10ª QUESTÃO O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) destaca a necessidade de reconhecer as diversas formas de desigualdade e discriminação que afetam os diferentes indivíduos no Brasil, incluindo os transgêneros. Para garantir a efetivação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no país, é fundamental promover a igualdade de gênero em todas as suas interseções, considerando aspectos como orientação sexual, raça, etnia, idade, deficiência, entre outros. Nesse sentido, a Lei n. 11.340, de 07/08/2006, incorpora o conceito de violência baseada na discriminação de gênero e deve ser aplicada para proteger todas as identidades. Dessa forma, a coibição da violência sexual e do feminicídio se mostra crucial no Brasil, especialmente para a comunidade transgênero, que enfrenta altos índices de exploração sexual e crimes violentos. ABRANTES, Fábio Eduardo Biazon. Inclusão do transgênero por meio da intervenção do Estado brasileiro sobre o domínio econômico. Dissertação (Mestrado em Direito Negocial) - Universidade Estadual de Londrina, 2022. De acordo com o texto, uma das principais medidas para coibir a violência contra a população transgênero no Brasil, é: ALTERNATIVAS a) A adoção de políticas públicas exclusivas para mulheres e meninas. b) A implementação de programas de conscientização sobre igualdade de gênero. c) A criação de leis específicas para crimes cometidos contra a comunidade LGBTQIA+. d) A incorporação do conceito de violência baseada na discriminação de gênero pela Lei Maria da Penha. e) O estabelecimento de quotas de emprego para pessoas transgênero em empresas públicas e privadas.
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10ª QUESTÃO O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) destaca a necessidade de reconhecer as diversas formas de desigualdade e discriminação que afetam os diferentes indivíduos no Brasil, incluindo os transgêneros. Para garantir a efetivação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no país, é fundamental promover a igualdade de gênero em todas as suas interseções, considerando aspectos como orientação sexual, raça, etnia, idade, deficiência, entre outros. Nesse sentido, a Lei n. 11.340, de 07/08/2006, incorpora o conceito de violência baseada na discriminação de gênero e deve ser aplicada para proteger todas as identidades. Dessa forma, a coibição da violência sexual e do feminicídio se mostra crucial no Brasil, especialmente para a comunidade transgênero, que enfrenta altos índices de exploração sexual e crimes violentos. ABRANTES, Fábio Eduardo Biazon. Inclusão do transgênero por meio da intervenção do Estado brasileiro sobre o domínio econômico. Dissertação (Mestrado em Direito Negocial) – Universidade Estadual de Londrina, 2022. De acordo com o texto, uma das principais medidas para coibir a violência contra a população transgênero no Brasil, é: ALTERNATIVAS a) A adoção de políticas públicas exclusivas para mulheres e meninas. b) A implementação de programas de conscientização sobre igualdade de gênero. c) A criação de leis específicas para crimes cometidos contra a comunidade LGBTQIA+. d) A incorporação do conceito de violência baseada na discriminação de gênero pela Lei Maria da Penha. e) O estabelecimento de quotas de emprego para pessoas transgênero em empresas públicas e privadas.

Resposta correta: d) A incorporação do conceito de violência baseada na discriminação de gênero pela Lei Maria da Penha.Comentário: O

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9ª QUESTÃO As desigualdades raciais no mercado de trabalho devem ser compreendidas não apenas à luz de aspectos históricos, mas também dos mecanismos contemporâneos de manutenção dos privilégios da população branca em detrimento da população negra. Embora tenha havido avanços significativos na qualificação educacional da população negra, especialmente nas últimas décadas, ainda persistem disparidades em relação aos brancos. Entre 1995-1996 e 2017-2018, a proporção de chefes de família negros com ensino superior completo teve um crescimento acumulado maior do que entre os brancos, indicando uma tentativa de igualdade nos níveis de estudo, embora ainda haja muito a ser alcançado. PRATES, Ian; LIMA, Márcia et al. Desigualdades raciais e de gênero no mercado de trabalho em meio à pandemia. Informativos Desigualdades Raciais e Covid-19, AFROCEBRAP, n° 7, 2021. Com base no contexto apresentado, analise as afirmativas a seguir: I. As desigualdades raciais no mercado de trabalho são exclusivamente resultados de aspectos históricos, como legados da escravidão. II. Nos últimos anos, houve um declínio no ingresso precoce da população negra na força de trabalho e avanços significativos em sua educação formal. III. A proporção de chefes de família negros com ensino superior completo aumentou a uma taxa mais lentamente, em comparação com a população branca. IV. Os mecanismos contemporâneos de manutenção dos privilégios da população branca no mercado de trabalho são totalmente independentes de questões históricas. É CORRETO o que se afirma em: ALTERNATIVAS a) I e II, apenas. b) II e III, apenas. c) II e IV, apenas. d) III e IV, apenas. e) I, II, III e IV.
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9ª QUESTÃO As desigualdades raciais no mercado de trabalho devem ser compreendidas não apenas à luz de aspectos históricos, mas também dos mecanismos contemporâneos de manutenção dos privilégios da população branca em detrimento da população negra. Embora tenha havido avanços significativos na qualificação educacional da população negra, especialmente nas últimas décadas, ainda persistem disparidades em relação aos brancos. Entre 1995-1996 e 2017-2018, a proporção de chefes de família negros com ensino superior completo teve um crescimento acumulado maior do que entre os brancos, indicando uma tentativa de igualdade nos níveis de estudo, embora ainda haja muito a ser alcançado. PRATES, Ian; LIMA, Márcia et al. Desigualdades raciais e de gênero no mercado de trabalho em meio à pandemia. Informativos Desigualdades Raciais e Covid-19, AFROCEBRAP, n° 7, 2021. Com base no contexto apresentado, analise as afirmativas a seguir: I. As desigualdades raciais no mercado de trabalho são exclusivamente resultados de aspectos históricos, como legados da escravidão. II. Nos últimos anos, houve um declínio no ingresso precoce da população negra na força de trabalho e avanços significativos em sua educação formal. III. A proporção de chefes de família negros com ensino superior completo aumentou a uma taxa mais lentamente, em comparação com a população branca. IV. Os mecanismos contemporâneos de manutenção dos privilégios da população branca no mercado de trabalho são totalmente independentes de questões históricas. É CORRETO o que se afirma em: ALTERNATIVAS a) I e II, apenas. b) II e III, apenas. c) II e IV, apenas. d) III e IV, apenas. e) I, II, III e IV.

Resposta correta: a) I e II, apenas.Comentário: O item II é verdadeiro (houve redução do ingresso precoce e avanços educacionais

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8ª QUESTÃO Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as desigualdades estruturais de raça e gênero continuam sendo uma realidade marcante no Brasil contemporâneo. Essas desigualdades se manifestam de diversas formas, desde disparidades salariais, acesso desigual a oportunidades de emprego e educação e nos índices de homicídios e violência. A desocupação, a subutilização e a informalidade continuam atingindo mais pretos e pardos do que os brancos. Sem contar que as mulheres continuam apresentando rendimentos inferiores aos homens e que o índice de violência é maior entre pretos. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/35467-pessoaspretas-e-pardas-continuam-com-menor-acesso-a-emprego-educacao-seguranca-e-saneamento. Acesso em 01 maio 2024. Sobre a Interseccionalidade entre raça e gênero nas desigualdades estruturais no Brasil, conforme descrito no texto, é correto afirmar: ALTERNATIVAS a) As desigualdades de gênero no Brasil são mais pronunciadas entre as mulheres negras, que enfrentam não apenas discriminação de gênero, mas também racismo estrutural, resultando em maiores dificuldades de acesso ao mercado de trabalho e menores salários. b) A interseccionalidade entre nível de instrução e etnia influencia significativamente as desigualdades estruturais no Brasil, uma vez que outros fatores, como escolaridade e local de residência, são mais determinantes para as oportunidades de emprego. c) As desigualdades raciais no Brasil têm pouco impacto nas oportunidades de emprego para mulheres, uma vez que a discriminação de gênero é o principal fator que influencia a participação das mulheres no mercado de trabalho. d) As mulheres brancas no Brasil enfrentam menos desigualdades de gênero em comparação com as mulheres negras, uma vez que a raça tem um papel secundário na determinação das oportunidades de emprego e salários. e) Os homens brancos são os mais prejudicados pelas desigualdades estruturais no Brasil, uma vez que enfrentam discriminação de gênero e raça, tornando-se o grupo mais vulnerável no mercado de trabalho.
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8ª QUESTÃO Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as desigualdades estruturais de raça e gênero continuam sendo uma realidade marcante no Brasil contemporâneo. Essas desigualdades se manifestam de diversas formas, desde disparidades salariais, acesso desigual a oportunidades de emprego e educação e nos índices de homicídios e violência. A desocupação, a subutilização e a informalidade continuam atingindo mais pretos e pardos do que os brancos. Sem contar que as mulheres continuam apresentando rendimentos inferiores aos homens e que o índice de violência é maior entre pretos. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/35467-pessoaspretas-e-pardas-continuam-com-menor-acesso-a-emprego-educacao-seguranca-e-saneamento. Acesso em 01 maio 2024. Sobre a Interseccionalidade entre raça e gênero nas desigualdades estruturais no Brasil, conforme descrito no texto, é correto afirmar: ALTERNATIVAS a) As desigualdades de gênero no Brasil são mais pronunciadas entre as mulheres negras, que enfrentam não apenas discriminação de gênero, mas também racismo estrutural, resultando em maiores dificuldades de acesso ao mercado de trabalho e menores salários. b) A interseccionalidade entre nível de instrução e etnia influencia significativamente as desigualdades estruturais no Brasil, uma vez que outros fatores, como escolaridade e local de residência, são mais determinantes para as oportunidades de emprego. c) As desigualdades raciais no Brasil têm pouco impacto nas oportunidades de emprego para mulheres, uma vez que a discriminação de gênero é o principal fator que influencia a participação das mulheres no mercado de trabalho. d) As mulheres brancas no Brasil enfrentam menos desigualdades de gênero em comparação com as mulheres negras, uma vez que a raça tem um papel secundário na determinação das oportunidades de emprego e salários. e) Os homens brancos são os mais prejudicados pelas desigualdades estruturais no Brasil, uma vez que enfrentam discriminação de gênero e raça, tornando-se o grupo mais vulnerável no mercado de trabalho.

