







| Acadêmico: Normas Acadêmicas | R.A. | |
| Curso: Nutrição | ||
| Disciplina: Imunologia | ||
| Valor da atividade: 3,5 | Prazo:30/11 | |
Instruções para Realização da Atividade
- Todos os campos acima deverão ser devidamente preenchidos;
- É obrigatória a utilização deste formulário para a realização do MAPA;
- Esta é uma atividade individual. Caso identificado cópia de colegas, o trabalho de ambos sofrerá decréscimo de nota;
- Utilizando este formulário, realize sua atividade, salve em seu computador, renomeie (MAPA – IMUNOLOGIA) e envie em forma de anexo no ambiente Studeo (M.A.P.A);
- Formatação exigida para esta atividade: documento Word ou pdf, Fonte Arial ou Times New Roman tamanho 12, Espaçamento entre linhas 1,5, texto justificado;
- Formatar todo o trabalho, perguntas e respostas;
- Não é necessário apagar nada;
- Ao utilizar quaisquer materiais de pesquisa referencie conforme as normas da ABNT; (Existe um material sobre referências e citações conforme a ABNT disponível em: Arquivos Gerais no ambiente Studeo); incluir as referências bibliográficas no final da atividade;
- Na Sala do Café do ambiente virtual da disciplina você encontrará orientações importantes para elaboração desta atividade. Confira!
- Critérios de avaliação: utilização do template; atendimento ao tema; constituição dos argumentos e organização das ideias; correção gramatical e atendimento às normas ABNT.
- Procure argumentar de forma clara e objetiva, de acordo com o conteúdo da disciplina;
- O formato da atividade a ser enviada pode ser em pdf ou docx.
Em caso de dúvidas, entre em contato com seu Professor Mediador.
Bons estudos!
O que são doenças autoimunes? Como se desenvolve o diabetes mellitus tipo 1? Em qual linha de defesa da imunidade inata a microbiota se enquadra? Qual a relação da disbiose com a modulação intestinal? Qual seus impactos na melhora das doenças autoimunes.
O diabetes tipo 1 é um tipo de doença autoimune que ataca as células do pâncreas, sendo causado por gatilhos genéticos e ambientais, e sua prevalência tem aumentado nas últimas décadas. A complexidade dessa doença sublinha a importância de uma abordagem integrada, que reconheça não apenas os sintomas, mas também as causas subjacentes, como a disbiose intestinal, que pode estar na raiz da quebra da tolerância imunológica. O entendimento da microbiota intestinal e da modulação intestinal abre novas perspectivas para o tratamento, sugerindo que a restauração do equilíbrio interno é fundamental para o manejo eficaz dessas e de outras doenças autoimunes.
Imagine que você é um Nutricionista que trabalha em uma clínica multiprofissional voltada para o atendimento de pacientes com distúrbios gastrointestinais. O médico da clínica recebeu João, 25 anos, foi diagnosticado recentemente com diabetes tipo 1. Diante do caso, o médico realizou algumas orientações ao paciente e o encaminhou para você, a Nutricionista da clínica, para realizar as orientações nutricionais associadas a patologia e prescrição da conduta dietoterápica adequada ao caso clínico. O médico também ressaltou a importância de controlar a disbiose intestinal, inclusive sugerindo técnicas de modulação intestinal.
Com base nos conhecimentos e estudos adquiridos no decorrer da Disciplina de imunologia, consegue identificar quais reações imunológicas estão envolvidas no desenvolvimento da doença autoimune? Já está pensando quais seriam as possíveis orientações nutricionais adequadas para o paciente que apresenta tal patologia? Qual a importância do tratamento da disbiose e sua relação com a modulação intestinal.
