1)Determinar a capacidade produtiva de uma operação, célula ou planta não é um problema trivial, pois cada elemento possui características que alteram a sua capacidade. Importante não confundir capacidade produtiva com volume de produção: o volume é o que de fato se produz, enquanto a capacidade é o máximo que poderia ser produzido. As medidas mais citadas na literatura são: Capacidade de Projeto (CP), Capacidade Efetiva (CE), Utilização (U) e Eficiência (E). Portanto, associe as medidas de capacidade, relacionadas na Coluna 1, com suas respectivas características, relacionadas na Coluna 2. Coluna 1 1 – Capacidade de Projeto (CP).2 – Capacidade Efetiva (CE). 3 – Utilização (U). 4 – Eficiência (E). Coluna 2 A – O sistema é considerado ideal, sem perdas. Não se consideram setups, manutenções programadas, transporte entre setores e limitações de fluxo. B – Considera as necessidades de processo e perdas programadas (ex.: manutenção e setups), sem tratar restrições de fluxo fabril e tamanho de lotes. C – Considera perdas não programadas e questões de fluxo/lotes. É a razão entre a produção real e a capacidade de projeto. D – É a razão entre a produção real e a capacidade efetiva.

Índice

1)Determinar a capacidade produtiva de uma operação, célula ou planta não é um problema trivial, pois cada elemento possui características que alteram a sua capacidade. Importante não confundir capacidade produtiva com volume de produção: o volume é o que de fato se produz, enquanto a capacidade é o máximo que poderia ser produzido. As medidas mais citadas na literatura são: Capacidade de Projeto (CP), Capacidade Efetiva (CE), Utilização (U) e Eficiência (E). Portanto, associe as medidas de capacidade, relacionadas na Coluna 1, com suas respectivas características, relacionadas na Coluna 2. Coluna 1 1 – Capacidade de Projeto (CP).
2 – Capacidade Efetiva (CE). 3 – Utilização (U). 4 – Eficiência (E). Coluna 2 A – O sistema é considerado ideal, sem perdas. Não se consideram setups, manutenções programadas, transporte entre setores e limitações de fluxo. B – Considera as necessidades de processo e perdas programadas (ex.: manutenção e setups), sem tratar restrições de fluxo fabril e tamanho de lotes. C – Considera perdas não programadas e questões de fluxo/lotes. É a razão entre a produção real e a capacidade de projeto. D – É a razão entre a produção real e a capacidade efetiva.

Alternativas
a) 1-A; 2-B; 3-C; 4-D; 5-E.
b) 1-B; 2-C; 3-D; 4-E; 5-A.
c) 1-C; 2-D; 3-E; 4-A; 5-B.
d) 1-D; 2-E; 3-A; 4-B; 5-C.
e) 1-E; 2-D; 3-C; 4-B; 5-A.

Gabarito:a)
Comentário:CP → A (capacidade “de placa”, sem perdas). CE → B (deduz perdas programadas). U → C (quanto do potencial projetado foi usado: U = Produção real / CP). E → D (quão perto a operação fica da CE: E = Produção real / CE). Obs.: o par “5-E” é irrelevante, pois não há item 5 na Coluna 1.

Resposta Completa da Av2 – Layout Fluxo e Planejamento da Produção

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