Conforme as funções da CPU de um CLP, demonstre cinco passos existentes entre o desenvolvimento do projeto de controle e a execução dele por parte do CLP.

Índice

1: Planejamento do controle e definição da infraestrutura

Antes de programar, o livro reforça que a solução envolve a interação entre sensores, controlador e atuadores, exigindo tanto hardware quanto software adequados. Ou seja, parte-se do problema do processo para então definir a arquitetura de controle que dará suporte à programação.

2: Seleção do CLP e da CPU, com dimensionamento de I O

Com o tipo de aplicação em mente, escolhe-se a plataforma: bases compactas ou modulares, observando número de pontos de entrada e saída, possibilidade de expansão, facilidade de manutenção e requisitos elétricos. A CPU é o módulo que armazenará e executará o programa; os cartões de I O fazem o “interfaceamento” com o processo por meio de entradas e saídas digitais e analógicas, adequando sinais de sensores e atuadores ao formato que o microprocessador consiga ler e escrever.

3: Endereçamento e mapeamento de entradas e saídas

No software, nomeiam-se e mapeiam-se as I O para que cada ponto do processo seja reconhecido pela CPU durante a execução. Essa etapa faz a “ponte” entre o mundo físico e as variáveis do controlador, garantindo que o que o sensor envia e o que o atuador recebe corresponde exatamente ao que a lógica vai ler e comandar.

4: Implementação da lógica de controle e organização em etapas

Com as I O mapeadas, o próximo passo é programar a lógica que resolve o problema no ambiente do CLP, podendo usar Ladder e estruturas em etapas/transições típicas de SFC GRAFCET. O livro destaca o “First Scan”, um bit de sistema que muda de estado apenas no primeiro ciclo de varredura, útil para inicializar o processo na etapa E0 quando o CLP entra em RUN ou é energizado. Também há recomendações sobre otimização de algoritmo e tempo de execução para melhor desempenho.

5: Gravação, simulação validação e execução cíclica pela CPU

Finalizada a lógica, grava-se o programa na CPU e valida-se por simulação antes de instalar no processo. Em RUN, ocorre o First Scan e a CPU passa a executar o ciclo de máquina em alta velocidade: varrer entradas, processar o programa e atualizar saídas, repetidamente. O livro ilustra a simulação das etapas, o comportamento do First Scan e o uso de memórias internas para controle e intertravamentos, tudo antes de colocar o sistema em operação real.

Resumo do encadeamento segundo o livro

Planeja-se a solução e define-se a infraestrutura hardware software do controle, escolhe-se o CLP e a CPU com os módulos de I O apropriados, mapeiam-se as entradas e saídas no projeto, implementa-se a lógica em Ladder SFC com atenção a recursos como o First Scan e memórias internas, valida-se por simulação e, em RUN, a CPU executa continuamente o ciclo de leitura de entradas, processamento e atualização de saídas.

Em uma esteira, você mapeia o sensor de presença da peça como entrada digital e o inversor do motor como saída. Programa a sequência em etapas: ao detectar a peça, liga o motor e, após um tempo, aciona a próxima transição. Ao colocar o CLP em RUN, o First Scan garante a etapa inicial E0; a CPU passa a simular e, depois, executar no processo real essa lógica de forma cíclica, com intertravamentos para segurança quando necessário.

GENTILIN, F. A. Automação Industrial. Maringá: UniCesumar, 2020.

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