
















Leia atentamente as instruções para a realização desta Atividade:
- É obrigatória a utilização deste formulário para a realização do MAPA. A não utilização deste formulário implicará na nota. O formato do arquivo deve ser PowerPoint (.ppt ou .pptx).
- O seu material deve ser elaborado com base nos materiais da disciplina e BNCC.
- Para auxiliar no desenvolvimento de seu material, faça o uso de seu livro didático e de materiais de apoio.
- Seu trabalho deve ser desenvolvido conforme a solicitação da atividade MAPA.
- Esta é uma atividade individual e original. Caso identificado cópia de colegas ou da internet, o trabalho será zerado.
- Formatação exigida: documento PowerPoint e Fonte Arial ou Times New Roman.
- Utilize a cor de fonte preta.
- Critérios de avaliação: Utilização do template; Atendimento ao Tema; Constituição dos argumentos e organização das Ideias; Correção Gramatical; e Adequação às normas sobre referências, sempre com base na ABNT.
*Não deletar estas orientações! Não contar como Slide.
Os museus desempenham um papel crucial e insubstituível no processo de aprendizagem, atuando como
verdadeiros laboratórios de conhecimento para além dos limites da educação formal. Eles se constituem
como instituições alimentadas pelo processo museológico, cujas ações são intrinsecamente educativas,
utilizando o patrimônio cultural como um referencial fundamental para a construção do conhecimento.
Assim, reforça essa visão, classificando os museus como espaços de educação não formal, capazes de
estimular novas capacidades cognitivas e desenvolver a sensibilidade dos sujeitos. Nesses ambientes, o
aprendizado se dá pela vivência e interação direta com objetos e narrativas históricas, permitindo que os
visitantes, especialmente os estudantes, estabeleçam conexões interdisciplinares e compreendam aspectos
concretos de conceitos científicos que, muitas vezes, não são acessíveis em sala de aula.
Essa experiência singular promove o pensamento crítico, a curiosidade e a capacidade de questionar e
reinterpretar o mundo e suas heranças culturais, transformando o museu em um local onde a tradição é
“conhecida, percebida, questionada e reinventada”. Assim, os museus não apenas democratizam o acesso
ao conhecimento e ao patrimônio histórico, mas também capacitam os indivíduos para o exercício da
cidadania, ao inseri-los ativamente na compreensão e valorização de sua cultura.
Analise a situação hipotética: Imagine que você, recém-formado(a) em Licenciatura em Pedagogia, foi
convidado(a) para ministrar uma palestra em um Seminário de Formação Continuada para Professores do
Ensino Médio. Sua missão é demonstrar como os museus podem ser explorados como espaços
pedagógicos potentes para a educação de jovens, focando no desenvolvimento do pensamento crítico, da
cidadania e da valorização do patrimônio cultural. A palestra terá duração de 50 minutos e, para ministrá-la,
você deverá elaborar uma apresentação utilizando o PowerPoint.
O formulário padrão em PowerPoint disponível na pasta Material da Disciplina.
Para realização desta atividade, siga estes passos:
Slide 1:
Preencher o cabeçalho (nome, RA e polo).
Slide 2:
Capa (título: “Museus: Laboratórios Vivos para a Educação de Jovens” e uma imagem ilustrativa de sua
escolha que represente jovens em um museu).
Slides 3, 4 e 5:
Conceitualizando o Museu Educador: Apresentar a visão do museu como espaço de educação não formal
e seu papel no processo de construção do conhecimento para jovens, com base nos conceitos de
Pedagogia Museológica e Educação Patrimonial.
Utilizar uma imagem em um dos slides que ilustre a interação entre jovens e o ambiente museológico.
Slides 6, 7, 8 e 9:
Exemplos Práticos de Intervenção Pedagógica: Apresentar dois exemplos concretos (podem ser situações
fictícias, mas realistas) de como um pedagogo poderia desenvolver atividades em um museu com jovens,
evidenciando a relação entre a teoria e a prática.
§ Exemplo 1: Uma oficina que utilize objetos históricos do acervo para estimular o debate sobre questões
sociais contemporâneas (ex: desigualdade, migração), fomentando o pensamento crítico e a conexão com a
cidadania.