Resposta correta: a) As desigualdades de gênero no Brasil são mais pronunciadas entre as mulheres negras, que enfrentam não apenas

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7ª QUESTÃO O trabalho informal no Brasil tem origens antigas. Historicamente, entre senhores e escravos, emergiu uma multidão de desclassificados, inúteis e inadaptados, composta principalmente por pretos, mulatos, índios e mestiços, além de brancos pobres, segregados pela colonização escravocrata. Essa população marginalizada foi excluída do trabalho formal devido à discriminação e ao racismo estrutural, configurando as bases históricas do trabalho informal no país. A informalidade coexiste com a formalização da força de trabalho assalariado, refletindo uma reprodução social das desigualdades raciais. Portanto, a discriminação racial é um dos principais fatores que estruturam o trabalho informal no Brasil. BRASIL, Jacques (2021). Quando desigualdades estruturais se reforçam. ABET. Disponível em: https://abettrabalho.org.br/quando-desigualdades-estruturais-se-reforcam/ Com base no contexto apresentado, a alternativa que melhor resume as razões históricas para a existência do trabalho informal no Brasil, é: ALTERNATIVAS a) A exclusão da população marginalizada do mercado formal de trabalho, como resultado da discriminação racial estrutural e histórica, criou as bases para o trabalho informal, que persiste como forma de reprodução das desigualdades. b) A informalidade no Brasil tem origem na falta de políticas modernas de incentivo ao empreendedorismo, sendo um fenômeno mais recente, ligado ao crescimento das pequenas atividades comerciais sem regulamentação. c) A população marginalizada escolheu permanecer no trabalho informal, pois oferecia mais flexibilidade e liberdade em relação às normas do mercado formal, já que as oportunidades de emprego eram abundantes. d) A informalidade foi um processo natural, derivado da integração pacífica da população negra e indígena ao mercado de trabalho após a abolição da escravidão, sem maiores barreiras impostas pela sociedade. e) O trabalho informal no Brasil é consequência de mudanças recentes nas políticas econômicas e não está relacionado a processos históricos de exclusão ou discriminação racial.
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7ª QUESTÃO O trabalho informal no Brasil tem origens antigas. Historicamente, entre senhores e escravos, emergiu uma multidão de desclassificados, inúteis e inadaptados, composta principalmente por pretos, mulatos, índios e mestiços, além de brancos pobres, segregados pela colonização escravocrata. Essa população marginalizada foi excluída do trabalho formal devido à discriminação e ao racismo estrutural, configurando as bases históricas do trabalho informal no país. A informalidade coexiste com a formalização da força de trabalho assalariado, refletindo uma reprodução social das desigualdades raciais. Portanto, a discriminação racial é um dos principais fatores que estruturam o trabalho informal no Brasil. BRASIL, Jacques (2021). Quando desigualdades estruturais se reforçam. ABET. Disponível em: https://abettrabalho.org.br/quando-desigualdades-estruturais-se-reforcam/ Com base no contexto apresentado, a alternativa que melhor resume as razões históricas para a existência do trabalho informal no Brasil, é: ALTERNATIVAS a) A exclusão da população marginalizada do mercado formal de trabalho, como resultado da discriminação racial estrutural e histórica, criou as bases para o trabalho informal, que persiste como forma de reprodução das desigualdades. b) A informalidade no Brasil tem origem na falta de políticas modernas de incentivo ao empreendedorismo, sendo um fenômeno mais recente, ligado ao crescimento das pequenas atividades comerciais sem regulamentação. c) A população marginalizada escolheu permanecer no trabalho informal, pois oferecia mais flexibilidade e liberdade em relação às normas do mercado formal, já que as oportunidades de emprego eram abundantes. d) A informalidade foi um processo natural, derivado da integração pacífica da população negra e indígena ao mercado de trabalho após a abolição da escravidão, sem maiores barreiras impostas pela sociedade. e) O trabalho informal no Brasil é consequência de mudanças recentes nas políticas econômicas e não está relacionado a processos históricos de exclusão ou discriminação racial.

Resposta correta: a) A exclusão da população marginalizada do mercado formal de trabalho, como resultado da discriminação racial estrutural e

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6ª QUESTÃO Texto I Dados do Dossiê 2021 sobre Mortes e Violências contra LGBTI+ no Brasil indicam que, entre 2000 e 2021, mais de 5.300 pessoas LGBTI+ perderam suas vidas em decorrência da intolerância e violência motivada pelo preconceito, grande parte delas sendo transexuais e travestis. O relatório também sugere que as políticas públicas voltadas para essas populações são insuficientes e mal implementadas, agravando ainda mais sua vulnerabilidade social. Mortes e violências contra LGBTI+ no Brasil: Dossiê 2021 / Acontece Arte e Política LGBTI+; ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais); ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos). – Florianópolis, SC: Acontece, ANTRA, ABGLT, 2022. Case Joana é uma mulher transexual que, desde a sua adolescência, enfrentou discriminação e violência por não se enquadrar nas normas da sociedade cisnormativa. Ao buscar emprego, Joana percebeu que, apesar de ter boas qualificações, as portas do mercado formal estavam constantemente fechadas para ela. Muitas vezes, ela sequer conseguia ser entrevistada, e as poucas oportunidades que lhe surgiram eram em condições precárias e de subemprego. Essa realidade fez com que Joana fosse forçada a buscar alternativas na economia informal, onde também vivenciou situações de vulnerabilidade. Além das dificuldades no trabalho, Joana também enfrentou discriminação em serviços públicos de saúde e educação, onde sua identidade de gênero não era respeitada, reforçando a exclusão social que ela e muitas outras pessoas trans e travestis enfrentam no Brasil. Considerando o caso de Joana e os dados apresentados no texto-base, qual das alternativas a seguir melhor reflete as desigualdades estruturais enfrentadas por transexuais e travestis no Brasil? ALTERNATIVAS a) A violência e marginalização contra transexuais e travestis no Brasil podem ser comparadas de forma direta às experimentadas por outros grupos minoritários, como pessoas com deficiência, já que todos compartilham as mesmas causas de vulnerabilidade. b) As desigualdades enfrentadas por transexuais e travestis no Brasil são consequência direta da transfobia estrutural, que restringe o acesso a direitos básicos como saúde, educação e trabalho, perpetuando a violência e a exclusão social. c) As políticas públicas no Brasil têm sido eficazes na inclusão de transexuais e travestis, o que se reflete no aumento de oportunidades iguais no mercado de trabalho e na proteção jurídica contra a discriminação. d) A discriminação contra transexuais e travestis no Brasil tem diminuído significativamente, especialmente após a criação de políticas que garantem a igualdade de oportunidades no mercado de trabalho. e) As dificuldades enfrentadas por transexuais e travestis no Brasil são principalmente resultado de sua falta de qualificação profissional, que limita suas oportunidades de emprego e ascensão social.
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6ª QUESTÃO Texto I Dados do Dossiê 2021 sobre Mortes e Violências contra LGBTI+ no Brasil indicam que, entre 2000 e 2021, mais de 5.300 pessoas LGBTI+ perderam suas vidas em decorrência da intolerância e violência motivada pelo preconceito, grande parte delas sendo transexuais e travestis. O relatório também sugere que as políticas públicas voltadas para essas populações são insuficientes e mal implementadas, agravando ainda mais sua vulnerabilidade social. Mortes e violências contra LGBTI+ no Brasil: Dossiê 2021 / Acontece Arte e Política LGBTI+; ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais); ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos). – Florianópolis, SC: Acontece, ANTRA, ABGLT, 2022. Case Joana é uma mulher transexual que, desde a sua adolescência, enfrentou discriminação e violência por não se enquadrar nas normas da sociedade cisnormativa. Ao buscar emprego, Joana percebeu que, apesar de ter boas qualificações, as portas do mercado formal estavam constantemente fechadas para ela. Muitas vezes, ela sequer conseguia ser entrevistada, e as poucas oportunidades que lhe surgiram eram em condições precárias e de subemprego. Essa realidade fez com que Joana fosse forçada a buscar alternativas na economia informal, onde também vivenciou situações de vulnerabilidade. Além das dificuldades no trabalho, Joana também enfrentou discriminação em serviços públicos de saúde e educação, onde sua identidade de gênero não era respeitada, reforçando a exclusão social que ela e muitas outras pessoas trans e travestis enfrentam no Brasil. Considerando o caso de Joana e os dados apresentados no texto-base, qual das alternativas a seguir melhor reflete as desigualdades estruturais enfrentadas por transexuais e travestis no Brasil? ALTERNATIVAS a) A violência e marginalização contra transexuais e travestis no Brasil podem ser comparadas de forma direta às experimentadas por outros grupos minoritários, como pessoas com deficiência, já que todos compartilham as mesmas causas de vulnerabilidade. b) As desigualdades enfrentadas por transexuais e travestis no Brasil são consequência direta da transfobia estrutural, que restringe o acesso a direitos básicos como saúde, educação e trabalho, perpetuando a violência e a exclusão social. c) As políticas públicas no Brasil têm sido eficazes na inclusão de transexuais e travestis, o que se reflete no aumento de oportunidades iguais no mercado de trabalho e na proteção jurídica contra a discriminação. d) A discriminação contra transexuais e travestis no Brasil tem diminuído significativamente, especialmente após a criação de políticas que garantem a igualdade de oportunidades no mercado de trabalho. e) As dificuldades enfrentadas por transexuais e travestis no Brasil são principalmente resultado de sua falta de qualificação profissional, que limita suas oportunidades de emprego e ascensão social.

Resposta correta: b) As desigualdades enfrentadas por transexuais e travestis no Brasil são consequência direta da transfobia estrutural, que restringe

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5ª QUESTÃO Tendo em vista a relação entre desigualdade econômica e racismo, apontando que o trabalho informal é duplamente discriminado devido ao racismo sistemático. Os negros foram impedidos de ingressar no mercado formal durante a transição da escravidão para o trabalho livre, sendo segregados para as margens do capitalismo emergente e das áreas urbanas. BRASIL, Jacques (2021). Quando as desigualdades estruturais se reforçam. ABET. Disponível em: https://abet-trabalho.org.br/quando-desigualdades-estruturais-se-reforcam/ Com base no texto de Jacques Brasil (2021), que discute a relação entre desigualdade econômica e racismo no Brasil, e considerando o impacto histórico e estrutural dessas questões no mercado de trabalho, é correto afirmar: ALTERNATIVAS a) O trabalho informal foi uma escolha de muitos negros que, após a abolição, preferiram permanecer fora do mercado formal por questões culturais e de autonomia econômica. b) A marginalização dos negros no mercado de trabalho decorre de fatores recentes, ligados à globalização e à informalização do trabalho, sem grande relação com o período pós-escravidão. c) O racismo sistemático resultou na exclusão da população negra do mercado formal, relegando-a a empregos informais e precarizados desde a transição da escravidão para o trabalho livre. d) O racismo sistemático, embora presente em outros setores da sociedade, teve impacto reduzido no mercado de trabalho formal brasileiro, especialmente após a abolição da escravatura. e) Durante a transição da escravidão para o trabalho livre, o Estado brasileiro garantiu políticas que visavam a inclusão da população negra no mercado formal, o que minimizou o impacto do racismo na estrutura econômica.
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5ª QUESTÃO Tendo em vista a relação entre desigualdade econômica e racismo, apontando que o trabalho informal é duplamente discriminado devido ao racismo sistemático. Os negros foram impedidos de ingressar no mercado formal durante a transição da escravidão para o trabalho livre, sendo segregados para as margens do capitalismo emergente e das áreas urbanas. BRASIL, Jacques (2021). Quando as desigualdades estruturais se reforçam. ABET. Disponível em: https://abet-trabalho.org.br/quando-desigualdades-estruturais-se-reforcam/ Com base no texto de Jacques Brasil (2021), que discute a relação entre desigualdade econômica e racismo no Brasil, e considerando o impacto histórico e estrutural dessas questões no mercado de trabalho, é correto afirmar: ALTERNATIVAS a) O trabalho informal foi uma escolha de muitos negros que, após a abolição, preferiram permanecer fora do mercado formal por questões culturais e de autonomia econômica. b) A marginalização dos negros no mercado de trabalho decorre de fatores recentes, ligados à globalização e à informalização do trabalho, sem grande relação com o período pós-escravidão. c) O racismo sistemático resultou na exclusão da população negra do mercado formal, relegando-a a empregos informais e precarizados desde a transição da escravidão para o trabalho livre. d) O racismo sistemático, embora presente em outros setores da sociedade, teve impacto reduzido no mercado de trabalho formal brasileiro, especialmente após a abolição da escravatura. e) Durante a transição da escravidão para o trabalho livre, o Estado brasileiro garantiu políticas que visavam a inclusão da população negra no mercado formal, o que minimizou o impacto do racismo na estrutura econômica.