O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune onde o sistema imunológico ataca e destrói as células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina. Neste caso, a microbiota intestinal desempenha um papel fundamental. Acredita-se que um desequilíbrio na composição bacteriana do intestino (disbiose) possa contribuir para o desenvolvimento e a exacerbação dessas doenças. A microbiota atua como uma barreira, protegendo a mucosa intestinal e modulando a resposta imune. Quando essa barreira é comprometida, antígenos e patógenos podem atravessar a parede intestinal, desencadeando uma resposta inflamatória exacerbada. Para o tratamento e controle dessas patologias, a modulação intestinal é uma estratégia essencial. Ela busca restaurar o equilíbrio da microbiota e fortalecer a integridade da barreira intestinal por meio de intervenções nutricionais, como o uso de probióticos, prebióticos e uma dieta rica em fibras, para reduzir a inflamação sistêmica e melhorar o funcionamento do organismo.
Com todas as informações expostas acima, é hora de agir! Pensando que você é o Nutricionista da clínica multiprofissional comentada acima, imagine que o paciente indicado pelo médico está em sua sala para realizar a primeira consulta. Diante do diagnóstico recente, o mesmo apresenta muitas dúvidas a respeito da patologia, as possíveis causas, qual o mecanismo imunológico envolvido, bem como a relação da disbiose com a modulação intestinal e seus impactos na melhora das doenças autoimunes.
Com este objetivo, você deverá analisar, pesquisar e descrever, a seguir, as respostas para os questionamentos levantados por seu paciente.
a. DEFINA doença autoimune.
Doença autoimune é uma condição em que o sistema imunológico passa a reconhecer componentes do próprio organismo como estranhos e os ataca, gerando produção de autoanticorpos e/ou respostas celulares auto reativas que causam inflamação, lesão tecidual e disfunção do órgão afetado (Pinheiro, 2025).
b. EXPLIQUE as bases autoimunes do diabetes mellitus tipo 1.
Bases autoimunes do DM1 (diabetes mellitus tipo 1):
1. Autoimunidade contra células beta
O sistema imunológico identifica erroneamente as células beta como invasoras.
– Linfócitos T citotóxicos infiltram o pâncreas e destroem essas células.
– Isso leva à deficiência absoluta de insulina.
2. Presença de autoanticorpos
Antes mesmo dos sintomas, o corpo pode produzir anticorpos contra componentes das células beta:
– Anti-GAD (glutamato descarboxilase)
– Anti-IA2 (tirosina fosfatase)
– Anti-insulina
– Anti-ZnT8 (transportador de zinco)
Esses autoanticorpos são marcadores importantes para diagnóstico precoce e risco em familiares.
3. Fatores genéticos
– Certos genes do sistema HLA (principalmente HLA-DR3 e HLA-DR4) aumentam a predisposição ao DM1.
– A genética não determina, mas aumenta o risco de desenvolver a doença.
4. Fatores ambientais
– Infecções virais (como enterovírus) podem desencadear a resposta autoimune.
– Exposição precoce a certos alimentos ou falta de aleitamento materno também são investigados como possíveis gatilhos.
c. DETERMINE em qual de linha de defesa da imunidade inata a microbiota atua.
A microbiota intestinal integra a barreira biológica (uma das barreiras físicas/biológicas da primeira linha de defesa) da imunidade inata, protegendo contra colonização por patógenos, modulando sinais imunes locais e contribuindo para a maturação e regulação das respostas inatas (Delves, 2024).
d. RELACIONE a melhora da disbiose frente as estratégias de modulação intestinal.
A melhora da disbiose intestinal está diretamente relacionada à aplicação de estratégias de modulação intestinal, como o uso de prebióticos, probióticos, dieta rica em fibras e redução de alimentos ultraprocessados. Essas intervenções restauram o equilíbrio da microbiota, fortalecem a barreira intestinal e reduzem inflamações sistêmicas.
Estratégias de modulação intestinal e seus efeitos na disbiose:
A disbiose intestinal é caracterizada por um desequilíbrio na composição da microbiota, com redução de bactérias benéficas e aumento de patógenos. Isso compromete a integridade da mucosa intestinal, favorece inflamações e está associado a diversas doenças metabólicas e imunológicas.
