A vaginose bacteriana relaciona-se ao desequilíbrio da microbiota vaginal; Gardnerella vaginalis atua em sinergia com anaeróbios. Fonte: OLIVEIRA, A. B. et al. Prevalência de Gardnerella e Mobiluncus… Rev. Paraense de Medicina, v. 21, n. 4, 2007. Alternativas A coloração de Gram mostra bacilos gram-negativos longos e finos como principal achado. O teste de Whiff consiste em adicionar peróxido de hidrogênio a 15%. O principal sintoma clínico é corrimento límpido e denso, com consistência de pomada. O diagnóstico definitivo é feito unicamente por cultura em ágar chocolate. A presença de “clue cells” em esfregaço vaginal corado é um dos critérios diagnósticos mais importantes.

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Gabarito: Alternativa 5.

Comentário: “Clue cells” (células epiteliais recobertas por cocobacilos) são critério de Amsel para vaginose bacteriana. O “whiff test” usa KOH a 10%, não H₂O₂ a 15%. O corrimento típico é fino, homogêneo, acinzentado e com odor fétido; cultura não é padrão-ouro, e bacilos longos/finos sugerem Mobiluncus.

RESPOSTA COMPLETA: ATIVIDADE 2 – MICROBIOLOGIA CLINICA – 53/2025

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