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5ª QUESTÃO Texto IA Libras é uma língua comparável em complexidade e expressividade a qualquer língua oral e, por meio dela, podemos expressar ideias sutis, complexas e abstratas. Ela tem sua própria estrutura gramatical.…Comunicar-se por meio da Libras é "falar" com as mãos. Essa língua é composta por sinais e pela datilologia. Como as demais línguas orais, a Libras é organizada por meio da combinação de elementos mínimos que, agrupados, formam os sinais, assim como os fonemas se agrupam em sílabas para formar palavras nas línguas orais. Fonte: GODOI, E.; LIMA, M. D.; LEITE, L. de S. Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: a formação continuada de professores. 2. ed. Uberlândia: EDUFU, 2021. E-book. Disponível em: https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/34957. Acesso em: 25 jul. 2024.Texto II Quando relacionamos Libras e língua portuguesa, podemos dizer que a Libras é composta por sinais que correspondem às palavras da nossa língua portuguesa. E que a Libras é uma língua rica e complexa, com uma gramática própria e características visuais e espaciais que a diferenciam das línguas orais. Ela desempenha um papel crucial na comunicação e na cultura da comunidade surda brasileira, promovendo inclusão e acessibilidade. ALTERNATIVAS a) Relatar a relação entre Libras e a língua portuguesa revela que a Libras utiliza sinais que equivalem a palavras do português. Contudo, a Libras não é apenas uma substituição direta de palavras por sinais. Assim, a tradução entre Libras e português requer adaptação e interpretação para manter o significado e a estrutura correta de cada língua utilizada. b) A Libras é uma forma simplificada da língua portuguesa, onde os sinais são apenas uma tradução literal das palavras portuguesas. A língua de sinais não tem regras gramaticais específicas e segue a mesma estrutura do português oral. c) A Libras é uma língua secundária do português, onde os sinais são apenas uma representação dos fonemas da língua portuguesa. A Libras segue a mesma gramática e sintaxe do português, apenas com uma forma de comunicação diferente. d) A Libras é simplesmente uma forma de traduzir palavras do português para sinais, sem necessidade de considerar a gramática ou estrutura própria da língua de sinais. Isso significa que qualquer palavra em português tem um sinal correspondente direto e exato em Libras. e) Diferente da língua portuguesa, a Libras é uma língua gestual-espacial, cujos sinais são produzidos no ar e não têm como ser escritos. Assim, a Libras não atinge o status linguístico, pois não é possível estudar uma língua que não tem escrita.
01. UNICESUMAR

5ª QUESTÃO Texto I A Libras é uma língua comparável em complexidade e expressividade a qualquer língua oral e, por meio dela, podemos expressar ideias sutis, complexas e abstratas. Ela tem sua própria estrutura gramatical.…Comunicar-se por meio da Libras é “falar” com as mãos. Essa língua é composta por sinais e pela datilologia. Como as demais línguas orais, a Libras é organizada por meio da combinação de elementos mínimos que, agrupados, formam os sinais, assim como os fonemas se agrupam em sílabas para formar palavras nas línguas orais. Fonte: GODOI, E.; LIMA, M. D.; LEITE, L. de S. Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: a formação continuada de professores. 2. ed. Uberlândia: EDUFU, 2021. E-book. Disponível em: https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/34957. Acesso em: 25 jul. 2024.Texto II Quando relacionamos Libras e língua portuguesa, podemos dizer que a Libras é composta por sinais que correspondem às palavras da nossa língua portuguesa. E que a Libras é uma língua rica e complexa, com uma gramática própria e características visuais e espaciais que a diferenciam das línguas orais. Ela desempenha um papel crucial na comunicação e na cultura da comunidade surda brasileira, promovendo inclusão e acessibilidade. ALTERNATIVAS a) Relatar a relação entre Libras e a língua portuguesa revela que a Libras utiliza sinais que equivalem a palavras do português. Contudo, a Libras não é apenas uma substituição direta de palavras por sinais. Assim, a tradução entre Libras e português requer adaptação e interpretação para manter o significado e a estrutura correta de cada língua utilizada. b) A Libras é uma forma simplificada da língua portuguesa, onde os sinais são apenas uma tradução literal das palavras portuguesas. A língua de sinais não tem regras gramaticais específicas e segue a mesma estrutura do português oral. c) A Libras é uma língua secundária do português, onde os sinais são apenas uma representação dos fonemas da língua portuguesa. A Libras segue a mesma gramática e sintaxe do português, apenas com uma forma de comunicação diferente. d) A Libras é simplesmente uma forma de traduzir palavras do português para sinais, sem necessidade de considerar a gramática ou estrutura própria da língua de sinais. Isso significa que qualquer palavra em português tem um sinal correspondente direto e exato em Libras. e) Diferente da língua portuguesa, a Libras é uma língua gestual-espacial, cujos sinais são produzidos no ar e não têm como ser escritos. Assim, a Libras não atinge o status linguístico, pois não é possível estudar uma língua que não tem escrita.