As principais estratégias de modulação intestinal incluem:
1. Probióticos
– São microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefícios à saúde.
– Efeito: restauram a diversidade microbiana, competem com patógenos e modulam a resposta imune.
2. Prebióticos
– Substâncias não digeríveis (como fibras solúveis) que estimulam o crescimento de bactérias benéficas.
– Efeito: aumentam a produção de ácidos graxos de cadeia curta (como butirato), que nutrem os enterócitos e reduzem inflamações.
3. Dieta rica em fibras e alimentos fermentados
– Frutas, vegetais, grãos integrais e alimentos como kefir e iogurte natural promovem a saúde da microbiota.
– Efeito: favorecem o crescimento de Lactobacillus e Bifidobacterium, melhorando a barreira intestinal.
4. Redução de alimentos ultraprocessados e açúcares refinados
– Esses alimentos favorecem o crescimento de microrganismos patogênicos e aumentam a permeabilidade intestinal.
– Efeito: sua exclusão ajuda a reequilibrar a microbiota e reduzir marcadores inflamatórios.
5. Uso racional de antibióticos
– O uso excessivo ou inadequado de antibióticos é uma das principais causas de disbiose.
– Efeito: evitar antibióticos desnecessários preserva a diversidade microbiana.
REFERÊNCIAS
BESSON, Jean Carlos Fernando. Imunologia. Maringá – PR: Unicesumar, 2021.
DELVES, Peter J. Imunidade inata. MSD Manuals, 2024. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/casa/doen%C3%A7as-imunol%C3%B3gicas/biologia-do-sistema-imunol%C3%B3gico/imunidade-inata. Acesso em: 5 nov. 2025.
PINHEIRO, Pedro. Doenças autoimunes: o que são, causas e sintomas. MD Saúde, 2025. Disponível em: https://www.mdsaude.com/doencas-autoimunes/doenca-autoimune/. Acesso em: 5 nov. 2025.
SILVA, Maria Elizabeth Rossi da; MORY, Denise; Davini, Elaine. Marcadores genéticos e auto-imunes do diabetes melito tipo 1: da teoria para a prática. Arquivos Brasileiros Endocrinologia Metabologia, v. 52, n. 2, mar. 2008. Disponível em: https://www.scielo.br/j/abem/a/pXsTpdtJcZV7dQy5rQHk9cc/?format=html&lang=pt. Acesso em: 5 nov. 2025.
PARA AUXILIÁ-LO NA RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES, UTILIZE OS SEGUINTES MATERIAIS COMPLEMENTARES:
– ALIMENTAÇÃO E MODULAÇÃO INTESTINAL –
https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/16339/13363
– O IMPACTO DA DISBIOSE INTESTINAL NA SAÚDE METABÓLICA E IMUNOLÓGICA
– https://reer.emnuvens.com.br/reer/article/view/845/447
ORIENTAÇÕES PARA ELABORAR E ENVIAR A ATIVIDADE MAPA:
Sobre o arquivo a ser enviado:
> Utilize o formulário padrão para realização do MAPA disponível em > Material da Disciplina.
> O arquivo deve ser enviado exclusivamente pelo seu Studeo no campo “MAPA” desta disciplina. Toda e qualquer outra forma de entrega deste Modelo de Resposta MAPA não é considerada. Apenas formato PDF e DOC-x são aceitos.
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Bons estudos.