Resposta correta: c) O racismo sistemático resultou na exclusão da população negra do mercado formal, relegando-a a empregos informais e

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4ª QUESTÃO A identidade do transgênero emerge da subversão de uma matriz cultural binária e heteronormativa, sujeita a discriminação e violência. Apesar disso, a Organização das Nações Unidas (ONU), ao desenvolver os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) para a Agenda 2030, não incluiu explicitamente os direitos da comunidade LGBTQIA+ no quinto objetivo, embora tenha promovido a igualdade de gênero. No entanto, o Brasil, como Estado democrático de direito, deve comprometer-se com a inclusão e promoção dos direitos transgêneros, conforme sua competência constitucional. ABRANTES, Fábio Eduardo Biazon. Inclusão do transgênero por meio da intervenção do Estado brasileiro sobre o domínio econômico. Dissertação (Mestrado em Direito Negocial) - Universidade Estadual de Londrina, 2022. Com base no texto apresentado, a principal proposta para promover avanços nos direitos da população transgênero, é: ALTERNATIVAS a) Inclusão do termo transgênero nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. b) Intervenção do Estado na formulação de políticas públicas específicas para a comunidade LGBTQIA+. c) Implementação de programas de conscientização sobre os direitos e desafios enfrentados pela comunidade transgênero. d) Realização de estudos documentais e análises estatísticas para compreender as necessidades da população transgênero. e) Criação de normas promocionais, como certificação pública, para incentivar a inclusão de transgêneros no mercado de trabalho.
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4ª QUESTÃO A identidade do transgênero emerge da subversão de uma matriz cultural binária e heteronormativa, sujeita a discriminação e violência. Apesar disso, a Organização das Nações Unidas (ONU), ao desenvolver os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) para a Agenda 2030, não incluiu explicitamente os direitos da comunidade LGBTQIA+ no quinto objetivo, embora tenha promovido a igualdade de gênero. No entanto, o Brasil, como Estado democrático de direito, deve comprometer-se com a inclusão e promoção dos direitos transgêneros, conforme sua competência constitucional. ABRANTES, Fábio Eduardo Biazon. Inclusão do transgênero por meio da intervenção do Estado brasileiro sobre o domínio econômico. Dissertação (Mestrado em Direito Negocial) – Universidade Estadual de Londrina, 2022. Com base no texto apresentado, a principal proposta para promover avanços nos direitos da população transgênero, é: ALTERNATIVAS a) Inclusão do termo transgênero nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. b) Intervenção do Estado na formulação de políticas públicas específicas para a comunidade LGBTQIA+. c) Implementação de programas de conscientização sobre os direitos e desafios enfrentados pela comunidade transgênero. d) Realização de estudos documentais e análises estatísticas para compreender as necessidades da população transgênero. e) Criação de normas promocionais, como certificação pública, para incentivar a inclusão de transgêneros no mercado de trabalho.

Resposta correta: e) Criação de normas promocionais, como certificação pública, para incentivar a inclusão de transgêneros no mercado de trabalho.Comentário:

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3ª QUESTÃO Texto I Carlos mora em uma área periférica de uma grande metrópole brasileira. Apesar de trabalhar em dois empregos, sua renda não é suficiente para tirar sua família da extrema pobreza. A comunidade onde ele vive é marcada por falta de infraestrutura, saneamento básico inadequado e habitações precárias. As enchentes, frequentes na região, tornam a vida ainda mais difícil, danificando as poucas posses da família. Além disso, o acesso a serviços de saúde e educação é limitado, o que reforça a exclusão da população que vive nessa área. A urbanização desordenada, sem planejamento adequado, agrava os riscos socioambientais, deixando os moradores das áreas periféricas expostos a desastres naturais e a condições de vida insalubres. Texto II Com base na publicação "Síntese de Indicadores Sociais", divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2022, que apresenta informações sobre a realidade social brasileira, é possível observar a ampliação das desigualdades sociais no país. O aumento da extrema pobreza em todas as Grandes Regiões, juntamente com o índice de Gini elevado, coloca o Brasil entre os países mais desiguais do mundo. Além disso, a urbanização desigual contribui para o agravamento de problemas socioambientais, especialmente nas áreas periféricas das cidades, marcadas pela exclusão e segregação socioespacial. Adaptado de Enade (2023). Com base no caso apresentado e nos dados da publicação "Síntese de Indicadores Sociais", divulgada pelo IBGE em 2022, qual das alternativas a seguir melhor explica a relação entre o perfil da população atingida pelas desigualdades sociais nas cidades e os riscos socioambientais? ALTERNATIVAS a) A urbanização desordenada e a falta de planejamento adequado nas periferias urbanas deixam as populações de baixa renda expostas a riscos socioambientais, como enchentes e falta de saneamento, agravando as desigualdades sociais. b) A pobreza extrema nas regiões urbanas brasileiras é resultado exclusivo da falta de oportunidades de emprego formal, sendo que os riscos socioambientais não têm relação direta com as condições de vida dessas populações. c) As populações de baixa renda das áreas periféricas das cidades não são afetadas de maneira significativa pelos riscos socioambientais, pois recebem suporte adequado de políticas governamentais em situações de emergência. d) As áreas periféricas, onde residem as populações de menor renda, sofrem mais com desastres naturais porque as políticas públicas de urbanização priorizam essas regiões para investimentos em infraestrutura. e) A urbanização desigual no Brasil tem se mostrado benéfica para as áreas periféricas, pois permite o crescimento econômico e a expansão de novas áreas residenciais com acesso a serviços básicos.
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3ª QUESTÃO Texto I Carlos mora em uma área periférica de uma grande metrópole brasileira. Apesar de trabalhar em dois empregos, sua renda não é suficiente para tirar sua família da extrema pobreza. A comunidade onde ele vive é marcada por falta de infraestrutura, saneamento básico inadequado e habitações precárias. As enchentes, frequentes na região, tornam a vida ainda mais difícil, danificando as poucas posses da família. Além disso, o acesso a serviços de saúde e educação é limitado, o que reforça a exclusão da população que vive nessa área. A urbanização desordenada, sem planejamento adequado, agrava os riscos socioambientais, deixando os moradores das áreas periféricas expostos a desastres naturais e a condições de vida insalubres. Texto II Com base na publicação “Síntese de Indicadores Sociais”, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2022, que apresenta informações sobre a realidade social brasileira, é possível observar a ampliação das desigualdades sociais no país. O aumento da extrema pobreza em todas as Grandes Regiões, juntamente com o índice de Gini elevado, coloca o Brasil entre os países mais desiguais do mundo. Além disso, a urbanização desigual contribui para o agravamento de problemas socioambientais, especialmente nas áreas periféricas das cidades, marcadas pela exclusão e segregação socioespacial. Adaptado de Enade (2023). Com base no caso apresentado e nos dados da publicação “Síntese de Indicadores Sociais”, divulgada pelo IBGE em 2022, qual das alternativas a seguir melhor explica a relação entre o perfil da população atingida pelas desigualdades sociais nas cidades e os riscos socioambientais? ALTERNATIVAS a) A urbanização desordenada e a falta de planejamento adequado nas periferias urbanas deixam as populações de baixa renda expostas a riscos socioambientais, como enchentes e falta de saneamento, agravando as desigualdades sociais. b) A pobreza extrema nas regiões urbanas brasileiras é resultado exclusivo da falta de oportunidades de emprego formal, sendo que os riscos socioambientais não têm relação direta com as condições de vida dessas populações. c) As populações de baixa renda das áreas periféricas das cidades não são afetadas de maneira significativa pelos riscos socioambientais, pois recebem suporte adequado de políticas governamentais em situações de emergência. d) As áreas periféricas, onde residem as populações de menor renda, sofrem mais com desastres naturais porque as políticas públicas de urbanização priorizam essas regiões para investimentos em infraestrutura. e) A urbanização desigual no Brasil tem se mostrado benéfica para as áreas periféricas, pois permite o crescimento econômico e a expansão de novas áreas residenciais com acesso a serviços básicos.

Resposta correta: a) A urbanização desordenada e a falta de planejamento adequado nas periferias urbanas deixam as populações de baixa

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2ª QUESTÃO Os setores econômicos mais afetados pela redução de postos de trabalho durante a pandemia foram os de alojamento e alimentação, bem como os serviços domésticos. Ambos os setores são majoritariamente femininos e também majoritariamente negros. Observe o gráfico: É importante destacar que a crise do mercado de trabalho desencadeada pela pandemia afetou homens, mulheres, brancos e negros de maneira desigual, com uma predominância de impacto nos setores femininos e negros. PRATES, Ian; LIMA, Márcia et al. Desigualdades raciais e de gênero no mercado de trabalho em meio à pandemia. Informativos Desigualdades Raciais e Covid-19, AFROCEBRAP, n. 7, 2021. Com base no contexto apresentado, qual dos seguintes setores teve a maioria de brancos afetados durante a pandemia? ALTERNATIVAS a) Serviços domésticos. b) Alojamento e alimentação. c) Indústria de transformação. d) Serviço de pronta entrega online. e) Artes, cultura, esporte e recreação.
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2ª QUESTÃO Os setores econômicos mais afetados pela redução de postos de trabalho durante a pandemia foram os de alojamento e alimentação, bem como os serviços domésticos. Ambos os setores são majoritariamente femininos e também majoritariamente negros. Observe o gráfico: É importante destacar que a crise do mercado de trabalho desencadeada pela pandemia afetou homens, mulheres, brancos e negros de maneira desigual, com uma predominância de impacto nos setores femininos e negros. PRATES, Ian; LIMA, Márcia et al. Desigualdades raciais e de gênero no mercado de trabalho em meio à pandemia. Informativos Desigualdades Raciais e Covid-19, AFROCEBRAP, n. 7, 2021. Com base no contexto apresentado, qual dos seguintes setores teve a maioria de brancos afetados durante a pandemia? ALTERNATIVAS a) Serviços domésticos. b) Alojamento e alimentação. c) Indústria de transformação. d) Serviço de pronta entrega online. e) Artes, cultura, esporte e recreação.

