MAPA Embriologia e Histologia Com Respostas

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1.DEFINA gametogênese.

A gametogênese corresponde ao processo de formação e maturação dos gametas masculinos e femininos a partir das células germinativas. Esse processo envolve sucessivas divisões mitóticas, meiose e diferenciação celular, promovendo a redução do número de cromossomos da condição diploide para haploide e originando células capazes de participar da fecundação. No organismo masculino, ocorre a espermatogênese nos testículos, responsável pela produção dos espermatozoides. No organismo feminino, ocorre a oogênese nos ovários, processo que resulta na formação e maturação do oócito, o qual completa seu desenvolvimento após a fecundação.

2. DESENHE o processo de espermatogênese e de oogênese. Não se esqueça de desenhar os processos completos a partir da espermatogônia e ovogônia (você deve fazer o desenho a própria mão, tirar uma foto e anexar no seu formulário de resposta).

Figura 1 – Esquema do processo de espermatogênese e oogênese.

3. Observe a imagem do oócito secundário humano representado a seguir e IDENTIFIQUE as estruturas apontadas pelos números 1 e 2, respectivamente:

Figura 2 – Estruturas externas do oócito secundário.

1 Zona pelúcida. 2 – Corona radiata, formada por células foliculares que envolvem o oócito secundário (SILVA, 2020).

4. EXPLIQUE pelo menos 3 etapas do processo de fecundação.

1. Passagem pela corona radiata:

Após o processo de capacitação, os espermatozoides adquirem maior capacidade de movimentação e seguem em direção à ampola da tuba uterina, local onde geralmente ocorre a fecundação. Ao alcançar o oócito secundário, eles atravessam as células da corona radiata com o auxílio da motilidade espermática e de enzimas associadas ao acrossoma, como a hialuronidase. Essa enzima contribui para a dispersão das células foliculares, facilitando a aproximação do espermatozoide à zona pelúcida.

2. Penetração da zona pelúcida:

O espermatozoide reconhece e liga-se à zona pelúcida, uma camada glicoproteica que envolve o oócito secundário. Essa interação desencadeia a reação acrossômica, caracterizada pela liberação de enzimas presentes no acrossoma, como a acrosina. Essas substâncias auxiliam na digestão localizada da zona pelúcida, favorecendo sua penetração e permitindo que o espermatozoide se aproxime da membrana plasmática do oócito.

3. Fusão das membranas:

Ocorre, então, a fusão entre a membrana plasmática do espermatozoide e a membrana do oócito, permitindo a incorporação do material genético masculino. Essa interação desencadeia a reação cortical, caracterizada pela liberação do conteúdo dos grânulos corticais. As substâncias liberadas promovem modificações na zona pelúcida, reduzindo sua capacidade de ligação a outros espermatozoides e bloqueando novas penetrações. Esse mecanismo evita a poliespermia e contribui para a manutenção do número adequado de cromossomos no embrião.

4. Formação dos pronúcleos e do zigoto:

Após a fusão dos gametas, o oócito secundário completa a segunda divisão meiótica, originando o óvulo maduro e o segundo corpo polar. Em seguida, o material genético materno organiza-se para formar o pronúcleo feminino. Paralelamente, o núcleo do espermatozoide sofre descondensação e aumenta de volume, constituindo o pronúcleo masculino. Posteriormente, os dois pronúcleos aproximam-se, suas membranas se desorganizam e os cromossomos de origem materna e paterna alinham-se no fuso mitótico, preparando o zigoto para sua primeira divisão celular.

5. EXPLIQUE a função do acrossoma durante o processo de fecundação.

R.

6. DESENHE um espermatozoide, indicando as suas estruturas. (Você deve fazer o desenho a própria mão, tirar uma foto e anexar no seu formulário de resposta).

R.

7. CITE as estruturas que compõem o blastocisto.

R.

8. PONTUE os principais eventos que acontecem na segunda semana de desenvolvimento embrionário.

R.

9. Neste tópico, insira as referências, nas normas da ABNT, que foram utilizadas para elaborar o seu MAPA.

R.

REFERÊNCIAS

SILVA, Camila Girotto da. Embriologia e Histologia. Maringá, PR: UniCesumar, 2020. Reimpresso em 2024. MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N.; TORCHIA, Mark G. Embriologia clínica. São Paulo: Elsevier, 2016

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