![1) O paciente J.S.C., 56 anos, está internado na UTI após complicações com o infarto agudo do miocárdio. Como se encontra intubado e sob ventilação mecânica, é necessário acompanhar os parâmetros ventilatórios e químicos do paciente. Para isso, amostras de sangue arterial são coletadas e analisadas no exame de gasometria. No último exame, os resultados foram pH = 7,27; pCO2 = 18 mmHg; pO2 = 81 mmHg; sO2 = 95%; [HCO3-] = 8 mM. Baseado nos resultados do último exame de gasometria do paciente J.S.C., assinale a alternativa correta. ________________________________________ Alternativas: • a) O paciente J.S.C. apresenta um quadro de alcalemia, em um processo de alcalose metabólica, pois a produção de ácido láctico durante o infarto agudo do miocárdio induziu uma produção excessiva de íon bicarbonato. • b) Devido à acidemia e à hipocapnia, a equipe interpretou o quadro do paciente como acidose respiratória. Para corrigir esse desequilíbrio ácido-base, a frequência respiratória do paciente foi reduzida para aumentar a pCO2. • c) A equipe interpretou os resultados da gasometria como um processo de alcalose respiratória, pois o paciente apresenta reduções da pCO2 e da concentração plasmática de íons bicarbonato. • d) Com o infarto agudo do miocárdio, houve um consumo do CO2 para neutralizar o excesso de ácido láctico produzido pelo miocárdio em anóxia. Por isso, a redução de pCO2 presente na gasometria. • e) Baseando-se nos resultados da gasometria, a equipe interpretou que o paciente apresentava um quadro de acidose metabólica, como pode ser visto pelas reduções da pCO2 e da [HCO3-]. 2) As proteínas são polímeros lineares construídos a partir de unidades monoméricas chamadas de aminoácidos, os quais são unidos ponta a ponta. A sequência dos aminoácidos ligados uns aos outros é chamada de estrutura primária. De maneira notável, as proteínas se dobram espontaneamente em estruturas tridimensionais, determinadas pela sequência de aminoácidos no polímero proteico. A estrutura tridimensional formada pelas pontes de hidrogênio entre os aminoácidos próximos uns dos outros é chamada de estrutura secundária, enquanto a estrutura terciária é formada por interações de longa distância entre os aminoácidos. A função da proteína depende diretamente desta estrutura tridimensional. Portanto, as proteínas são a personificação da transição de um mundo unidimensional de sequências para um mundo tridimensional de moléculas capazes de realizar diversas funções. Muitas proteínas têm estruturas quaternárias, em que a proteína funcional é composta por várias cadeias polipeptídicas. Considerando o texto da questão, analise as seguintes afirmativas: I - A estrutura primária não determina o padrão de dobramento da proteína. II - Nas estruturas terciária e quaternária, as proteínas são funcionais. III - A estrutura tridimensional independe das interações entre os aminoácidos. Considerando as informações apresentadas, é correto o que se afirma em: ________________________________________ Alternativas: • a) I, apenas. • b) II, apenas. • c) III, apenas. • d) I e III, apenas. • e) I, II e III. 3) Os monossacarídeos ou açúcares simples são as menores unidades de açúcar que não podem ser hidrolisadas em carboidratos mais simples. Os monossacarídeos, compostos de função orgânica mista, são constituídos por um esqueleto carbônico de 3 a 7 carbonos. A seguir, uma ilustração da estrutura de dois monossacarídeos. Fonte: elaborado pelo autor. Com base nas informações do texto e da figura, além dos seus conhecimentos sobre o assunto, assinale a alternativa correta. ________________________________________ Alternativas: • a) O monossacarídeo A tem 5 átomos de carbono no esqueleto carbônico e o grupo químico aldoxila. Por isso, o monossacarídeo A é classificado como pentose e aldose. • b) O monossacarídeo B possui 6 carbonos na sua estrutura carbônica e a função orgânica é aldeído. Por isso, o monossacarídeo B é classificado como hexose e aldose. • c) O monossacarídeo A e o monossacarídeo B são hexoses, porém o primeiro é uma aldose, enquanto o segundo é uma cetose. • d) O grupo químico destacado pelo círculo no monossacarídeo A é uma carboxila, por isso, esse açúcar é ácido, um tipo modificado encontrado nos glicosaminoglicanos. • e) O monossacarídeo A e o monossacarídeo B são hexoses, porém o primeiro é uma cetose, enquanto o segundo é uma aldose. 