AE1 Esportes Complementares – Bacharelado em Educação Física

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Do ponto de vista prático existem muitas possibilidades de intervenção profissional nos esportes de aventura, as quais têm ocorrido com foco no lazer, no turismo e na iniciação esportiva de crianças, jovens e adultos (UVINHA, 2001). Particularmente, o surf, o skateboard, o snowboard, o kitesurf, o windsurf e a escalada esportiva são alguns exemplos de modalidades que já apresentam demanda para uma intervenção no âmbito da formação e do treinamento para competições de alto rendimento. O ensino dos esportes de aventura deve ser facilitador de maneira a auxiliar o praticante na compreensão do seu sentir e da sua relação na esfera da prática em que se está inserido. É importante que o ensino seja reflexivo no que tange à prática pedagógica. Assim, a prática dos esportes de aventura deve, progressiva e cuidadosamente, conduzir o praticante a uma reflexão crítica que o leve à autonomia no usufruto das práticas corporais presentes no universo dos esportes de aventura (BETTI; ZULLIANI, 2002).

Fonte: TRIANI, F. da S.; NASCIMENTO, L. C. do. Princípios metodológicos para o ensino dos esportes de aventura: uma proposta pedagógica. Conexões, Campinas, v. 19, e021037, 2021.

Diante disso, realize a leitura do artigo Princípios metodológicos para o ensino dos esportes de aventura: uma proposta pedagógica disponível em MATERIAL DA DISCIPLINA. O texto apresenta quatro princípios que o professor/treinador precisa adotar para orientar seu processo de ensino dos esportes de aventura, sendo eles: PRINCÍPIO DA INCLUSÃO, PRINCÍPIO DA DIVERSIDADE, PRINCÍPIO DA COMPLEXIDADE e PRINCÍPIO DA ADEQUAÇÃO AO ALUNO. Nesse sentido, pontue as principais características do PRINCÍPIO DA COMPLEXIDADE aplicado nas práticas de esportes de aventura que o artigo aborda.

RESPOSTA da atividade de estudo Esportes Complementares – Bacharelado em Educação Física

 Esse princípio, o da complexidade, quando associado aos esportes de aventura, traz a ideia dos riscos e desafios enfrentados pelos esportistas nesse nível, mostrando os elementos complexos e de variação que devem incluir na prática.

O reconhecimento da variável aventura e desafio, deve ser pontuado de forma que, para que obtenha segurança, deve ter foco, e treino cada vez mais intenso na prática.

Havendo assim, uma progressão das habilidades necessárias, para que o desempenho seja cada vez mais perfeito.

Para isso, os desafios são variados, havendo que unir a paixão com prática e habilidade, uma interação com o meio, natural ou não, que ja tem seu papel de imprevisibilidade.

O esportista deve além disso, se ater a habilidades de resolução de conflitos rápidos, com sensor adaptativo e calma na execução. Demonstrando sua competência na área e sua experiência no esporte completo e de aventura.

Assim, o esportista, deve ser treinado também individualmente, respeitando suas questões e necessidades, abrangendo seu nível de comprometimento e habilidade consistente, sempre lembrando de padrões de segurança, em equipamentos, procedimentos e sequencia de práticas, antes e durante o esporte.

Referências

TRIANI, Felipe da Silva; NASCIMENTO, Claudio do. Princípios metodológicos para o ensino dos esportes de aventura: uma proposta pedagógica. Conexões, Campinas: SP, v. 19, e021037, 2021. ISSN: 1983-9030

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