em sua educação formal. III. A proporção de chefes de família negros com ensino superior completo aumentou a uma taxa mais lentamente, em comparação com a população branca. IV. Os mecanismos contemporâneos de manutenção dos privilégios da população branca no mercado de trabalho são totalmente independentes de questões históricas. É CORRETO o que se afirma em: ALTERNATIVAS a) I e II, apenas. b) II e III, apenas. c) II e IV, apenas. d) III e IV, apenas. e) I, II, III e IV.
01. UNICESUMAR

9ª QUESTÃO As desigualdades raciais no mercado de trabalho devem ser compreendidas não apenas à luz de aspectos históricos, mas também dos mecanismos contemporâneos de manutenção dos privilégios da população branca em detrimento da população negra. Embora tenha havido avanços significativos na qualificação educacional da população negra, especialmente nas últimas décadas, ainda persistem disparidades em relação aos brancos. Entre 1995-1996 e 2017-2018, a proporção de chefes de família negros com ensino superior completo teve um crescimento acumulado maior do que entre os brancos, indicando uma tentativa de igualdade nos níveis de estudo, embora ainda haja muito a ser alcançado. PRATES, Ian; LIMA, Márcia et al. Desigualdades raciais e de gênero no mercado de trabalho em meio à pandemia. Informativos Desigualdades Raciais e Covid-19, AFROCEBRAP, n° 7, 2021. Com base no contexto apresentado, analise as afirmativas a seguir: I. As desigualdades raciais no mercado de trabalho são exclusivamente resultados de aspectos históricos, como legados da escravidão. II. Nos últimos anos, houve um declínio no ingresso precoce da população negra na força de trabalho e avanços significativos em sua educação formal. III. A proporção de chefes de família negros com ensino superior completo aumentou a uma taxa mais lentamente, em comparação com a população branca. IV. Os mecanismos contemporâneos de manutenção dos privilégios da população branca no mercado de trabalho são totalmente independentes de questões históricas. É CORRETO o que se afirma em: ALTERNATIVAS a) I e II, apenas. b) II e III, apenas. c) II e IV, apenas. d) III e IV, apenas. e) I, II, III e IV.

Resposta correta: a) I e II, apenas.Comentário: O

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8ª QUESTÃO Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as desigualdades estruturais de raça e gênero continuam sendo uma realidade marcante no Brasil contemporâneo. Essas desigualdades se manifestam de diversas formas, desde disparidades salariais, acesso desigual a oportunidades de emprego e educação e nos índices de homicídios e violência. A desocupação, a subutilização e a informalidade continuam atingindo mais pretos e pardos do que os brancos. Sem contar que as mulheres continuam apresentando rendimentos inferiores aos homens e que o índice de violência é maior entre pretos. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/35467-pessoaspretas-e-pardas-continuam-com-menor-acesso-a-emprego-educacao-seguranca-e-saneamento. Acesso em 01 maio 2024. Sobre a Interseccionalidade entre raça e gênero nas desigualdades estruturais no Brasil, conforme descrito no texto, é correto afirmar: ALTERNATIVAS a) As desigualdades de gênero no Brasil são mais pronunciadas entre as mulheres negras, que enfrentam não apenas discriminação de gênero, mas também racismo estrutural, resultando em maiores dificuldades de acesso ao mercado de trabalho e menores salários. b) A interseccionalidade entre nível de instrução e etnia influencia significativamente as desigualdades estruturais no Brasil, uma vez que outros fatores, como escolaridade e local de residência, são mais determinantes para as oportunidades de emprego. c) As desigualdades raciais no Brasil têm pouco impacto nas oportunidades de emprego para mulheres, uma vez que a discriminação de gênero é o principal fator que influencia a participação das mulheres no mercado de trabalho. d) As mulheres brancas no Brasil enfrentam menos desigualdades de gênero em comparação com as mulheres negras, uma vez que a raça tem um papel secundário na determinação das oportunidades de emprego e salários. e) Os homens brancos são os mais prejudicados pelas desigualdades estruturais no Brasil, uma vez que enfrentam discriminação de gênero e raça, tornando-se o grupo mais vulnerável no mercado de trabalho.
01. UNICESUMAR