Resposta correta: c) Indústria de transformação.Comentário: No material do AFROCEBRAP, setores como serviços domésticos e alojamento/alimentação são majoritariamente negros e

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1ª QUESTÃO Um estudo realizado por Marc Morgan e orientado por Thomas Piketty concluiu que não houve redução significativa na desigualdade econômica brasileira entre 2001 e 2015. Isso significa que a desigualdade no Brasil ocorre por falta de mudanças estruturais. Jornal da USP. Disponível em < https://jornal.usp.br/atualidades/desigualdade-no-brasil-continua-porfalta-de-mudancas-estruturais/> Acesso em 11 de abr de 2024 Os estudos mostram dados históricos que comprovam que no contexto brasileiro, as desigualdades estruturais econômicas são profundamente enraizadas em diversos fatores históricos e sociais. A respeito dos motivos para as desigualdades estruturais econômicas no Brasil, analise as afirmativas a seguir: I. A concentração de terras, recursos naturais e riqueza nas mãos de uma pequena parcela da população, perpetuando um cenário de desigualdade de acesso e oportunidades. II. O legado da escravidão e da exploração colonial, que gerou uma estrutura socioeconômica marcada pela exclusão e marginalização de grupos étnicos e sociais. III. A falta de políticas públicas eficazes voltadas para a redistribuição de renda, educação de qualidade e inclusão social, contribuindo para a perpetuação das disparidades econômicas. IV. O alto investimento em infraestrutura e desenvolvimento humano em regiões periféricas e comunidades carentes, resultando em um ciclo de aceleração econômica.. É CORRETO o que se afirma em: ALTERNATIVAS a) II, apenas. b) I e II apenas. c) I, II e III, apenas. d) I, III e IV, apenas. e) I, II, III e IV.
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1ª QUESTÃO Um estudo realizado por Marc Morgan e orientado por Thomas Piketty concluiu que não houve redução significativa na desigualdade econômica brasileira entre 2001 e 2015. Isso significa que a desigualdade no Brasil ocorre por falta de mudanças estruturais. Jornal da USP. Disponível em < https://jornal.usp.br/atualidades/desigualdade-no-brasil-continua-porfalta-de-mudancas-estruturais/> Acesso em 11 de abr de 2024 Os estudos mostram dados históricos que comprovam que no contexto brasileiro, as desigualdades estruturais econômicas são profundamente enraizadas em diversos fatores históricos e sociais. A respeito dos motivos para as desigualdades estruturais econômicas no Brasil, analise as afirmativas a seguir: I. A concentração de terras, recursos naturais e riqueza nas mãos de uma pequena parcela da população, perpetuando um cenário de desigualdade de acesso e oportunidades. II. O legado da escravidão e da exploração colonial, que gerou uma estrutura socioeconômica marcada pela exclusão e marginalização de grupos étnicos e sociais. III. A falta de políticas públicas eficazes voltadas para a redistribuição de renda, educação de qualidade e inclusão social, contribuindo para a perpetuação das disparidades econômicas. IV. O alto investimento em infraestrutura e desenvolvimento humano em regiões periféricas e comunidades carentes, resultando em um ciclo de aceleração econômica.. É CORRETO o que se afirma em: ALTERNATIVAS a) II, apenas. b) I e II apenas. c) I, II e III, apenas. d) I, III e IV, apenas. e) I, II, III e IV.

Resposta correta: c) I, II e III, apenas.Comentário: As desigualdades decorrem de concentração de riqueza, heranças escravistas/coloniais e políticas públicas

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10 ª QUESTÃO A escolarização das pessoas com deficiência sempre exigiu atenção especial por parte dos governantes. No caso das pessoas surdas e com deficiência auditiva, a história da educação reflete fortemente a influência da cultura ouvinte, evidenciada pela imposição da oralidade e pela resistência ao uso de línguas visuais, como a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora a legislação tenha avançado para permitir e promover o uso de Libras, a comunicação inadequada e a falta de adaptação às necessidades dessa comunidade ainda representam desafios significativos para sua plena socialização e escolarização. Atente para a provável situação a seguir: Uma escola pública de educação básica, em uma cidade de médio porte, recebeu recentemente uma aluna surda. Ela entrou para a 6ª série e foi diagnosticada com perda auditiva severa desde o nascimento. Antes de se transferir para essa escola, ela frequentou uma escola especializada, onde recebeu educação bilíngue, com Libras como sua primeira língua e o português como segunda língua, na modalidade escrita. Na nova escola, a aluna está enfrentando dificuldades significativas para se adaptar. A escola não possui um intérprete de Libras permanente, e os professores não estão familiarizados com as práticas inclusivas necessárias para apoiar essa aluna. As aulas são ministradas exclusivamente em português, e as poucas adaptações feitas, como legendas em vídeos, não têm sido suficientes para garantir que essa aluna compreenda o conteúdo de forma adequada. Diante disso, a aluna está tendo dificuldades para acompanhar as aulas e se comunicar com seus colegas, resultando em baixo rendimento acadêmico e isolamento social. Como a escola pode melhorar a inclusão dessa aluna e garantir que ela tenha acesso à educação de qualidade? Quais medidas específicas devem ser tomadas para atender às suas necessidades educacionais e promover sua integração social? Considerando o texto base, o tipo da questão, o nível de complexidade, a competência estruturante e a competência profissiográfica, analisem as seguintes afirmações: I. A escola deve adotar uma abordagem abrangente que inclua a contratação de profissionais qualificados, a adaptação do currículo e a promoção de um ambiente social acolhedor. II. Os professores precisam criar um plano de inclusão que contemple as necessidades específicas da aluna e estabeleça metas claras para sua adaptação e progresso. III. Os professores podem pedir que a aluna realize todos os trabalhos e provas de forma independente, sem qualquer adaptação curricular ou suporte adicional, a fim de melhorar suas habilidades na língua portuguesa. IV. Fazer uma avaliação contínua, ou seja, monitorar regularmente o progresso da aluna e fazer ajustes nas estratégias de apoio conforme necessário. É correto o que se afirma em: ALTERNATIVAS a) I, II e IV, apenas. b) II e III, apenas. c) I, III e IV, apenas. d) II, III e IV, apenas. e) II e IV, apenas.
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10 ª QUESTÃO A escolarização das pessoas com deficiência sempre exigiu atenção especial por parte dos governantes. No caso das pessoas surdas e com deficiência auditiva, a história da educação reflete fortemente a influência da cultura ouvinte, evidenciada pela imposição da oralidade e pela resistência ao uso de línguas visuais, como a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora a legislação tenha avançado para permitir e promover o uso de Libras, a comunicação inadequada e a falta de adaptação às necessidades dessa comunidade ainda representam desafios significativos para sua plena socialização e escolarização. Atente para a provável situação a seguir: Uma escola pública de educação básica, em uma cidade de médio porte, recebeu recentemente uma aluna surda. Ela entrou para a 6ª série e foi diagnosticada com perda auditiva severa desde o nascimento. Antes de se transferir para essa escola, ela frequentou uma escola especializada, onde recebeu educação bilíngue, com Libras como sua primeira língua e o português como segunda língua, na modalidade escrita. Na nova escola, a aluna está enfrentando dificuldades significativas para se adaptar. A escola não possui um intérprete de Libras permanente, e os professores não estão familiarizados com as práticas inclusivas necessárias para apoiar essa aluna. As aulas são ministradas exclusivamente em português, e as poucas adaptações feitas, como legendas em vídeos, não têm sido suficientes para garantir que essa aluna compreenda o conteúdo de forma adequada. Diante disso, a aluna está tendo dificuldades para acompanhar as aulas e se comunicar com seus colegas, resultando em baixo rendimento acadêmico e isolamento social. Como a escola pode melhorar a inclusão dessa aluna e garantir que ela tenha acesso à educação de qualidade? Quais medidas específicas devem ser tomadas para atender às suas necessidades educacionais e promover sua integração social? Considerando o texto base, o tipo da questão, o nível de complexidade, a competência estruturante e a competência profissiográfica, analisem as seguintes afirmações: I. A escola deve adotar uma abordagem abrangente que inclua a contratação de profissionais qualificados, a adaptação do currículo e a promoção de um ambiente social acolhedor. II. Os professores precisam criar um plano de inclusão que contemple as necessidades específicas da aluna e estabeleça metas claras para sua adaptação e progresso. III. Os professores podem pedir que a aluna realize todos os trabalhos e provas de forma independente, sem qualquer adaptação curricular ou suporte adicional, a fim de melhorar suas habilidades na língua portuguesa. IV. Fazer uma avaliação contínua, ou seja, monitorar regularmente o progresso da aluna e fazer ajustes nas estratégias de apoio conforme necessário. É correto o que se afirma em: ALTERNATIVAS a) I, II e IV, apenas. b) II e III, apenas. c) I, III e IV, apenas. d) II, III e IV, apenas. e) II e IV, apenas.

Resposta correta: a) I, II e IV, apenas.Comentário: É preciso abordagem sistêmica (I), com plano de inclusão individualizado (II) e

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9ª QUESTÃO A comunidade surda representa um sistema social dinâmico e resiliente, composto por indivíduos surdos e ouvintes que compartilham mais do que uma característica física em comum. Eles compartilham uma cultura rica, uma língua vibrante e uma identidade forte. A comunidade surda é uma referência para si mesma, com seus membros liderando a defesa de seus direitos e promovendo a visibilidade e a inclusão. Todas essas características indicam que o termo "comunidade surda" vai além da simples deficiência auditiva, englobando aspectos culturais, linguísticos e sociais. Conforme Strobel (2009): “A comunidade surda é um termo que se refere ao conjunto de pessoas ouvintes e surdas que atuam politicamente na defesa dos direitos dos surdos, no enfrentamento do preconceito e da discriminação. São estes: pais, professores, amigos, intérpretes e defensores da causa surda.” Observamos, então, conforme Strobel (2009), que a comunidade surda não se define apenas pela ausência de audição, mas pela construção de uma identidade coletiva baseada em experiências e perspectivas únicas; que seus membros são considerados as vozes mais legítimas para falar sobre suas próprias experiências e necessidades; que, embora tenham enfrentado desafios significativos relacionados à acessibilidade, discriminação e exclusão social, continuam sua luta; e que os ouvintes que fazem parte dessa comunidade têm desempenhado um papel crucial na promoção da inclusão e no suporte às demandas da comunidade surda. Fonte: STROBEL, K. As imagens do outro sobre a cultura surda. 2. ed. Florianópolis: Universidade Federal Santa Catarina, 2009. p. 49. A partir do texto base apresentado e considerando a concepção de Strobel (2009), avalie as asserções a seguir: A partir do texto-base apresentado e considerando a concepção de Strobel (2009), avalie as asserções a seguir: I. O conceito de comunidade, no contexto da comunidade surda, apoia-se na presença de vínculos simbólicos que congregam sujeitos concentrados em um mesmo local ou dispersos territorialmente, com interesses convergentes e propostas coletivas. Esses vínculos simbólicos são fundamentais para a coesão e a identidade da comunidade surda, pois compartilham não apenas uma condição física comum, mas também uma rica tapeçaria de experiências culturais, linguísticas e sociais. PORQUE II. A comunidade surda é um grupo culturalmente coeso, que valoriza e promove a língua de sinais, luta por direitos e inclusão, e busca romper estereótipos prejudiciais. Esse grupo é composto não apenas por surdos, mas também por ouvintes comprometidos com a causa surda, demonstrando que a comunidade surda é uma entidade inclusiva e colaborativa que trabalha em conjunto para criar uma sociedade mais justa e igualitária A respeito das asserções, assinale a opção correta: ALTERNATIVAS a) As duas asserções são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. b) As duas asserções são verdadeiras, mas a segunda não justifica a primeira. c) A primeira asserção é verdadeira, e a segunda é falsa. d) A primeira asserção é falsa, e a segunda é verdadeira. e) As duas asserções são falsas.
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9ª QUESTÃO A comunidade surda representa um sistema social dinâmico e resiliente, composto por indivíduos surdos e ouvintes que compartilham mais do que uma característica física em comum. Eles compartilham uma cultura rica, uma língua vibrante e uma identidade forte. A comunidade surda é uma referência para si mesma, com seus membros liderando a defesa de seus direitos e promovendo a visibilidade e a inclusão. Todas essas características indicam que o termo “comunidade surda” vai além da simples deficiência auditiva, englobando aspectos culturais, linguísticos e sociais. Conforme Strobel (2009): “A comunidade surda é um termo que se refere ao conjunto de pessoas ouvintes e surdas que atuam politicamente na defesa dos direitos dos surdos, no enfrentamento do preconceito e da discriminação. São estes: pais, professores, amigos, intérpretes e defensores da causa surda.” Observamos, então, conforme Strobel (2009), que a comunidade surda não se define apenas pela ausência de audição, mas pela construção de uma identidade coletiva baseada em experiências e perspectivas únicas; que seus membros são considerados as vozes mais legítimas para falar sobre suas próprias experiências e necessidades; que, embora tenham enfrentado desafios significativos relacionados à acessibilidade, discriminação e exclusão social, continuam sua luta; e que os ouvintes que fazem parte dessa comunidade têm desempenhado um papel crucial na promoção da inclusão e no suporte às demandas da comunidade surda. Fonte: STROBEL, K. As imagens do outro sobre a cultura surda. 2. ed. Florianópolis: Universidade Federal Santa Catarina, 2009. p. 49. A partir do texto base apresentado e considerando a concepção de Strobel (2009), avalie as asserções a seguir: A partir do texto-base apresentado e considerando a concepção de Strobel (2009), avalie as asserções a seguir: I. O conceito de comunidade, no contexto da comunidade surda, apoia-se na presença de vínculos simbólicos que congregam sujeitos concentrados em um mesmo local ou dispersos territorialmente, com interesses convergentes e propostas coletivas. Esses vínculos simbólicos são fundamentais para a coesão e a identidade da comunidade surda, pois compartilham não apenas uma condição física comum, mas também uma rica tapeçaria de experiências culturais, linguísticas e sociais. PORQUE II. A comunidade surda é um grupo culturalmente coeso, que valoriza e promove a língua de sinais, luta por direitos e inclusão, e busca romper estereótipos prejudiciais. Esse grupo é composto não apenas por surdos, mas também por ouvintes comprometidos com a causa surda, demonstrando que a comunidade surda é uma entidade inclusiva e colaborativa que trabalha em conjunto para criar uma sociedade mais justa e igualitária A respeito das asserções, assinale a opção correta: ALTERNATIVAS a) As duas asserções são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. b) As duas asserções são verdadeiras, mas a segunda não justifica a primeira. c) A primeira asserção é verdadeira, e a segunda é falsa. d) A primeira asserção é falsa, e a segunda é verdadeira. e) As duas asserções são falsas.