§ Exemplo 2: Um projeto em que jovens sejam desafiados a criar uma “exposição interativa” sobre a
história local do seu bairro, a partir de elementos do cotidiano, utilizando o museu como suporte para
pesquisa e curadoria, promovendo a valorização do patrimônio cultural e a autoria juvenil. Utilizar uma imagem para cada exemplo que ilustre a atividade proposta.
Slides 10, 11 e 12:
Impacto na Formação Integral: Discutir a importância dos museus na formação integral de jovens, com
ênfase em como contribuem para o desenvolvimento do pensamento crítico, da cidadania ativa e da
valorização cultural, complementando o ensino formal. Mencione a relevância de uma “rede de interação”
entre museus e escolas.
Utilizar uma imagem em um dos slides que simbolize o desenvolvimento integral do jovem.
Slides 13 e 14:
Considerações Finais: Realizar uma breve retomada dos aspectos principais da apresentação, reforçando o
potencial transformador dos museus na educação de jovens e o papel estratégico do pedagogo nessa
articulação.
Slide 15:
Referências: Listar todos os materiais utilizados (incluindo os dois documentos fornecidos para a atividade)
e as fontes das imagens.
Para finalizar, realizar a entrega da ATIVIDADE no ambiente studeo e uma cópia em uma ESCOLA
FUNDAMENTAL SERIES FINAIS OU ENSINO MÉDIO.
Atenção:
Caso tenha dúvidas, entre em contato com sua professora mediadora pela ferramenta “Fale com o
Mediador”.
Faça o download do FORMULÁRIO PADRÃO – localizado no ícone MATERIAL DA DISCIPLINA, em seu
Studeo –, realize a atividade neste arquivo e, em seguida, faça o envio.
Esta é uma atividade que envolve fundamentação teórica para elaboração das respostas, portanto atentese à necessidade de apresentar as referências utilizadas.
Acesse a Sala do Café, pois nela foram disponibilizadas informações detalhadas para realização desta
atividade, dentre elas um vídeo do professor com orientações de como realizar o MAPA.
Formatar a atividade conforme as normas da ABNT (citações, referências, fonte Arial ou Times New
Roman).
Para anexar o arquivo na atividade, clique sobre o botão “Selecionar arquivo”. Após anexar o trabalho e
certificar-se de que se trata do arquivo correto, clique no botão “Responder” e, posteriormente, em
“Finalizar”. Após “Finalizar a atividade”, NÃO SERÁ POSSÍVEL reenviá-la ou realizar qualquer modificação
no arquivo enviado.
O arquivo pode ser enviado uma única vez, portanto se certifique de que ele está finalizado antes de
enviar. Após a finalização, não é possível fazer alterações e/ou substituição do arquivo.
Prática Pedagógica: ambientes não-formais.
- Acadêmico(a): Normas Acadêmicas
- R.A.:
- Polo:
BONS ESTUDOS!
MUSEUS: LABORATÓRIOS VIVOS PARA A EDUCAÇÃO DE JOVENS

O MUSEU COMO ESPAÇO DE EDUCAÇÃO NÃO FORMAL
O museu é um ambiente de aprendizagem não formal, ou seja, fora dos moldes tradicionais da escola, mas igualmente potente na formação de sujeitos críticos e conscientes. Ele oferece experiências sensoriais, afetivas e intelectuais que estimulam o diálogo entre passado, presente e futuro.
- Não formal: não segue currículo rígido, mas promove aprendizagem significativa.
- Interativo: permite que os jovens explorem, questionem e construam saberes por meio da observação, da escuta e da participação.

PEDAGOGIA MUSEOLÓGICA
A Pedagogia Museológica propõe que o museu seja mais do que um repositório de objetos — ele deve ser um agente educativo ativo, que dialoga com os visitantes e promove reflexão.
- Educação centrada no sujeito: o jovem é protagonista da experiência.
- Mediação cultural: educadores atuam como facilitadores, estimulando o pensamento crítico.
- Experiência estética e cognitiva: o contato com obras e objetos desperta emoções e saberes
EDUCAÇÃO PATRIMONIAL
A Educação Patrimonial valoriza o patrimônio cultural como fonte de identidade, memória e cidadania. No museu, ela se concretiza ao aproximar os jovens de bens culturais, históricos e artísticos.