Resposta correta: a) Relatar a relação entre Libras

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4ª QUESTÃO Durante décadas, o Oralismo foi a abordagem predominante na educação de surdos. Essa metodologia, que focava na fala e proibia o uso da Língua de Sinais, atribuía a responsabilidade pelo sucesso ou fracasso educacional exclusivamente ao indivíduo surdo. O Oralismo influenciou a formação de diversos profissionais, como pedagogos, fonoaudiólogos e otorrinolaringologistas, que foram treinados sob a premissa de que a normalização dos surdos era o objetivo principal. Essa abordagem frequentemente resultou em desafios significativos para os surdos, incluindo dificuldades na comunicação e no aprendizado. Moura (2000) apresenta a história de vida de um surdo profundo brasileiro que recebeu uma escolarização em uma época em que não se tinha a certeza de qual seria a melhor abordagem para a educação dos surdos. Em determinado trecho de seu depoimento, ele diz: ". . .escrevia letras, abecedário. Aprendia mais ou menos a escrever. . .A professora ensinava sempre frases curtas, não ensinava frases compridas. . .por exemplo: A bola é bonita. Nunca ensinava frases grandes. Eu aprendi frases curtas, sempre igual, não avançava. Nunca ouvi nada diferente, nunca aprendi." Fonte: MOURA, M. C. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter, 2000.Considerando o texto-base e as implicações impostas pelo Oralismo nas práticas pedagógicas, avalie as seguintes asserções: I. A experiência do estudante citada por Moura (2000), ao utilizar o "nunca aprendi", corporifica toda a dor e angústia de anos dentro da escola sem conseguir vislumbrar sua real aprendizagem, visto que muitos estudantes surdos não conseguem oralizar bem, mesmo depois de muitas sessões com a fonoaudióloga e, consequentemente, podem fracassar na vida escolar e social. PORQUE II. O texto apresenta o Oralismo como uma das abordagens mais antigas e ideal para a educação de surdos, destacando que a proibição do uso da Língua de Sinais naquele tempo foi necessária por dar ênfase à fala como fundamental para garantir que os surdos se integrem completamente na sociedade ouvinte. A respeito das asserções, assinale a opção correta: ALTERNATIVAS a) A primeira asserção é verdadeira, e a segunda é falsa. b) As duas asserções são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. c) As duas asserções são verdadeiras, mas a segunda não justifica a primeira. d) A primeira asserção é falsa, e a segunda é verdadeira. e) As duas asserções são falsas.
01. UNICESUMAR

4ª QUESTÃO Durante décadas, o Oralismo foi a abordagem predominante na educação de surdos. Essa metodologia, que focava na fala e proibia o uso da Língua de Sinais, atribuía a responsabilidade pelo sucesso ou fracasso educacional exclusivamente ao indivíduo surdo. O Oralismo influenciou a formação de diversos profissionais, como pedagogos, fonoaudiólogos e otorrinolaringologistas, que foram treinados sob a premissa de que a normalização dos surdos era o objetivo principal. Essa abordagem frequentemente resultou em desafios significativos para os surdos, incluindo dificuldades na comunicação e no aprendizado. Moura (2000) apresenta a história de vida de um surdo profundo brasileiro que recebeu uma escolarização em uma época em que não se tinha a certeza de qual seria a melhor abordagem para a educação dos surdos. Em determinado trecho de seu depoimento, ele diz: “. . .escrevia letras, abecedário. Aprendia mais ou menos a escrever. . .A professora ensinava sempre frases curtas, não ensinava frases compridas. . .por exemplo: A bola é bonita. Nunca ensinava frases grandes. Eu aprendi frases curtas, sempre igual, não avançava. Nunca ouvi nada diferente, nunca aprendi.” Fonte: MOURA, M. C. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter, 2000.Considerando o texto-base e as implicações impostas pelo Oralismo nas práticas pedagógicas, avalie as seguintes asserções: I. A experiência do estudante citada por Moura (2000), ao utilizar o “nunca aprendi”, corporifica toda a dor e angústia de anos dentro da escola sem conseguir vislumbrar sua real aprendizagem, visto que muitos estudantes surdos não conseguem oralizar bem, mesmo depois de muitas sessões com a fonoaudióloga e, consequentemente, podem fracassar na vida escolar e social. PORQUE II. O texto apresenta o Oralismo como uma das abordagens mais antigas e ideal para a educação de surdos, destacando que a proibição do uso da Língua de Sinais naquele tempo foi necessária por dar ênfase à fala como fundamental para garantir que os surdos se integrem completamente na sociedade ouvinte. A respeito das asserções, assinale a opção correta: ALTERNATIVAS a) A primeira asserção é verdadeira, e a segunda é falsa. b) As duas asserções são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. c) As duas asserções são verdadeiras, mas a segunda não justifica a primeira. d) A primeira asserção é falsa, e a segunda é verdadeira. e) As duas asserções são falsas.