Resposta correta: a) As duas asserções são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.Comentário: I define a comunidade por vínculos

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8ª QUESTÃO No Brasil, no final dos anos 80, consolidou-se uma nova abordagem educacional para os surdos que buscou amenizar a situação de fracasso na educação deles. A Comunicação Total apareceu no cenário educacional como alternativa ao oralismo. A ideia central dessa abordagem era permitir o uso de sinais, ainda sem caráter de língua, e de todo e qualquer recurso que permitisse uma comunicação. Dorziat (1999) justifica o uso dessa abordagem com essa comunidade devido ao fato de que a maioria dos professores de surdos são ouvintes, utilizando esse tipo de comunicação como um trampolim. Ainda assim, a história tem mostrado que a Comunicação Total não conseguiu fazer com que os surdos alcançassem sucesso escolar e autonomia social. Fonte: DORZIART, A. Sugestões docentes para melhorar o ensino de surdos. Cadernos de Pesquisa. São Paulo, n. 108, p. 183-198, nov. 1999. Disponível em: https://www.scielo.br/j/cp/a/zdX8GKpYrbFn9ypYHtbKwbp/?format=pdf. Acesso em: 20 jul. 2024.Considerando o texto base e as implicações da abordagem da Comunicação Total, analise as seguintes asserções: I. A Comunicação Total permitiu o uso de sinais e outros recursos de comunicação, mas não promoveu uma verdadeira inclusão linguística dos surdos, mantendo a ênfase no oralismo. II. Essa abordagem foi introduzida para amenizar o fracasso educacional dos surdos, permitindo o uso de sinais e outros recursos de comunicação, mas não conseguiu garantir o sucesso escolar e a autonomia social dos surdos. III. A Comunicação Total foi bem-sucedida em promover a inclusão social e acadêmica dos surdos, garantindo seu sucesso escolar e autonomia social. IV. A Comunicação Total surgiu como uma alternativa eficaz ao oralismo, assegurando que os surdos pudessem alcançar plena proficiência em Língua de Sinais e sucesso escolar. É correto o que se afirma em: ALTERNATIVAS a) I e II, apenas. b) I e II, apenas. c) II e IV, apenas. d) II e III, apenas. e) III e IV, apenas.
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8ª QUESTÃO No Brasil, no final dos anos 80, consolidou-se uma nova abordagem educacional para os surdos que buscou amenizar a situação de fracasso na educação deles. A Comunicação Total apareceu no cenário educacional como alternativa ao oralismo. A ideia central dessa abordagem era permitir o uso de sinais, ainda sem caráter de língua, e de todo e qualquer recurso que permitisse uma comunicação. Dorziat (1999) justifica o uso dessa abordagem com essa comunidade devido ao fato de que a maioria dos professores de surdos são ouvintes, utilizando esse tipo de comunicação como um trampolim. Ainda assim, a história tem mostrado que a Comunicação Total não conseguiu fazer com que os surdos alcançassem sucesso escolar e autonomia social. Fonte: DORZIART, A. Sugestões docentes para melhorar o ensino de surdos. Cadernos de Pesquisa. São Paulo, n. 108, p. 183-198, nov. 1999. Disponível em: https://www.scielo.br/j/cp/a/zdX8GKpYrbFn9ypYHtbKwbp/?format=pdf. Acesso em: 20 jul. 2024.Considerando o texto base e as implicações da abordagem da Comunicação Total, analise as seguintes asserções: I. A Comunicação Total permitiu o uso de sinais e outros recursos de comunicação, mas não promoveu uma verdadeira inclusão linguística dos surdos, mantendo a ênfase no oralismo. II. Essa abordagem foi introduzida para amenizar o fracasso educacional dos surdos, permitindo o uso de sinais e outros recursos de comunicação, mas não conseguiu garantir o sucesso escolar e a autonomia social dos surdos. III. A Comunicação Total foi bem-sucedida em promover a inclusão social e acadêmica dos surdos, garantindo seu sucesso escolar e autonomia social. IV. A Comunicação Total surgiu como uma alternativa eficaz ao oralismo, assegurando que os surdos pudessem alcançar plena proficiência em Língua de Sinais e sucesso escolar. É correto o que se afirma em: ALTERNATIVAS a) I e II, apenas. b) I e II, apenas. c) II e IV, apenas. d) II e III, apenas. e) III e IV, apenas.

Resposta correta: a) I e II, apenas.Comentário: O texto indica que a Comunicação Total permitiu recursos variados, mas não consolidou

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7ª QUESTÃO Na comunidade surda, estão inseridos os surdos e os ouvintes que partilham a causa surda, seja por laços de consanguinidade, profissionais ou de amizade, mas que, portanto, não são culturalmente surdos. Porém, como em qualquer comunidade, existem aqueles que se identificam mais por vários motivos. Nesse sentido, chegamos ao conceito de povo surdo, conforme Strobel (2008), que consiste em: "(...) sujeitos surdos que não habitam no mesmo local, mas que estão ligados por uma origem, por um código ético de formação visual, independente do grau de evolução linguística, tais como a língua de sinais, a cultura surda e quaisquer outros laços". Vamos refletir sobre a citação: O povo surdo utiliza a língua de sinais como meio principal de comunicação. No Brasil, por exemplo, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é fundamental para a vida diária e para a identidade cultural dos surdos. Os membros do povo surdo compartilham uma cultura rica que inclui tradições, valores e práticas culturais específicas. Vivenciam desafios e conquistas comuns relacionados à surdez, como a luta por direitos, acessibilidade e inclusão. Fonte: STROBEL, K. L. As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis: Universidade Federal Santa Catarina, 2008. p. 29.Analise as seguintes afirmações sobre os tópicos defendidos nos textos I e II, relacionando-os ao conceito/termo de povo surdo: I. O termo "povo surdo" abrange apenas indivíduos surdos que compartilham os mesmos interesses, independentemente de sua localização geográfica. II. O conceito "povo surdo" inclui tanto surdos quanto ouvintes que se envolvem com a causa surda e compartilham um interesse em promover a inclusão e os direitos dos surdos. III. O termo "povo surdo" descreve apenas um grupo de surdos que vivem em um mesmo local e têm experiências culturais e sociais comuns, mas não compartilham uma língua de sinais específica. IV. O conceito de "povo surdo" promove o controle sobre como são percebidos e representados na sociedade. O povo surdo reivindica o direito de contar sua própria história e de moldar sua identidade. É correto o que se afima em: ALTERNATIVAS a) I e IV, apenas. b) I, II e IV, apenas. c) II e III, apenas. d) III e IV, apenas. e) I e II, apenas.
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7ª QUESTÃO Na comunidade surda, estão inseridos os surdos e os ouvintes que partilham a causa surda, seja por laços de consanguinidade, profissionais ou de amizade, mas que, portanto, não são culturalmente surdos. Porém, como em qualquer comunidade, existem aqueles que se identificam mais por vários motivos. Nesse sentido, chegamos ao conceito de povo surdo, conforme Strobel (2008), que consiste em: “(…) sujeitos surdos que não habitam no mesmo local, mas que estão ligados por uma origem, por um código ético de formação visual, independente do grau de evolução linguística, tais como a língua de sinais, a cultura surda e quaisquer outros laços”. Vamos refletir sobre a citação: O povo surdo utiliza a língua de sinais como meio principal de comunicação. No Brasil, por exemplo, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é fundamental para a vida diária e para a identidade cultural dos surdos. Os membros do povo surdo compartilham uma cultura rica que inclui tradições, valores e práticas culturais específicas. Vivenciam desafios e conquistas comuns relacionados à surdez, como a luta por direitos, acessibilidade e inclusão. Fonte: STROBEL, K. L. As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis: Universidade Federal Santa Catarina, 2008. p. 29.Analise as seguintes afirmações sobre os tópicos defendidos nos textos I e II, relacionando-os ao conceito/termo de povo surdo: I. O termo “povo surdo” abrange apenas indivíduos surdos que compartilham os mesmos interesses, independentemente de sua localização geográfica. II. O conceito “povo surdo” inclui tanto surdos quanto ouvintes que se envolvem com a causa surda e compartilham um interesse em promover a inclusão e os direitos dos surdos. III. O termo “povo surdo” descreve apenas um grupo de surdos que vivem em um mesmo local e têm experiências culturais e sociais comuns, mas não compartilham uma língua de sinais específica. IV. O conceito de “povo surdo” promove o controle sobre como são percebidos e representados na sociedade. O povo surdo reivindica o direito de contar sua própria história e de moldar sua identidade. É correto o que se afima em: ALTERNATIVAS a) I e IV, apenas. b) I, II e IV, apenas. c) II e III, apenas. d) III e IV, apenas. e) I e II, apenas.

