Resposta Mapa: Produção do Conhecimento Científico, Tecnológico e Disrupção 53/2025

Índice

Atividade MAPA:

“O lançamento do ChatGPT no final de 2022, como a primeira ferramenta de inteligência artificial generativa (lAGen) de fácil utilização disponibilizada amplamente ao público’ e seguida por versões iterativas mais sofisticadas, gerou uma comoção ao redor do mundo e está impulsionando a corrida entre grandes empresas de tecnologia para se posicionarem no campo de desenvolvimento de modelos de lAGen. […]

De fato, a lAGen tem uma infinidade de usos possíveis. Ela pode automatizar o processamento de informações e a apresentação de resultados em todas as principais representações simbólicas do pensamento humano. Além disso, ela possibilita a entrega de resultados, fornecendo produtos de conhecimento semiacabados. Ao libertar os humanos de algumas categorias de habilidades de pensamento de nível inferior, essa nova geração de ferramentas de lA pode ter implicações profundas para a compreensão da inteligência humana e da aprendizagem”.

Fonte: ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA EDUCAÇÃO, A CIÊNCIA E A CULTURA (UNESCO).Guia para IA generativa na educação e na pesquisa. Paris, 2024, p. 07. Disponível em: https://www.unesco.org/pt/articles/guia-para-ia-generativa-na-educacao-e-na-pesquisa. Acesso em: 05 jun. 2025.

As ferramentas de IA generativa são um exemplo de como o avanço da tecnologia pode influenciar diretamente na produção do conhecimento científico. Diante disso, a partir de uma investigação prática das tecnologias presentes no cotidiano e seus impactos sociais, éticos e ambientais, esse MAPA propõe uma análise crítica entre ciência, tecnologia e sociedade. 

Para tanto, você deve escolher uma tecnologia amplamente utilizada no cotidiano da área do seu curso e elaborar um texto dissertativo-argumentativo, de 20 a 25 linhas, contendo as seguintes informações:

1. Qual ciência por trás dessa tecnologia (como ela surgiu);

2. Quais os atores sociais envolvidos no seu desenvolvimento e implantação (usuários, desenvolvedores, governos, empresas, etc.);

3. Quais os benefícios sociais, culturais ou econômicos promovidos por ela;

4. Quais os riscos, controvérsias ou desigualdades gerados por essa tecnologia;

5. Como diferentes grupos sociais são afetados (positiva ou negativamente) por essa tecnologia.

6. Faça uma análise crítica sobre o uso e os impactos da tecnologia escolhida na produção do conhecimento científico.

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O geoprocessamento é uma tecnologia que se fundamenta na ciência da computação e na cartografia, tendo suas origens na década de 1960 com o desenvolvimento dos primeiros Sistemas de Informação Geográfica (SIG), como o CGIS no Canadá.

Diversos atores sociais estão envolvidos em sua evolução: pesquisadores, universidades, empresas de tecnologia como ESRI e AWS, governos, ONGs e usuários finais como urbanistas, geógrafos e gestores públicos. Essa rede colaborativa impulsionou a popularização do geoprocessamento, tornando-o essencial na análise ambiental, urbana e social.

Os benefícios são amplos: socialmente, permite identificar áreas vulneráveis e planejar políticas públicas mais eficazes; culturalmente, contribui para o reconhecimento de territórios tradicionais, como comunidades quilombolas, por meio do etnomapeamento; economicamente, otimiza recursos em setores como agricultura, infraestrutura e saúde.

Grupos sociais são afetados de forma distinta: populações vulneráveis podem ser beneficiadas por diagnósticos mais precisos, mas também correm o risco de serem estigmatizadas ou negligenciadas se os dados forem mal interpretados. Já empresas e governos se beneficiam da eficiência e da capacidade de monitoramento em larga escala.

A análise crítica do geoprocessamento na produção científica revela que, embora seja uma ferramenta poderosa, seu uso exige responsabilidade epistemológica. É preciso integrar saberes técnicos e populares, garantir acesso equitativo aos dados e promover uma ciência geográfica comprometida com a justiça socioespacial.

Resposta completa do Mapa Produção do Conhecimento Científico, Tecnológico e Disrupção do módulo 53/2025

REFERÊNCIAS

CAMELO, S. Geoprocessamento na agricultura: especialista explica os impactos dessa prática. Sensix Blog, 2024. Disponível em: https://blog.sensix.ag/geoprocessamento-na-agricultura-especialista-explica-os-impactos-dessa-pratica/. Acesso em: 22 jul. 2025.

CHIESA, A. M.; WESTPHAL, M. F.; KASHIWAGI, N. M. Geoprocessamento e a promoção da saúde: desigualdades sociais e ambientais em São Paulo. Revista de Saúde Pública, v. 36, n. 5, p. 559–567, out. 2002. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rsp/a/4DbyqZJK5hj544XJdf8mRWK/. Acesso em: 22 jul. 2025.

GEOINOVA. A história e o futuro do geoprocessamento. GeoInova, 2023. Disponível em: https://geoinova.com.br/a-historia-e-o-futuro-do-geoprocessamento/. Acesso em: 22 jul. 2025.

GIMENEZ; L. M.; LOHMANN, M. Geoprocessamento Aplicado à Identificação de Vulnerabilidade Socioambiental: O Caso Dos Municípios De Rolândia E Ibiporã. In: Simpósio Nacional de Geografia e Gestão Territorial, 1. Anais […]. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, [s.d.].

RIBEIRO, E. W. et al. Produção do conhecimento científico, tecnológico e disrupção. Florianópolis: Arqué, 2023.

RIBEIRO, M. F. A contribuição do geoprocessamento à análise da qualidade de vida em escala local. Geo UERJ, n. 9, p. 71, 2001.

SILVA, G. C; SANTOS, J. de O. Geoprocessamento aplicado à análise de vulnerabilidade socioambiental do baixo curso do rio Maranguapinho – Fortaleza – CE. 2019. 86 f. Monografia (Bacharelado em Geografia) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2019. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/52208. Acesso em: 22 jul. 2025.

TONONBITTI, M. et al. Geoprocessamento aplicado na gestão pública municipal. Revista Ifes Ciência, Colatina, v. 5, n. 1, p. 1-30, fev. 2021. Disponível em: https://repositorio.ifes.edu.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/1053/Artigo%20biblioteca.pdf?sequence=1. Acesso em: 22 jul. 2025.

VICTORIA, D. C. et al. Geoprocessamento. In: EMBRAPA. Introdução ao geoprocessamento: princípios básicos e aplicação. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente, 2007. p. 156–171. Disponível em: https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/988070/1/Cap.6.pdf. Acesso em: 22 jul. 2025.

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