Resposta correta: a) A primeira asserção é verdadeira,

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3ª QUESTÃO Texto IA história dos surdos produz outros modos de relações de poder, negociações, investidas pela língua de sinais, sua educação e arte. Todos esses aspectos estão passíveis de investigação pela história cultural. Daí surge o desafio contemporâneo de usar essa abordagem para registrar aspectos históricos dos surdos. Nesse contexto, as habilidades exigidas para enfrentar o desafio neste campo de investigação requerem buscas em diferentes autores. Entre eles, Klein e Formozzo (2009) afirmam que a cultura dos surdos “produz identidades surdas e os membros dessas comunidades constroem seus significados a respeito de mundo através da experiência visual”. sic Fonte: KLEIN, M.; FORMOZZO, D. de P. Im/Possibilidades na educação de surdos: discussões sobre currículo e diferença. Currículo sem Fronteiras, v. 9, n. 2, p., 212-225, jul./dez., 2009. Disponível em: https://biblat.unam.mx/hevila/CurriculosemFronteiras/2009/vol9/no2/13.pdf. Acesso: 01 jul. 2024.Texto IIA integração das narrativas surdas na produção do conhecimento é fundamental para a construção de uma sociedade mais equitativa e justa, onde todas as vozes são ouvidas e valorizadas. O campo de estudo da história dos surdos, anteriormente limitado ou negligenciado, está agora crescendo e se tornando mais abrangente, incluindo uma gama diversificada de experiências e novas áreas de interesse. Ao incluir as contribuições dos surdos, promovemos uma visão mais inclusiva da diversidade humana, reconhecendo e valorizando as experiências e perspectivas dos surdos dentro do contexto maior da sociedade. Com base nos textos apresentados sobre a história cultural dos surdos e suas contribuições para a sociedade, identifique as alternativas corretas. I. O reconhecimento das contribuições e experiências dos surdos enriquece a compreensão histórica e promove uma visão mais inclusiva e representativa da diversidade humana. II. A arte surda, incluindo teatro, poesia e artes visuais, desempenha um papel vital na história cultural dos surdos, mas não oferece novas perspectivas para a história cultural dos surdos. III. Movimentos de defesa dos direitos dos surdos têm trabalhado para garantir igualdade de oportunidades, acesso à educação e serviços, e o reconhecimento da sua cultura. IV. Estudos sobre a história cultural dos surdos não têm relevância para o escopo histórico das sociedades, por isso ouvir as vozes surdas e reconhecer suas contribuições não promove a inclusão nem a diversidade. É correto o que se afirma em: ALTERNATIVAS a) I e III, apenas. b) II e IV, apenas. c) III e IV, apenas. d) I e IV, apenas. e) I e II, apenas.
01. UNICESUMAR

3ª QUESTÃO Texto I A história dos surdos produz outros modos de relações de poder, negociações, investidas pela língua de sinais, sua educação e arte. Todos esses aspectos estão passíveis de investigação pela história cultural. Daí surge o desafio contemporâneo de usar essa abordagem para registrar aspectos históricos dos surdos. Nesse contexto, as habilidades exigidas para enfrentar o desafio neste campo de investigação requerem buscas em diferentes autores. Entre eles, Klein e Formozzo (2009) afirmam que a cultura dos surdos “produz identidades surdas e os membros dessas comunidades constroem seus significados a respeito de mundo através da experiência visual”. sic Fonte: KLEIN, M.; FORMOZZO, D. de P. Im/Possibilidades na educação de surdos: discussões sobre currículo e diferença. Currículo sem Fronteiras, v. 9, n. 2, p., 212-225, jul./dez., 2009. Disponível em: https://biblat.unam.mx/hevila/CurriculosemFronteiras/2009/vol9/no2/13.pdf. Acesso: 01 jul. 2024.Texto IIA integração das narrativas surdas na produção do conhecimento é fundamental para a construção de uma sociedade mais equitativa e justa, onde todas as vozes são ouvidas e valorizadas. O campo de estudo da história dos surdos, anteriormente limitado ou negligenciado, está agora crescendo e se tornando mais abrangente, incluindo uma gama diversificada de experiências e novas áreas de interesse. Ao incluir as contribuições dos surdos, promovemos uma visão mais inclusiva da diversidade humana, reconhecendo e valorizando as experiências e perspectivas dos surdos dentro do contexto maior da sociedade. Com base nos textos apresentados sobre a história cultural dos surdos e suas contribuições para a sociedade, identifique as alternativas corretas. I. O reconhecimento das contribuições e experiências dos surdos enriquece a compreensão histórica e promove uma visão mais inclusiva e representativa da diversidade humana. II. A arte surda, incluindo teatro, poesia e artes visuais, desempenha um papel vital na história cultural dos surdos, mas não oferece novas perspectivas para a história cultural dos surdos. III. Movimentos de defesa dos direitos dos surdos têm trabalhado para garantir igualdade de oportunidades, acesso à educação e serviços, e o reconhecimento da sua cultura. IV. Estudos sobre a história cultural dos surdos não têm relevância para o escopo histórico das sociedades, por isso ouvir as vozes surdas e reconhecer suas contribuições não promove a inclusão nem a diversidade. É correto o que se afirma em: ALTERNATIVAS a) I e III, apenas. b) II e IV, apenas. c) III e IV, apenas. d) I e IV, apenas. e) I e II, apenas.

Resposta correta: a) I e III, apenas.Comentário: I

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