Resposta correta: a) I e IV, apenas.Comentário: Em Strobel (2008), povo surdo = sujeitos surdos conectados por código ético visual/linguagem/cultura,

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6ª QUESTÃO Texto IO bilinguismo se tornou a melhor forma de comunicação e metodologia de ensino para as pessoas com surdez. Ele pressupõe que a criança deve ter acesso, o quanto antes, a duas línguas; no caso da criança surda brasileira: a Libras e a língua portuguesa na modalidade escrita (considerando o contexto brasileiro). Lacerda e Mantelatto (2000) afirmam essa proposta ao dizer que “o bilinguismo visa à exposição da criança surda à língua de sinais o mais precocemente possível, pois esta aquisição propiciará ao surdo um desenvolvimento rico e pleno de linguagem e, consequentemente, um desenvolvimento integral”. Fonte: LACERDA, C. B. F.; MANTELATTO, S. A. C. As diferentes concepções de linguagem na prática fonoaudiológica junto a sujeitos surdos. In: LACERDA, C. B. F.; NAKAMURA, H.; LIMA, M. C. (Orgs.). Fonoaudiologia: surdez e abordagem bilíngue. São Paulo: Plexus, 2000. p. 21-41.Texto II Atente para a situação a seguir: Uma escola inclusiva decidiu adotar a abordagem bilíngue para melhorar a educação de seus alunos surdos. No entanto, muitos dos professores ainda não são proficientes em Libras, e há um déficit de materiais didáticos adaptados para a educação bilíngue. Os pais de alunos surdos estão preocupados com a transição e a eficácia dessa nova abordagem. Quando falamos em inclusão escolar de surdos, não podemos deixar de mencionar a importância das línguas de sinais. Na reflexão do texto acima, que ações a escola pode tomar para garantir que os alunos surdos recebam uma educação de qualidade e, ao mesmo tempo, assegurar que os professores aprendam Libras? ALTERNATIVAS a) Oferecer formação inicial e continuada em Libras para os professores; disponibilizar materiais didáticos adaptados que integram Libras e a língua portuguesa escrita; fomentar um ambiente escolar inclusivo, onde a Língua de Sinais é valorizada e utilizada amplamente, promovendo a comunicação e a interação entre alunos surdos e ouvintes. b) Na garantia de que os alunos surdos recebam uma educação de qualidade e que os professores aprendam Libras, a escola poderá oferecer apenas um curso básico de Libras e utilizar materiais didáticos convencionais que a escola já possui, sem adaptações específicas para alunos surdos. c) A escola poderá oferecer formação esporádica em Libras para alguns professores, sem garantir que todos recebam o treinamento necessário. Ignorar a importância da comunicação entre alunos surdos e ouvintes é não incentivar a interação ou a utilização de Libras. d) Ao disponibilizar materiais didáticos adaptados na biblioteca que integram Libras e a língua portuguesa escrita, a escola já está efetivando a inclusão em toda a instituição, não necessitando tomar mais nenhuma ação. e) Uma ação é oferecer formação inicial e continuada em Libras para os professores e promover a comunicação em Libras apenas entre os professores e a gestão da escola. Isso já é o suficiente para a aprendizagem dos alunos surdos.
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6ª QUESTÃO Texto I O bilinguismo se tornou a melhor forma de comunicação e metodologia de ensino para as pessoas com surdez. Ele pressupõe que a criança deve ter acesso, o quanto antes, a duas línguas; no caso da criança surda brasileira: a Libras e a língua portuguesa na modalidade escrita (considerando o contexto brasileiro). Lacerda e Mantelatto (2000) afirmam essa proposta ao dizer que “o bilinguismo visa à exposição da criança surda à língua de sinais o mais precocemente possível, pois esta aquisição propiciará ao surdo um desenvolvimento rico e pleno de linguagem e, consequentemente, um desenvolvimento integral”. Fonte: LACERDA, C. B. F.; MANTELATTO, S. A. C. As diferentes concepções de linguagem na prática fonoaudiológica junto a sujeitos surdos. In: LACERDA, C. B. F.; NAKAMURA, H.; LIMA, M. C. (Orgs.). Fonoaudiologia: surdez e abordagem bilíngue. São Paulo: Plexus, 2000. p. 21-41.Texto II Atente para a situação a seguir: Uma escola inclusiva decidiu adotar a abordagem bilíngue para melhorar a educação de seus alunos surdos. No entanto, muitos dos professores ainda não são proficientes em Libras, e há um déficit de materiais didáticos adaptados para a educação bilíngue. Os pais de alunos surdos estão preocupados com a transição e a eficácia dessa nova abordagem. Quando falamos em inclusão escolar de surdos, não podemos deixar de mencionar a importância das línguas de sinais. Na reflexão do texto acima, que ações a escola pode tomar para garantir que os alunos surdos recebam uma educação de qualidade e, ao mesmo tempo, assegurar que os professores aprendam Libras? ALTERNATIVAS a) Oferecer formação inicial e continuada em Libras para os professores; disponibilizar materiais didáticos adaptados que integram Libras e a língua portuguesa escrita; fomentar um ambiente escolar inclusivo, onde a Língua de Sinais é valorizada e utilizada amplamente, promovendo a comunicação e a interação entre alunos surdos e ouvintes. b) Na garantia de que os alunos surdos recebam uma educação de qualidade e que os professores aprendam Libras, a escola poderá oferecer apenas um curso básico de Libras e utilizar materiais didáticos convencionais que a escola já possui, sem adaptações específicas para alunos surdos. c) A escola poderá oferecer formação esporádica em Libras para alguns professores, sem garantir que todos recebam o treinamento necessário. Ignorar a importância da comunicação entre alunos surdos e ouvintes é não incentivar a interação ou a utilização de Libras. d) Ao disponibilizar materiais didáticos adaptados na biblioteca que integram Libras e a língua portuguesa escrita, a escola já está efetivando a inclusão em toda a instituição, não necessitando tomar mais nenhuma ação. e) Uma ação é oferecer formação inicial e continuada em Libras para os professores e promover a comunicação em Libras apenas entre os professores e a gestão da escola. Isso já é o suficiente para a aprendizagem dos alunos surdos.

Resposta correta: a) Oferecer formação inicial e continuada em Libras para os professores; disponibilizar materiais didáticos adaptados que integram Libras

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5ª QUESTÃO Texto IA Libras é uma língua comparável em complexidade e expressividade a qualquer língua oral e, por meio dela, podemos expressar ideias sutis, complexas e abstratas. Ela tem sua própria estrutura gramatical.…Comunicar-se por meio da Libras é "falar" com as mãos. Essa língua é composta por sinais e pela datilologia. Como as demais línguas orais, a Libras é organizada por meio da combinação de elementos mínimos que, agrupados, formam os sinais, assim como os fonemas se agrupam em sílabas para formar palavras nas línguas orais. Fonte: GODOI, E.; LIMA, M. D.; LEITE, L. de S. Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: a formação continuada de professores. 2. ed. Uberlândia: EDUFU, 2021. E-book. Disponível em: https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/34957. Acesso em: 25 jul. 2024.Texto II Quando relacionamos Libras e língua portuguesa, podemos dizer que a Libras é composta por sinais que correspondem às palavras da nossa língua portuguesa. E que a Libras é uma língua rica e complexa, com uma gramática própria e características visuais e espaciais que a diferenciam das línguas orais. Ela desempenha um papel crucial na comunicação e na cultura da comunidade surda brasileira, promovendo inclusão e acessibilidade. ALTERNATIVAS a) Relatar a relação entre Libras e a língua portuguesa revela que a Libras utiliza sinais que equivalem a palavras do português. Contudo, a Libras não é apenas uma substituição direta de palavras por sinais. Assim, a tradução entre Libras e português requer adaptação e interpretação para manter o significado e a estrutura correta de cada língua utilizada. b) A Libras é uma forma simplificada da língua portuguesa, onde os sinais são apenas uma tradução literal das palavras portuguesas. A língua de sinais não tem regras gramaticais específicas e segue a mesma estrutura do português oral. c) A Libras é uma língua secundária do português, onde os sinais são apenas uma representação dos fonemas da língua portuguesa. A Libras segue a mesma gramática e sintaxe do português, apenas com uma forma de comunicação diferente. d) A Libras é simplesmente uma forma de traduzir palavras do português para sinais, sem necessidade de considerar a gramática ou estrutura própria da língua de sinais. Isso significa que qualquer palavra em português tem um sinal correspondente direto e exato em Libras. e) Diferente da língua portuguesa, a Libras é uma língua gestual-espacial, cujos sinais são produzidos no ar e não têm como ser escritos. Assim, a Libras não atinge o status linguístico, pois não é possível estudar uma língua que não tem escrita.
01. UNICESUMAR

5ª QUESTÃO Texto I A Libras é uma língua comparável em complexidade e expressividade a qualquer língua oral e, por meio dela, podemos expressar ideias sutis, complexas e abstratas. Ela tem sua própria estrutura gramatical.…Comunicar-se por meio da Libras é “falar” com as mãos. Essa língua é composta por sinais e pela datilologia. Como as demais línguas orais, a Libras é organizada por meio da combinação de elementos mínimos que, agrupados, formam os sinais, assim como os fonemas se agrupam em sílabas para formar palavras nas línguas orais. Fonte: GODOI, E.; LIMA, M. D.; LEITE, L. de S. Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: a formação continuada de professores. 2. ed. Uberlândia: EDUFU, 2021. E-book. Disponível em: https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/34957. Acesso em: 25 jul. 2024.Texto II Quando relacionamos Libras e língua portuguesa, podemos dizer que a Libras é composta por sinais que correspondem às palavras da nossa língua portuguesa. E que a Libras é uma língua rica e complexa, com uma gramática própria e características visuais e espaciais que a diferenciam das línguas orais. Ela desempenha um papel crucial na comunicação e na cultura da comunidade surda brasileira, promovendo inclusão e acessibilidade. ALTERNATIVAS a) Relatar a relação entre Libras e a língua portuguesa revela que a Libras utiliza sinais que equivalem a palavras do português. Contudo, a Libras não é apenas uma substituição direta de palavras por sinais. Assim, a tradução entre Libras e português requer adaptação e interpretação para manter o significado e a estrutura correta de cada língua utilizada. b) A Libras é uma forma simplificada da língua portuguesa, onde os sinais são apenas uma tradução literal das palavras portuguesas. A língua de sinais não tem regras gramaticais específicas e segue a mesma estrutura do português oral. c) A Libras é uma língua secundária do português, onde os sinais são apenas uma representação dos fonemas da língua portuguesa. A Libras segue a mesma gramática e sintaxe do português, apenas com uma forma de comunicação diferente. d) A Libras é simplesmente uma forma de traduzir palavras do português para sinais, sem necessidade de considerar a gramática ou estrutura própria da língua de sinais. Isso significa que qualquer palavra em português tem um sinal correspondente direto e exato em Libras. e) Diferente da língua portuguesa, a Libras é uma língua gestual-espacial, cujos sinais são produzidos no ar e não têm como ser escritos. Assim, a Libras não atinge o status linguístico, pois não é possível estudar uma língua que não tem escrita.

