As infecções de pele e tecidos moles por Streptococcus pyogenes variam de leves a invasivas. Conhecer fatores de virulência e o comportamento invasivo é crucial. Fonte: OPLUSTIL, C. P. et al. Procedimentos básicos em microbiologia clínica. 4. ed. São Paulo: Sarvier, 2020. Alternativas O diagnóstico laboratorial baseia-se exclusivamente na sorologia, pois a cultura não é útil em lesões cutâneas. A produção de coagulase é um importante fator de virulência de S. pyogenes nas infecções cutâneas. S. pyogenes é bactéria gram-negativa e aeróbica obrigatória, comum em ambientes hospitalares. S. pyogenes causa apenas infecções superficiais, como impetigo, e não está associado a formas invasivas. A presença da proteína M e toxinas pirogênicas estão associadas à gravidade de infecções como erisipela e fasciite necrosante.

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Gabarito: Alternativa 5.


Comentário: A proteína M confere resistência à fagocitose e favorece adesão, enquanto as toxinas pirogênicas (superantígenos) estão ligadas a quadros graves e invasivos. Cultura a partir de material de lesão é útil; sorologia não é exclusiva. Coagulase é característica de Staphylococcus aureus, e S. pyogenes é Gram-positivo beta-hemolítico, podendo causar fasciite necrosante.

RESPOSTA COMPLETA: ATIVIDADE 2 – MICROBIOLOGIA CLINICA – 53/2025

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