O quadro a seguir apresenta os indicadores da doença nos dois bairros. *

Fonte: elaborado pelo professor, 2025.*dados fictícios
Assumindo que todo planejamento em saúde começa com um levantamento epidemiológico da situação. Responda:
A) CALCULE o valor da taxa de prevalência da doença, em percentual, nos Bairros A e B, no período considerado.
A prevalência da dengue no período analisado foi de 21% no Bairro A e de 50% no Bairro B. Para obter esses resultados, dividiu-se o número total de casos registrados pela população de cada bairro e, em seguida, multiplicou-se o valor encontrado por 100.
No Bairro A, o cálculo foi:
2.100 ÷ 10.000 × 100 = 21%
No Bairro B, realizou-se o seguinte cálculo:
2.500 ÷ 5.000 × 100 = 50%
Dessa forma, observa-se que o Bairro B apresentou maior prevalência de dengue, com percentual superior ao dobro do registrado no Bairro A.
B) Considerando os resultados encontrados no item (A), CITE qual dos Bairros teria prioridade na abordagem inicial para possíveis medidas a serem propostas ao Bairro? JUSTIFIQUE sua escolha.
Considerando os resultados obtidos, o Bairro B deve ser priorizado na abordagem inicial, pois apresentou a maior prevalência de dengue no período analisado, correspondendo a 50%, enquanto o Bairro A registrou 21%. Esse resultado demonstra que, proporcionalmente ao número de habitantes, o Bairro B apresentou maior concentração de casos da doença. Embora o Bairro A também apresente fatores de risco relevantes, como condições precárias de saneamento básico, ausência de pavimentação, moradias simples e resistência às orientações da vigilância epidemiológica, a situação do Bairro B mostrou-se mais grave sob o ponto de vista epidemiológico. Além disso, a presença de numerosos terrenos vazios e a dificuldade de acesso para a identificação de focos do Aedes aegypti podem favorecer a permanência de criadouros e a continuidade da transmissão. Dessa forma, recomenda-se que as primeiras ações sejam direcionadas ao Bairro B, incluindo intensificação da vigilância epidemiológica, identificação e eliminação de focos, orientação dos moradores e criação de estratégias que facilitem o acesso aos terrenos vazios.
REFERÊNCIAS
CNN BRASIL. Saúde. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude. Acesso em: 20 mar. 2025.
DEMARCHI, Izabel Galhardo; CHATALOV, Renata Cristina de Souza. Bioestatística e Epidemiologia. Maringá: UniCesumar, 2021.
MELLI, Lígia C. F. L.; WALDMAN, Eliseu A. Temporal trends and inequality in under-5 mortality from diarrhea. Jornal de Pediatria, Rio de Janeiro, v. 85, n. 1, p. 21-27, 2009. Disponível em: https://www.scielo.br/j/jped/a/pVfpcWb6pf3y6CbcrCqxJdK/. Acesso em: 06 maio 2026.
PFIZER. Sua saúde. Disponível em: https://www.pfizer.com.br/sua-saude. Acesso em: 13 mar. 2025.
CLIQUE NO LINK ABAIXO E GARANTA AGORA O SEU MAPA Bioestatística e Epidemiologia com respostas.
Material completo, organizado e pronto para servir como exemplo na sua atividade. Não deixe para depois.
LINK: https://normasacademicas.com/product/mapa-bioestatistica-e-epidemiologia/