Resposta correta: a) Relatar a relação entre Libras e a língua portuguesa revela que a Libras utiliza sinais que equivalem

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4ª QUESTÃO Durante décadas, o Oralismo foi a abordagem predominante na educação de surdos. Essa metodologia, que focava na fala e proibia o uso da Língua de Sinais, atribuía a responsabilidade pelo sucesso ou fracasso educacional exclusivamente ao indivíduo surdo. O Oralismo influenciou a formação de diversos profissionais, como pedagogos, fonoaudiólogos e otorrinolaringologistas, que foram treinados sob a premissa de que a normalização dos surdos era o objetivo principal. Essa abordagem frequentemente resultou em desafios significativos para os surdos, incluindo dificuldades na comunicação e no aprendizado. Moura (2000) apresenta a história de vida de um surdo profundo brasileiro que recebeu uma escolarização em uma época em que não se tinha a certeza de qual seria a melhor abordagem para a educação dos surdos. Em determinado trecho de seu depoimento, ele diz: ". . .escrevia letras, abecedário. Aprendia mais ou menos a escrever. . .A professora ensinava sempre frases curtas, não ensinava frases compridas. . .por exemplo: A bola é bonita. Nunca ensinava frases grandes. Eu aprendi frases curtas, sempre igual, não avançava. Nunca ouvi nada diferente, nunca aprendi." Fonte: MOURA, M. C. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter, 2000.Considerando o texto-base e as implicações impostas pelo Oralismo nas práticas pedagógicas, avalie as seguintes asserções: I. A experiência do estudante citada por Moura (2000), ao utilizar o "nunca aprendi", corporifica toda a dor e angústia de anos dentro da escola sem conseguir vislumbrar sua real aprendizagem, visto que muitos estudantes surdos não conseguem oralizar bem, mesmo depois de muitas sessões com a fonoaudióloga e, consequentemente, podem fracassar na vida escolar e social. PORQUE II. O texto apresenta o Oralismo como uma das abordagens mais antigas e ideal para a educação de surdos, destacando que a proibição do uso da Língua de Sinais naquele tempo foi necessária por dar ênfase à fala como fundamental para garantir que os surdos se integrem completamente na sociedade ouvinte. A respeito das asserções, assinale a opção correta: ALTERNATIVAS a) A primeira asserção é verdadeira, e a segunda é falsa. b) As duas asserções são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. c) As duas asserções são verdadeiras, mas a segunda não justifica a primeira. d) A primeira asserção é falsa, e a segunda é verdadeira. e) As duas asserções são falsas.
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4ª QUESTÃO Durante décadas, o Oralismo foi a abordagem predominante na educação de surdos. Essa metodologia, que focava na fala e proibia o uso da Língua de Sinais, atribuía a responsabilidade pelo sucesso ou fracasso educacional exclusivamente ao indivíduo surdo. O Oralismo influenciou a formação de diversos profissionais, como pedagogos, fonoaudiólogos e otorrinolaringologistas, que foram treinados sob a premissa de que a normalização dos surdos era o objetivo principal. Essa abordagem frequentemente resultou em desafios significativos para os surdos, incluindo dificuldades na comunicação e no aprendizado. Moura (2000) apresenta a história de vida de um surdo profundo brasileiro que recebeu uma escolarização em uma época em que não se tinha a certeza de qual seria a melhor abordagem para a educação dos surdos. Em determinado trecho de seu depoimento, ele diz: “. . .escrevia letras, abecedário. Aprendia mais ou menos a escrever. . .A professora ensinava sempre frases curtas, não ensinava frases compridas. . .por exemplo: A bola é bonita. Nunca ensinava frases grandes. Eu aprendi frases curtas, sempre igual, não avançava. Nunca ouvi nada diferente, nunca aprendi.” Fonte: MOURA, M. C. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter, 2000.Considerando o texto-base e as implicações impostas pelo Oralismo nas práticas pedagógicas, avalie as seguintes asserções: I. A experiência do estudante citada por Moura (2000), ao utilizar o “nunca aprendi”, corporifica toda a dor e angústia de anos dentro da escola sem conseguir vislumbrar sua real aprendizagem, visto que muitos estudantes surdos não conseguem oralizar bem, mesmo depois de muitas sessões com a fonoaudióloga e, consequentemente, podem fracassar na vida escolar e social. PORQUE II. O texto apresenta o Oralismo como uma das abordagens mais antigas e ideal para a educação de surdos, destacando que a proibição do uso da Língua de Sinais naquele tempo foi necessária por dar ênfase à fala como fundamental para garantir que os surdos se integrem completamente na sociedade ouvinte. A respeito das asserções, assinale a opção correta: ALTERNATIVAS a) A primeira asserção é verdadeira, e a segunda é falsa. b) As duas asserções são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. c) As duas asserções são verdadeiras, mas a segunda não justifica a primeira. d) A primeira asserção é falsa, e a segunda é verdadeira. e) As duas asserções são falsas.

Resposta correta: a) A primeira asserção é verdadeira, e a segunda é falsa.Comentário: O relato evidencia prejuízos do Oralismo e

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3ª QUESTÃO Texto IA história dos surdos produz outros modos de relações de poder, negociações, investidas pela língua de sinais, sua educação e arte. Todos esses aspectos estão passíveis de investigação pela história cultural. Daí surge o desafio contemporâneo de usar essa abordagem para registrar aspectos históricos dos surdos. Nesse contexto, as habilidades exigidas para enfrentar o desafio neste campo de investigação requerem buscas em diferentes autores. Entre eles, Klein e Formozzo (2009) afirmam que a cultura dos surdos “produz identidades surdas e os membros dessas comunidades constroem seus significados a respeito de mundo através da experiência visual”. sic Fonte: KLEIN, M.; FORMOZZO, D. de P. Im/Possibilidades na educação de surdos: discussões sobre currículo e diferença. Currículo sem Fronteiras, v. 9, n. 2, p., 212-225, jul./dez., 2009. Disponível em: https://biblat.unam.mx/hevila/CurriculosemFronteiras/2009/vol9/no2/13.pdf. Acesso: 01 jul. 2024.Texto IIA integração das narrativas surdas na produção do conhecimento é fundamental para a construção de uma sociedade mais equitativa e justa, onde todas as vozes são ouvidas e valorizadas. O campo de estudo da história dos surdos, anteriormente limitado ou negligenciado, está agora crescendo e se tornando mais abrangente, incluindo uma gama diversificada de experiências e novas áreas de interesse. Ao incluir as contribuições dos surdos, promovemos uma visão mais inclusiva da diversidade humana, reconhecendo e valorizando as experiências e perspectivas dos surdos dentro do contexto maior da sociedade. Com base nos textos apresentados sobre a história cultural dos surdos e suas contribuições para a sociedade, identifique as alternativas corretas. I. O reconhecimento das contribuições e experiências dos surdos enriquece a compreensão histórica e promove uma visão mais inclusiva e representativa da diversidade humana. II. A arte surda, incluindo teatro, poesia e artes visuais, desempenha um papel vital na história cultural dos surdos, mas não oferece novas perspectivas para a história cultural dos surdos. III. Movimentos de defesa dos direitos dos surdos têm trabalhado para garantir igualdade de oportunidades, acesso à educação e serviços, e o reconhecimento da sua cultura. IV. Estudos sobre a história cultural dos surdos não têm relevância para o escopo histórico das sociedades, por isso ouvir as vozes surdas e reconhecer suas contribuições não promove a inclusão nem a diversidade. É correto o que se afirma em: ALTERNATIVAS a) I e III, apenas. b) II e IV, apenas. c) III e IV, apenas. d) I e IV, apenas. e) I e II, apenas.
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3ª QUESTÃO Texto I A história dos surdos produz outros modos de relações de poder, negociações, investidas pela língua de sinais, sua educação e arte. Todos esses aspectos estão passíveis de investigação pela história cultural. Daí surge o desafio contemporâneo de usar essa abordagem para registrar aspectos históricos dos surdos. Nesse contexto, as habilidades exigidas para enfrentar o desafio neste campo de investigação requerem buscas em diferentes autores. Entre eles, Klein e Formozzo (2009) afirmam que a cultura dos surdos “produz identidades surdas e os membros dessas comunidades constroem seus significados a respeito de mundo através da experiência visual”. sic Fonte: KLEIN, M.; FORMOZZO, D. de P. Im/Possibilidades na educação de surdos: discussões sobre currículo e diferença. Currículo sem Fronteiras, v. 9, n. 2, p., 212-225, jul./dez., 2009. Disponível em: https://biblat.unam.mx/hevila/CurriculosemFronteiras/2009/vol9/no2/13.pdf. Acesso: 01 jul. 2024.Texto IIA integração das narrativas surdas na produção do conhecimento é fundamental para a construção de uma sociedade mais equitativa e justa, onde todas as vozes são ouvidas e valorizadas. O campo de estudo da história dos surdos, anteriormente limitado ou negligenciado, está agora crescendo e se tornando mais abrangente, incluindo uma gama diversificada de experiências e novas áreas de interesse. Ao incluir as contribuições dos surdos, promovemos uma visão mais inclusiva da diversidade humana, reconhecendo e valorizando as experiências e perspectivas dos surdos dentro do contexto maior da sociedade. Com base nos textos apresentados sobre a história cultural dos surdos e suas contribuições para a sociedade, identifique as alternativas corretas. I. O reconhecimento das contribuições e experiências dos surdos enriquece a compreensão histórica e promove uma visão mais inclusiva e representativa da diversidade humana. II. A arte surda, incluindo teatro, poesia e artes visuais, desempenha um papel vital na história cultural dos surdos, mas não oferece novas perspectivas para a história cultural dos surdos. III. Movimentos de defesa dos direitos dos surdos têm trabalhado para garantir igualdade de oportunidades, acesso à educação e serviços, e o reconhecimento da sua cultura. IV. Estudos sobre a história cultural dos surdos não têm relevância para o escopo histórico das sociedades, por isso ouvir as vozes surdas e reconhecer suas contribuições não promove a inclusão nem a diversidade. É correto o que se afirma em: ALTERNATIVAS a) I e III, apenas. b) II e IV, apenas. c) III e IV, apenas. d) I e IV, apenas. e) I e II, apenas.

Resposta correta: a) I e III, apenas.Comentário: I é verdadeira (valorização das narrativas surdas enriquece a história). III é verdadeira