- Reconhecimento do patrimônio como parte da vida cotidiana.
- Desenvolvimento da consciência crítica sobre preservação e pertencimento.
- Formação cidadã: ao compreender o valor do patrimônio, o jovem se torna agente de transformação social.
EXEMPLO 1: OFICINA COM OBJETOS HISTÓRICOS
Projeto: Passado e Presente em Diálogo
DESCRIÇÃO:
Jovens do ensino médio participam de uma oficina no museu onde objetos históricos são utilizados como ponto de partida para debater temas atuais como migração, desigualdade social e identidade cultural.
OBJETIVOS:
- Estimular o pensamento crítico.
- Promover empatia e cidadania.

- Relacionar o patrimônio histórico com questões contemporâneas.
EXEMPLO 2: EXPOSIÇÃO INTERATIVA SOBRE O BAIRRO
Projeto: Meu Bairro, Minha História
DESCRIÇÃO:
Os jovens são desafiados a criar uma exposição interativa sobre a história do seu bairro. Eles coletam objetos do cotidiano, relatos de moradores e registros fotográficos, e utilizam o museu como espaço de pesquisa, curadoria e apresentação.
OBJETIVOS:
- Valorizar o patrimônio cultural local.
- Desenvolver autoria juvenil.

- Estimular pesquisa e expressão criativa.
PENSAMENTO CRÍTICO E FORMAÇÃO INTEGRAL
Museus como espaços de reflexão ativa:
- Estimulam o questionamento, a interpretação de contextos históricos e a análise de diferentes narrativas.
- Exposições temáticas e oficinas educativas promovem o desenvolvimento da autonomia intelectual.
- A mediação cultural favorece o diálogo entre o acervo e a realidade dos jovens.
CIDADANIA ATIVA E VALORIZAÇÃO CULTURAL
Museus como agentes de transformação social:
- Incentivam o reconhecimento da diversidade cultural e o respeito às identidades locais.
- Projetos de Educação Patrimonial aproximam os jovens de suas raízes e histórias comunitárias.
- A vivência museológica fortalece o sentido de pertencimento e a responsabilidade social.
REDE DE INTERAÇÃO: MUSEUS E ESCOLAS
Importância da articulação institucional:
- A parceria entre museus e escolas permite planejamento conjunto de visitas, projetos e oficinas.
- Cria uma rede de aprendizagem contínua, que ultrapassa os limites da sala de aula.
- Fortalece o papel do pedagogo como mediador entre o currículo escolar e os espaços culturais.

RETOMADA DOS POSTOS-CHAVE
Ao longo desta apresentação, refletimos sobre o papel dos museus como espaços pedagógicos potentes para a educação de jovens. Vimos que, ao atuarem como ambientes de educação não formal, os museus oferecem experiências significativas que estimulam o pensamento crítico, promovem a cidadania ativa e valorizam o patrimônio cultural. Através da Pedagogia Museológica e da Educação Patrimonial, é possível transformar o acervo em ferramenta viva de aprendizagem, conectando passado e presente, teoria e prática.
ENCERRAMENTO
O museu, quando compreendido como laboratório vivo, torna-se um território fértil para a escuta, a criação e o pertencimento. Cabe ao pedagogo reconhecer esse potencial e construir pontes entre os saberes escolares e os saberes culturais, ampliando as possibilidades de formação integral dos jovens.
Educar, nesse sentido, é também cultivar memória, identidade e consciência social. É permitir que os jovens se vejam como sujeitos históricos, capazes de transformar o mundo a partir da valorização de sua própria cultura e da construção coletiva do conhecimento.
Referências
ESPAÇO DO CONHECIMENTO UFMG. Museus como Espaços de Educação Não Formal. Espaço do conhecimento, s.d. Disponível em: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/museus-como-espacos-de-educacao-nao-formal/. Acesso em: 5 nov. 2025.
COSTA, Rafaella Montenegro do Amaral; COUTINHO, Diógenes José Gusmão. A Importância dos Museus na Formação Educativa e Cultural. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação — REASE, v. 11, n. 8, 2025. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/20710. Acesso em: 5 nov. 2025.
ALMENDRA, Renata Silva; LIMA, Valdemar de Assis. A Dimensão Educativa dos Museus: o tempo, a memória e o encantamento. Revista Museologia & Interdisciplinaridade, v. 14, n. 27, 2025. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/museologia/issue/view/3060. Acesso em: 5 nov. 2025.
