
Assista o vídeo de orientação sobre o Mapa, que o (a) professor (a) da disciplina gravou como um material extra para você, cujo Link está dentro do Material da disciplina. Também segue link para contribuir com seu acesso: https://www.youtube.com/watch?v=zeHbLMyxVbo
Em caso de dúvidas, entre em contato com seu Professor Mediador. Desejamos a você um excelente trabalho!
CARO ESTUDANTE!
Seja bem-vindo(a) à atividade de MAPA (Material de Avaliação Prática de Aprendizagem) da disciplina de Geologia e Paleontologia
Mapa mental sobre o ciclo das rochas
Caro aluno!
Para essa atividade vamos utilizar o conhecimento obtido em nosso livro e em pesquisas em livros especializados para criar um mapa mental sobre o ciclo das rochas.
As rochas são divididas em três tipos: ígnea, metamórfica e sedimentar. Cada tipo de rocha tem suas próprias características e são classificadas em detrimento do processo de formação. Por exemplo, as rochas ígneas são formadas a partir do resfriamento do magma; as rochas metamórficas são aquelas rochas pré-existentes que passam por mudanças estruturais devido à pressão e/ou temperatura; e as rochas sedimentares são formadas por clastos de rochas preexistentes que são depositados e posteriormente, ao longo de milhões de anos, litificada (Press et al., 2006).
Apesar da simplificação das características destes três grupos de rochas, os processos de formação podem ser complexos e ocorrer mais de uma vez, como por exemplo, o metamorfismo de uma rocha metamórfica ou a formação de uma rocha sedimentar a partir de outra rocha sedimentar (Press et al., 2006). Considerando estas características, é possível observar que há algum tipo de ligação entre essas rochas que podem ser expressas a partir da ideia de um ciclo de formação de rochas (Press et al., 2006).
Então, partindo desse pressuposto, vamos desenvolver um mapa mental que ilustra o ciclo das rochas.
Referência
PRESS, F. et al. Para entender a Terra. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
Etapa 1 – Nesse exercício vamos pesquisar a respeito do ciclo das rochas. Passo a passo:
Pesquisar em livros específicos de geologia, como por exemplo, Press et al., (2006), sobre o ciclo das rochas;
Vamos utilizar algum software de edição, que pode ser o Paint ou Power Point para iniciar a confecção do mapa mental.
Selecione figuras na internet que ilustrem as etapas do ciclo das rochas.
Já no softwares selecionado, faça um círculo maior e alguns círculos menores (ou alguma forma de sua preferência) para identificar as etapas dos processos do ciclo das rochas e ligue estes com linhas e setas indicando a direção do evento. Por exemplo, o magma (coloque uma figura de magma), pode ser expelido para o exterior da terra e solidificar formando a rocha ígnea extrusiva (coloque uma seta indicando o percurso do evento e uma figura de uma rocha ígnea no círculo subsequente). Repita este processo até fechar o ciclo das rochas.

OBS.
Etapa 2 – Descrição
Caro aluno, durante toda a pesquisa, você deve descrever o processo indicado pelas setas e pelas figuras que ilustram os eventos. Por exemplo, na situação relatada anteriormente, você deve explicar, de forma simples, como é e em que condições se deram os processos desde o magma no interior da terra até chegar à superfície, passando pelo resfriamento rápido e identificar qual tipo de rocha foi gerado.
O ciclo das rochas representa as transformações que ocorrem entre os três principais tipos de rochas: ígneas, sedimentares e metamórficas. Esse ciclo acontece lentamente, ao longo do tempo geológico, e mostra que as rochas não permanecem sempre iguais, pois podem ser modificadas por diferentes processos naturais da Terra.
O ciclo pode começar pelo magma, que é o material rochoso em estado fundido encontrado no interior da Terra. Quando esse magma chega à superfície por meio de atividades vulcânicas, ele passa por um resfriamento rápido e se solidifica, formando as rochas ígneas extrusivas, como o basalto. Quando o magma permanece no interior da crosta terrestre e resfria lentamente, forma as rochas ígneas intrusivas, como o granito. Assim, a seta que liga o magma às rochas ígneas representa o processo de resfriamento e solidificação.
Depois de formadas, as rochas podem ficar expostas na superfície terrestre e sofrer a ação do intemperismo, que provoca sua quebra, desgaste ou alteração química. Em seguida, ocorre a erosão e o transporte, quando os fragmentos dessas rochas são levados pela água, pelo vento, pelo gelo ou pela gravidade. Esses fragmentos recebem o nome de sedimentos. Por isso, a seta que liga as rochas aos sedimentos representa o desgaste e o transporte do material rochoso.
Com o passar do tempo, os sedimentos se acumulam em determinadas áreas, como rios, lagos, mares ou oceanos. Após a deposição, esses sedimentos passam pelos processos de compactação e cimentação, ficando unidos e endurecidos. Esse processo é chamado de litificação e dá origem às rochas sedimentares. Portanto, a seta entre sedimentos e rochas sedimentares indica a transformação de materiais soltos em uma rocha consolidada.
As rochas ígneas, sedimentares ou até mesmo outras rochas metamórficas podem ser levadas para regiões mais profundas da crosta terrestre, onde ficam submetidas a altas temperaturas, grande pressão e ação de fluidos. Nessas condições, elas sofrem alterações em sua estrutura e composição, sem derreter completamente. Esse processo é chamado de metamorfismo e forma as rochas metamórficas, como o mármore e o gnaisse.
Por fim, qualquer tipo de rocha, seja ígnea, sedimentar ou metamórfica, pode ser submetida a temperaturas muito elevadas e sofrer fusão, voltando ao estado de magma. Quando isso acontece, o ciclo se reinicia.
Dessa forma, o ciclo das rochas mostra que a Terra está em constante transformação. Uma rocha pode seguir diferentes caminhos: pode se desgastar e formar sedimentos, pode sofrer metamorfismo e se transformar em outra rocha, ou pode derreter e voltar a ser magma. Por isso, esse ciclo não é fixo nem acontece em uma única direção, mas representa a dinâmica natural do planeta ao longo de milhares ou milhões de anos.
Referências
PRESS, Frank et al. Para entender a Terra. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
SANT’ANA, Lucas César Frediani; VIDAL, Luciano da Silva. Geologia e Paleontologia. Maringá: UniCesumar, 2021.