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2ª QUESTÃO Texto I Os conceitos de linguagem e língua são investigados por muitos estudiosos. Ferdinand de Saussure, um dos principais teóricos da linguística, descreveu a linguagem como um fenômeno que se manifesta em múltiplos níveis e dimensões. Segundo Saussure (2006), "a linguagem,. . .ao mesmo tempo física, fisiológica e psíquica, ela pertence, além disso, ao domínio individual e ao domínio social; não se deixa classificar em nenhuma categoria de fatos humanos, pois não se sabe como inferir sua unidade" (Saussure, 2006, p. 17).Fonte: SAUSSURE, F. de. Curso de Linguística Geral. Tradução de A. Chelini, J. P. Paes e I. Blikstein. 27. ed. São Paulo: Cultrix, 2006. p. 17.Texto II Fernando Capovilla é um dos principais pesquisadores na área de linguística e surdez no Brasil. Em seu livro Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira, parafraseia que “A Libras é uma língua natural das comunidades surdas no Brasil, reconhecida oficialmente pela legislação. Assim como qualquer outra língua, possui gramática, sintaxe e semântica próprias. Ela é fundamental para a comunicação, educação e inclusão social das pessoas surdas no país." Fonte: CAPOVILLA, F. C. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001.Considerando a perspectiva teórica de Saussure (2006), que descreve a linguagem como um fenômeno complexo, e os estudos de Capovilla (2001), que caracterizam a Libras como uma língua com sua própria gramática, assinale a alternativa correta: ALTERNATIVAS a) Enquanto Saussure oferece uma visão ampla e abstrata da linguagem como um fenômeno universal, Capovilla foca em uma língua específica, a Libras, ressaltando suas características estruturais e sua importância social. Ambos os textos destacam a complexidade e a relevância da linguagem, seja em termos teóricos gerais ou aplicados a uma comunidade linguística particular. b) De acordo com os textos, a Libras não tem uma gramática própria e é apenas variação visual da nossa língua portuguesa, sem a necessidade de considerar suas dimensões físicas, psíquicas e sociais. c) Os textos acima implicam que as línguas de sinais, inclusive a Libras, são linguagens que se aplicam exclusivamente no nível social e não têm aspectos individuais ou físicos. d) Os textos sugerem que as línguas de sinais são apenas uma forma visual da língua oral, com pouca diferença em termos de complexidade e estrutura, e operam exclusivamente no nível individual, sem relevância social. e) Saussure descreve a linguagem como uma forma rudimentar de comunicação que não possui complexidade. Já Capovilla deixa claro que a Libras não pode apresentar processos psíquicos e fisiológicos e é utilizada apenas para uma comunicação básica entre surdos brasileiros.
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2ª QUESTÃO Texto I Os conceitos de linguagem e língua são investigados por muitos estudiosos. Ferdinand de Saussure, um dos principais teóricos da linguística, descreveu a linguagem como um fenômeno que se manifesta em múltiplos níveis e dimensões. Segundo Saussure (2006), “a linguagem,. . .ao mesmo tempo física, fisiológica e psíquica, ela pertence, além disso, ao domínio individual e ao domínio social; não se deixa classificar em nenhuma categoria de fatos humanos, pois não se sabe como inferir sua unidade” (Saussure, 2006, p. 17).Fonte: SAUSSURE, F. de. Curso de Linguística Geral. Tradução de A. Chelini, J. P. Paes e I. Blikstein. 27. ed. São Paulo: Cultrix, 2006. p. 17.Texto II Fernando Capovilla é um dos principais pesquisadores na área de linguística e surdez no Brasil. Em seu livro Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira, parafraseia que “A Libras é uma língua natural das comunidades surdas no Brasil, reconhecida oficialmente pela legislação. Assim como qualquer outra língua, possui gramática, sintaxe e semântica próprias. Ela é fundamental para a comunicação, educação e inclusão social das pessoas surdas no país.” Fonte: CAPOVILLA, F. C. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001.Considerando a perspectiva teórica de Saussure (2006), que descreve a linguagem como um fenômeno complexo, e os estudos de Capovilla (2001), que caracterizam a Libras como uma língua com sua própria gramática, assinale a alternativa correta: ALTERNATIVAS a) Enquanto Saussure oferece uma visão ampla e abstrata da linguagem como um fenômeno universal, Capovilla foca em uma língua específica, a Libras, ressaltando suas características estruturais e sua importância social. Ambos os textos destacam a complexidade e a relevância da linguagem, seja em termos teóricos gerais ou aplicados a uma comunidade linguística particular. b) De acordo com os textos, a Libras não tem uma gramática própria e é apenas variação visual da nossa língua portuguesa, sem a necessidade de considerar suas dimensões físicas, psíquicas e sociais. c) Os textos acima implicam que as línguas de sinais, inclusive a Libras, são linguagens que se aplicam exclusivamente no nível social e não têm aspectos individuais ou físicos. d) Os textos sugerem que as línguas de sinais são apenas uma forma visual da língua oral, com pouca diferença em termos de complexidade e estrutura, e operam exclusivamente no nível individual, sem relevância social. e) Saussure descreve a linguagem como uma forma rudimentar de comunicação que não possui complexidade. Já Capovilla deixa claro que a Libras não pode apresentar processos psíquicos e fisiológicos e é utilizada apenas para uma comunicação básica entre surdos brasileiros.

Resposta correta: a) Enquanto Saussure oferece uma visão ampla e abstrata da linguagem como um fenômeno universal, Capovilla foca em

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1ª QUESTÃO Texto IA Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi oficialmente reconhecida como uma língua natural da comunidade surda brasileira pela Lei n. 10.436, de abril de 2002, e regulamentada pelo Decreto n. 5.626, de dezembro de 2005. Esse reconhecimento conferiu à Libras o status linguístico de uma língua natural, semelhante às línguas orais, com sua própria estrutura e regras linguísticas, como os níveis linguísticos: fonológico, morfológico, sintático e semântico. O campo da fonologia das línguas de sinais é essencial para entender como os sinais são estruturados e como eles transmitem significados. Brito (1995) diz que, na Libras, existem parâmetros para criação de sinais, os quais são divididos em primários e secundários. Parâmetros primários:(1) Configuração de mão (CM): estado dos dedos durante a realização de um sinal.(2) Localização (PA/LOC): lugar no corpo ou no espaço à sua frente em que o sinal é produzido.(3) Movimento (MOV): maneira como a mão se move durante a produção de um sinal. Parâmetros secundários:(4) Disposição das mãos (DM): as articulações dos sinais podem ser feitas apenas pela mão dominante ou pelas duas mãos.(5) Orientação da palma (OR): direção da palma da mão.(6) Região de contato (RC): refere-se à parte da mão que entra em contato com o corpo;(7) Expressões faciais e corporais (EF/EC): são movimentos de partes da face e corpo. Fonte: BRASIL. Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 25 abr. 2002. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10436.htm. Acesso em: 10 jun. 2024.Fonte:______. MEC. Decreto n. 5.626 - Regulamenta a Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000, Brasília, 2005. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5626.htm. Acesso em: 10 jun. 2024. Texto II Uma professora de Libras em uma escola inclusiva está preparando uma aula para ensinar os parâmetros básicos da Língua Brasileira de Sinais aos seus alunos, que são tanto surdos quanto ouvintes. Ela quer garantir que os alunos compreendam e possam usar corretamente os parâmetros de Libras. Durante a aula prática, a professora observa que alguns alunos ouvintes estão enfrentando dificuldades para usar corretamente os parâmetros, o que está afetando a clareza e a precisão dos sinais que estão produzindo. O que essa professora poderá fazer para auxiliar esses alunos na aprendizagem dos parâmetros em línguas de sinais a fim de que produzam os sinais corretamente? Ela precisa abordar essas dificuldades, adotando diversas estratégias para reforçar o entendimento e a aplicação correta dos parâmetros básicos da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Uma boa estratégia é envolver esses alunos por meio de: - sensibilização: realizar atividades de sensibilização sobre a importância da Libras e a cultura surda, aumentando a empatia e o compromisso dos alunos ouvintes. - parceria de aprendizagem: formar duplas ou grupos mistos de alunos surdos e ouvintes para promover a colaboração e o apoio mútuo durante a aprendizagem. Fonte: BRITO, L. F. Por uma gramática de línguas de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2010. Os dois textos apresentados abordam conhecimentos sobre a fonologia em línguas de sinais e a importância da aplicação correta dos parâmetros na formação dos sinais. Analise a relação entre as duas asserções a seguir: I. O Texto I apresenta a fonologia das línguas de sinais como um campo de estudo que foca na estrutura e organização dos sinais, utilizando parâmetros visuais e espaciais. Isso é análogo à fonologia das línguas orais, que estuda os sons e suas combinações. PORQUE II. O Texto II aborda a preocupação da professora em relação ao aprendizado dos alunos na prática corretados parâmetros da Libras como uma jornada enriquecedora e desafiadora, que requer dedicação, prática e uma abordagem pedagógica bem estruturada. A respeito das asserções, assinale a opção correta: ALTERNATIVAS a) As duas asserções são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. b) A primeira asserção é verdadeira, e a segunda é falsa. c) As duas asserções são verdadeiras, mas a segunda não justifica a primeira. d) A primeira asserção é falsa, e a segunda é verdadeira. e) As duas asserções são falsas.
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1ª QUESTÃO Texto I A Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi oficialmente reconhecida como uma língua natural da comunidade surda brasileira pela Lei n. 10.436, de abril de 2002, e regulamentada pelo Decreto n. 5.626, de dezembro de 2005. Esse reconhecimento conferiu à Libras o status linguístico de uma língua natural, semelhante às línguas orais, com sua própria estrutura e regras linguísticas, como os níveis linguísticos: fonológico, morfológico, sintático e semântico. O campo da fonologia das línguas de sinais é essencial para entender como os sinais são estruturados e como eles transmitem significados. Brito (1995) diz que, na Libras, existem parâmetros para criação de sinais, os quais são divididos em primários e secundários. Parâmetros primários:(1) Configuração de mão (CM): estado dos dedos durante a realização de um sinal.(2) Localização (PA/LOC): lugar no corpo ou no espaço à sua frente em que o sinal é produzido.(3) Movimento (MOV): maneira como a mão se move durante a produção de um sinal. Parâmetros secundários:(4) Disposição das mãos (DM): as articulações dos sinais podem ser feitas apenas pela mão dominante ou pelas duas mãos.(5) Orientação da palma (OR): direção da palma da mão.(6) Região de contato (RC): refere-se à parte da mão que entra em contato com o corpo;(7) Expressões faciais e corporais (EF/EC): são movimentos de partes da face e corpo. Fonte: BRASIL. Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 25 abr. 2002. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10436.htm. Acesso em: 10 jun. 2024.Fonte:______. MEC. Decreto n. 5.626 – Regulamenta a Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000, Brasília, 2005. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5626.htm. Acesso em: 10 jun. 2024. Texto II Uma professora de Libras em uma escola inclusiva está preparando uma aula para ensinar os parâmetros básicos da Língua Brasileira de Sinais aos seus alunos, que são tanto surdos quanto ouvintes. Ela quer garantir que os alunos compreendam e possam usar corretamente os parâmetros de Libras. Durante a aula prática, a professora observa que alguns alunos ouvintes estão enfrentando dificuldades para usar corretamente os parâmetros, o que está afetando a clareza e a precisão dos sinais que estão produzindo. O que essa professora poderá fazer para auxiliar esses alunos na aprendizagem dos parâmetros em línguas de sinais a fim de que produzam os sinais corretamente? Ela precisa abordar essas dificuldades, adotando diversas estratégias para reforçar o entendimento e a aplicação correta dos parâmetros básicos da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Uma boa estratégia é envolver esses alunos por meio de: – sensibilização: realizar atividades de sensibilização sobre a importância da Libras e a cultura surda, aumentando a empatia e o compromisso dos alunos ouvintes. – parceria de aprendizagem: formar duplas ou grupos mistos de alunos surdos e ouvintes para promover a colaboração e o apoio mútuo durante a aprendizagem. Fonte: BRITO, L. F. Por uma gramática de línguas de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2010. Os dois textos apresentados abordam conhecimentos sobre a fonologia em línguas de sinais e a importância da aplicação correta dos parâmetros na formação dos sinais. Analise a relação entre as duas asserções a seguir: I. O Texto I apresenta a fonologia das línguas de sinais como um campo de estudo que foca na estrutura e organização dos sinais, utilizando parâmetros visuais e espaciais. Isso é análogo à fonologia das línguas orais, que estuda os sons e suas combinações. PORQUE II. O Texto II aborda a preocupação da professora em relação ao aprendizado dos alunos na prática corretados parâmetros da Libras como uma jornada enriquecedora e desafiadora, que requer dedicação, prática e uma abordagem pedagógica bem estruturada. A respeito das asserções, assinale a opção correta: ALTERNATIVAS a) As duas asserções são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. b) A primeira asserção é verdadeira, e a segunda é falsa. c) As duas asserções são verdadeiras, mas a segunda não justifica a primeira. d) A primeira asserção é falsa, e a segunda é verdadeira. e) As duas asserções são falsas.

Resposta correta: c) As duas asserções são verdadeiras, mas a segunda não justifica a primeira.Comentário: O Texto I descreve a

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