![1) O paciente J.S.C., 56 anos, está internado na UTI após complicações com o infarto agudo do miocárdio. Como se encontra intubado e sob ventilação mecânica, é necessário acompanhar os parâmetros ventilatórios e químicos do paciente. Para isso, amostras de sangue arterial são coletadas e analisadas no exame de gasometria. No último exame, os resultados foram pH = 7,27; pCO2 = 18 mmHg; pO2 = 81 mmHg; sO2 = 95%; [HCO3-] = 8 mM. Baseado nos resultados do último exame de gasometria do paciente J.S.C., assinale a alternativa correta. ________________________________________ Alternativas: • a) O paciente J.S.C. apresenta um quadro de alcalemia, em um processo de alcalose metabólica, pois a produção de ácido láctico durante o infarto agudo do miocárdio induziu uma produção excessiva de íon bicarbonato. • b) Devido à acidemia e à hipocapnia, a equipe interpretou o quadro do paciente como acidose respiratória. Para corrigir esse desequilíbrio ácido-base, a frequência respiratória do paciente foi reduzida para aumentar a pCO2. • c) A equipe interpretou os resultados da gasometria como um processo de alcalose respiratória, pois o paciente apresenta reduções da pCO2 e da concentração plasmática de íons bicarbonato. • d) Com o infarto agudo do miocárdio, houve um consumo do CO2 para neutralizar o excesso de ácido láctico produzido pelo miocárdio em anóxia. Por isso, a redução de pCO2 presente na gasometria. • e) Baseando-se nos resultados da gasometria, a equipe interpretou que o paciente apresentava um quadro de acidose metabólica, como pode ser visto pelas reduções da pCO2 e da [HCO3-]. 2) As proteínas são polímeros lineares construídos a partir de unidades monoméricas chamadas de aminoácidos, os quais são unidos ponta a ponta. A sequência dos aminoácidos ligados uns aos outros é chamada de estrutura primária. De maneira notável, as proteínas se dobram espontaneamente em estruturas tridimensionais, determinadas pela sequência de aminoácidos no polímero proteico. A estrutura tridimensional formada pelas pontes de hidrogênio entre os aminoácidos próximos uns dos outros é chamada de estrutura secundária, enquanto a estrutura terciária é formada por interações de longa distância entre os aminoácidos. A função da proteína depende diretamente desta estrutura tridimensional. Portanto, as proteínas são a personificação da transição de um mundo unidimensional de sequências para um mundo tridimensional de moléculas capazes de realizar diversas funções. Muitas proteínas têm estruturas quaternárias, em que a proteína funcional é composta por várias cadeias polipeptídicas. Considerando o texto da questão, analise as seguintes afirmativas: I - A estrutura primária não determina o padrão de dobramento da proteína. II - Nas estruturas terciária e quaternária, as proteínas são funcionais. III - A estrutura tridimensional independe das interações entre os aminoácidos. Considerando as informações apresentadas, é correto o que se afirma em: ________________________________________ Alternativas: • a) I, apenas. • b) II, apenas. • c) III, apenas. • d) I e III, apenas. • e) I, II e III. 3) Os monossacarídeos ou açúcares simples são as menores unidades de açúcar que não podem ser hidrolisadas em carboidratos mais simples. Os monossacarídeos, compostos de função orgânica mista, são constituídos por um esqueleto carbônico de 3 a 7 carbonos. A seguir, uma ilustração da estrutura de dois monossacarídeos. Fonte: elaborado pelo autor. Com base nas informações do texto e da figura, além dos seus conhecimentos sobre o assunto, assinale a alternativa correta. ________________________________________ Alternativas: • a) O monossacarídeo A tem 5 átomos de carbono no esqueleto carbônico e o grupo químico aldoxila. Por isso, o monossacarídeo A é classificado como pentose e aldose. • b) O monossacarídeo B possui 6 carbonos na sua estrutura carbônica e a função orgânica é aldeído. Por isso, o monossacarídeo B é classificado como hexose e aldose. • c) O monossacarídeo A e o monossacarídeo B são hexoses, porém o primeiro é uma aldose, enquanto o segundo é uma cetose. • d) O grupo químico destacado pelo círculo no monossacarídeo A é uma carboxila, por isso, esse açúcar é ácido, um tipo modificado encontrado nos glicosaminoglicanos. • e) O monossacarídeo A e o monossacarídeo B são hexoses, porém o primeiro é uma cetose, enquanto o segundo é uma aldose. 