4) Após a fosforilação da glicose, em uma reação catalisada pela enzima hexocinase, a glicose-6-fosfato pode ser utilizada por várias vias metabólicas, como a glicogênese, a oxidação pela via da pentose-fosfato e oxidação pela glicólise. Esta última é a primeira etapa da oxidação completa da glicose para a produção de energia, sendo as duas outras etapas, a oxidação do piruvato e o ciclo do ácido cítrico. A glicólise tem duas fases, a preparatória e de pagamento. Em relação à glicólise, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I. A glicólise é um conjunto de reações químicas que ocorre apenas nas células eucarióticas e em condições exclusivamente aeróbicas. Na fase preparatória da glicólise, são formadas duas moléculas de ATP, além dos elétrons resultantes da oxidação que são transferidos para formar NADPH. Na fase de pagamento, ocorre gasto de energia para clivagem da glicose para formação de duas moléculas de piruvato. PORQUE II. As reações químicas da glicólise ocorrem no citosol, não necessitando das mitocôndrias nem de oxigênio, por isso essa via metabólica é encontrada em todos os seres vivos, de bactérias aos seres humanos. Na fase preparatória, são usadas duas moléculas de ATP para fosforilação e, portanto, há gasto de energia. Na fase de pagamento, ocorrem a formação de ATP e a transferência de elétrons para NAD+ para formação de NADH. A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta. ________________________________________ Alternativas: • a) As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas II não justifica a I. • b) As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II justifica a I. • c) A asserção I é uma proposição falsa e a II, verdadeira. • d) A asserção I é uma proposição verdadeira e a II, falsa. • e) As asserções I e II são proposições falsas. 5) Na fosforilação oxidativa, as reações de oxirredução possibilitam o fluxo de elétrons de NADH e FADH2 para o oxigênio. O fluxo de elétrons ocorre em quatro grandes complexos proteicos que estão inseridos na membrana interna da mitocôndria e juntos são denominados cadeia respiratória ou cadeia de transporte de elétrons. Três desses complexos proteicos utilizam a energia liberada pelo fluxo de elétrons para gerar um gradiente de pH e um potencial elétrico transmembrana que, por sua vez, geram a força próton-motriz. Essa força gera um fluxo de prótons, cuja energia é utilizada para formação de ATP. Portanto, a oxidação das fontes energéticas e a fosforilação do ADP para formar ATP são acopladas por um gradiente de prótons através da membrana mitocondrial interna. Considerando as informações apresentadas e os seus conhecimentos sobre o assunto, é correto o que se afirma em: ________________________________________ Alternativas: • a) NADH transfere os seus elétrons para os Complexos I, III e IV, enquanto FADH2 transfere seus elétrons para Complexo II. A partir desses complexos proteicos, os elétrons, após a ativação das bombas de prótons, são transferidos para o gás oxigênio. • b) O gás oxigênio é considerado o aceptor final de elétrons, pois neutraliza os elétrons no final da cadeia respiratória. Porém, em uma situação de anóxia, a ubiquinona e o citocromo c podem atuar como aceptores finais de elétrons para a continuidade da fosforilação oxidativa. • c) O fluxo de elétrons pela cadeia respiratória gera um gradiente eletroquímico de prótons através da membrana interna da mitocôndria que, por sua vez, gera um fluxo de prótons cuja energia é utilizada pela ATP-sintase para a formação de ATP. • d) A atividade de bombas de prótons dos Complexos I, III e IV depende da energia fornecida pelo ATP. Com isso, os elétrons são bombeados para a matriz mitocondrial, para reagirem com o gás oxigênio para a formação da água. • e) O fluxo de elétrons gera um gradiente de pH transmembrana, porém não há diferenças de concentração de prótons entre o espaço intermembranoso e a matriz mitocondrial. Por isso, a força próton-motriz é baixa para a produção de ATP.](https://normasacademicas.com/wp-content/uploads/2025/12/CAPA-25-300x214.png)