8ª QUESTÃO Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as desigualdades estruturais de raça e gênero continuam sendo uma realidade marcante no Brasil contemporâneo. Essas desigualdades se manifestam de diversas formas, desde disparidades salariais, acesso desigual a oportunidades de emprego e educação e nos índices de homicídios e violência. A desocupação, a subutilização e a informalidade continuam atingindo mais pretos e pardos do que os brancos. Sem contar que as mulheres continuam apresentando rendimentos inferiores aos homens e que o índice de violência é maior entre pretos. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/35467-pessoaspretas-e-pardas-continuam-com-menor-acesso-a-emprego-educacao-seguranca-e-saneamento. Acesso em 01 maio 2024. Sobre a Interseccionalidade entre raça e gênero nas desigualdades estruturais no Brasil, conforme descrito no texto, é correto afirmar: ALTERNATIVAS a) As desigualdades de gênero no Brasil são mais pronunciadas entre as mulheres negras, que enfrentam não apenas discriminação de gênero, mas também racismo estrutural, resultando em maiores dificuldades de acesso ao mercado de trabalho e menores salários. b) A interseccionalidade entre nível de instrução e etnia influencia significativamente as desigualdades estruturais no Brasil, uma vez que outros fatores, como escolaridade e local de residência, são mais determinantes para as oportunidades de emprego. c) As desigualdades raciais no Brasil têm pouco impacto nas oportunidades de emprego para mulheres, uma vez que a discriminação de gênero é o principal fator que influencia a participação das mulheres no mercado de trabalho. d) As mulheres brancas no Brasil enfrentam menos desigualdades de gênero em comparação com as mulheres negras, uma vez que a raça tem um papel secundário na determinação das oportunidades de emprego e salários. e) Os homens brancos são os mais prejudicados pelas desigualdades estruturais no Brasil, uma vez que enfrentam discriminação de gênero e raça, tornando-se o grupo mais vulnerável no mercado de trabalho.

Resposta correta: a) As desigualdades de gênero no

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7ª QUESTÃO O trabalho informal no Brasil tem origens antigas. Historicamente, entre senhores e escravos, emergiu uma multidão de desclassificados, inúteis e inadaptados, composta principalmente por pretos, mulatos, índios e mestiços, além de brancos pobres, segregados pela colonização escravocrata. Essa população marginalizada foi excluída do trabalho formal devido à discriminação e ao racismo estrutural, configurando as bases históricas do trabalho informal no país. A informalidade coexiste com a formalização da força de trabalho assalariado, refletindo uma reprodução social das desigualdades raciais. Portanto, a discriminação racial é um dos principais fatores que estruturam o trabalho informal no Brasil. BRASIL, Jacques (2021). Quando desigualdades estruturais se reforçam. ABET. Disponível em: https://abettrabalho.org.br/quando-desigualdades-estruturais-se-reforcam/ Com base no contexto apresentado, a alternativa que melhor resume as razões históricas para a existência do trabalho informal no Brasil, é: ALTERNATIVAS a) A exclusão da população marginalizada do mercado formal de trabalho, como resultado da discriminação racial estrutural e histórica, criou as bases para o trabalho informal, que persiste como forma de reprodução das desigualdades. b) A informalidade no Brasil tem origem na falta de políticas modernas de incentivo ao empreendedorismo, sendo um fenômeno mais recente, ligado ao crescimento das pequenas atividades comerciais sem regulamentação. c) A população marginalizada escolheu permanecer no trabalho informal, pois oferecia mais flexibilidade e liberdade em relação às normas do mercado formal, já que as oportunidades de emprego eram abundantes. d) A informalidade foi um processo natural, derivado da integração pacífica da população negra e indígena ao mercado de trabalho após a abolição da escravidão, sem maiores barreiras impostas pela sociedade. e) O trabalho informal no Brasil é consequência de mudanças recentes nas políticas econômicas e não está relacionado a processos históricos de exclusão ou discriminação racial.
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7ª QUESTÃO O trabalho informal no Brasil tem origens antigas. Historicamente, entre senhores e escravos, emergiu uma multidão de desclassificados, inúteis e inadaptados, composta principalmente por pretos, mulatos, índios e mestiços, além de brancos pobres, segregados pela colonização escravocrata. Essa população marginalizada foi excluída do trabalho formal devido à discriminação e ao racismo estrutural, configurando as bases históricas do trabalho informal no país. A informalidade coexiste com a formalização da força de trabalho assalariado, refletindo uma reprodução social das desigualdades raciais. Portanto, a discriminação racial é um dos principais fatores que estruturam o trabalho informal no Brasil. BRASIL, Jacques (2021). Quando desigualdades estruturais se reforçam. ABET. Disponível em: https://abettrabalho.org.br/quando-desigualdades-estruturais-se-reforcam/ Com base no contexto apresentado, a alternativa que melhor resume as razões históricas para a existência do trabalho informal no Brasil, é: ALTERNATIVAS a) A exclusão da população marginalizada do mercado formal de trabalho, como resultado da discriminação racial estrutural e histórica, criou as bases para o trabalho informal, que persiste como forma de reprodução das desigualdades. b) A informalidade no Brasil tem origem na falta de políticas modernas de incentivo ao empreendedorismo, sendo um fenômeno mais recente, ligado ao crescimento das pequenas atividades comerciais sem regulamentação. c) A população marginalizada escolheu permanecer no trabalho informal, pois oferecia mais flexibilidade e liberdade em relação às normas do mercado formal, já que as oportunidades de emprego eram abundantes. d) A informalidade foi um processo natural, derivado da integração pacífica da população negra e indígena ao mercado de trabalho após a abolição da escravidão, sem maiores barreiras impostas pela sociedade. e) O trabalho informal no Brasil é consequência de mudanças recentes nas políticas econômicas e não está relacionado a processos históricos de exclusão ou discriminação racial.

Resposta correta: a) A exclusão da população marginalizada

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