4) Após a fosforilação da glicose, em uma reação catalisada pela enzima hexocinase, a glicose-6-fosfato pode ser utilizada por várias vias metabólicas, como a glicogênese, a oxidação pela via da pentose-fosfato e oxidação pela glicólise. Esta última é a primeira etapa da oxidação completa da glicose para a produção de energia, sendo as duas outras etapas, a oxidação do piruvato e o ciclo do ácido cítrico. A glicólise tem duas fases, a preparatória e de pagamento. Em relação à glicólise, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I. A glicólise é um conjunto de reações químicas que ocorre apenas nas células eucarióticas e em condições exclusivamente aeróbicas. Na fase preparatória da glicólise, são formadas duas moléculas de ATP, além dos elétrons resultantes da oxidação que são transferidos para formar NADPH. Na fase de pagamento, ocorre gasto de energia para clivagem da glicose para formação de duas moléculas de piruvato. PORQUE II. As reações químicas da glicólise ocorrem no citosol, não necessitando das mitocôndrias nem de oxigênio, por isso essa via metabólica é encontrada em todos os seres vivos, de bactérias aos seres humanos. Na fase preparatória, são usadas duas moléculas de ATP para fosforilação e, portanto, há gasto de energia. Na fase de pagamento, ocorrem a formação de ATP e a transferência de elétrons para NAD+ para formação de NADH. A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta. ________________________________________ Alternativas: • a) As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas II não justifica a I. • b) As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II justifica a I. • c) A asserção I é uma proposição falsa e a II, verdadeira. • d) A asserção I é uma proposição verdadeira e a II, falsa. • e) As asserções I e II são proposições falsas. 5) Na fosforilação oxidativa, as reações de oxirredução possibilitam o fluxo de elétrons de NADH e FADH2 para o oxigênio. O fluxo de elétrons ocorre em quatro grandes complexos proteicos que estão inseridos na membrana interna da mitocôndria e juntos são denominados cadeia respiratória ou cadeia de transporte de elétrons. Três desses complexos proteicos utilizam a energia liberada pelo fluxo de elétrons para gerar um gradiente de pH e um potencial elétrico transmembrana que, por sua vez, geram a força próton-motriz. Essa força gera um fluxo de prótons, cuja energia é utilizada para formação de ATP. Portanto, a oxidação das fontes energéticas e a fosforilação do ADP para formar ATP são acopladas por um gradiente de prótons através da membrana mitocondrial interna. Considerando as informações apresentadas e os seus conhecimentos sobre o assunto, é correto o que se afirma em: ________________________________________ Alternativas: • a) NADH transfere os seus elétrons para os Complexos I, III e IV, enquanto FADH2 transfere seus elétrons para Complexo II. A partir desses complexos proteicos, os elétrons, após a ativação das bombas de prótons, são transferidos para o gás oxigênio. • b) O gás oxigênio é considerado o aceptor final de elétrons, pois neutraliza os elétrons no final da cadeia respiratória. Porém, em uma situação de anóxia, a ubiquinona e o citocromo c podem atuar como aceptores finais de elétrons para a continuidade da fosforilação oxidativa. • c) O fluxo de elétrons pela cadeia respiratória gera um gradiente eletroquímico de prótons através da membrana interna da mitocôndria que, por sua vez, gera um fluxo de prótons cuja energia é utilizada pela ATP-sintase para a formação de ATP. • d) A atividade de bombas de prótons dos Complexos I, III e IV depende da energia fornecida pelo ATP. Com isso, os elétrons são bombeados para a matriz mitocondrial, para reagirem com o gás oxigênio para a formação da água. • e) O fluxo de elétrons gera um gradiente de pH transmembrana, porém não há diferenças de concentração de prótons entre o espaço intermembranoso e a matriz mitocondrial. Por isso, a força próton-motriz é baixa para a produção de ATP.](https://normasacademicas.com/wp-content/uploads/2025/12/CAPA-25-300x214.png)

