
Após a implementação das ações sugeridas por você, as causas de NVA (não valor agregado) 1 e 2 foram reduzidas em 25%, a causa 3 em 40% e as causas 4 e 5 em 35%. Nessas condições, qual é o novo valor final do percentual do VA (valor agregado) após a implementação das ações? (Utilizar duas casas decimais no cálculo).
| Causa NVA | % Atual | A reduzir | % a reduzir | Novo % Após Redução |
| 1. Falta de Formação | 5 | 25% | 5 × 25% = 1,25 | 5 – 1,25 = 3,75% |
| 2. Falta de Coordenação | 10 | 25% | 10 × 25% = 2,50 | 10 – 2,50 = 7,50% |
| 3. Deslocamentos Inúteis | 5 | 40% | 5 × 40% = 2,00 | 5 – 2,00 = 3,00% |
| 4. Falta de Planejamento | 15 | 35% | 15 × 35% = 5,25 | 15 – 5,25 = 9,75% |
| 5. Falta de Preparação | 10 | 35% | 10 × 35% = 3,50 | 10 – 3,50 = 6,50% |
| Total NVA | 45 | Ou seja, 30,50% |
PLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO
As coisas não vão muito bem na manutenção e você, então, seleciona 5 equipamentos com suas respectivas informações (conseguidas a parir de entrevistas com pessoas da operação e da manutenção). Estes são os equipamentos selecionados:
Equipamento 1 – Envasadora: Este equipamento é solicitado 16 h/dia. O seu histórico mostra em média 3 falhas por ano, cujo impacto pode gerar interrupções de até 2,5 horas no processo. O tempo médio de reparo é de 2,5 hora, com custo menor que R$2.000,00 e o equipamento não afeta segurança, porém, tem impacto moderado em relação a qualidade, podendo gerar perdas internas.
Equipamento 2 – Misturador: Este equipamento é solicitado 24 h/dia. O seu histórico mostra em média 2 falhas por semestre, cujo impacto interfere em parte do processo, mas não gera parada total da produção. O tempo de reparo é de 2 a 3 horas, com custo médio de R$1.500,00 e o equipamento não afeta qualidade nem segurança.
Equipamento 3 – Compressor de ar: Este equipamento é solicitado de 8 a 10 h/dia. O seu histórico mostra em média 10 falhas por ano, cujo impacto extrapola o equipamento, ou seja, gera parada do processo produtivo por falta de ar comprimido para os equipamentos, que possuem muitos acionamentos pneumáticos. O tempo médio de reparo é de 2 a 4 horas, com custo das falhas relativamente alto (por parar o processo fabril constantemente acima de 3 horas), e o equipamento não afeta segurança e qualidade.
Equipamento 4 – Laminador: Este equipamento é solicitado 24 h/dia. O seu histórico mostra em média 4 falhas por ano, porém com parada de todo o processo. O tempo de reparo é de 2 a 3 horas, com custo menor que R$800,00 e o equipamento não afeta segurança, meio ambiente e qualidade.
Equipamento 5 – Esteira Transportadora: Este equipamento é solicitado 12 h/dia. O seu histórico mostra em média 2 falhas por ano, cujo impacto interfere em parte do processo, gerando perdas, com tempo sem produção menor que 1 hora. O tempo médio de reparo é menor que 2 horas, com custo abaixo de R$1.000,00. O equipamento não afeta segurança e meio ambiente, porém afeta gravemente a qualidade do produto, gerando reclamações internas.
3.a. Utilize o algoritmo a seguir e classifique a criticidade destes equipamentos em A, B e C.

Claro! Abaixo está a resposta reescrita e melhorada com uma linguagem mais fluida, evitando repetições, mantendo os mesmos dados, mas organizando a informação de forma mais clara e profissional — ideal para apresentar em um relatório, site acadêmico ou atividade:
Análise de Criticidade dos Equipamentos
Equipamento 1 – Envasadora
- Segurança: Não apresenta risco à segurança operacional.
- Qualidade: Gera impacto moderado, com perdas internas durante falhas.
- Indisponibilidade: Provoca interrupções de até 2h30min, classificando-se na faixa de 1h a 3h.
- MTBF: Média de 3 falhas por ano, indicando uma falha a cada 4 meses.
- Impacto no processo: Não ocasiona paralisação total da linha.
- Frequência de falhas: Moderada (3 falhas anuais).
- Tempo de reparo: Aproximadamente 2,5 horas (acima de 2h).
- Custo de manutenção: Inferior a R$2.000.
➡ Criticidade: B – Exige atenção, mas não compromete o processo como um todo.
Equipamento 2 – Misturador
- Segurança: Não oferece risco à operação.
- Qualidade: Sem impacto significativo.
- Indisponibilidade: Não causa parada geral da produção.
- MTBF: Ocorrência de 2 falhas por semestre (4/ano).
- Impacto no processo: Interfere parcialmente na rotina produtiva.
- Frequência de falhas: Moderada, com 4 falhas anuais.
- Tempo de reparo: Entre 2 e 3 horas.
- Custo de manutenção: Aproximadamente R$1.500.
➡ Criticidade: B – Situação controlada, mas com necessidade de prevenção para evitar agravamento.
Equipamento 3 – Compressor de Ar
- Segurança: Sem impacto direto.
- Qualidade: Nenhuma interferência registrada.
- Indisponibilidade: Causa parada total da planta por mais de 3 horas.
- MTBF: Alta incidência – 10 falhas ao ano, ou cerca de uma por mês.
- Impacto no processo: Interrompe completamente o processo produtivo.
- Frequência de falhas: Alta frequência.
- Tempo de reparo: De 2 a 4 horas.
- Custo de manutenção: Considerado elevado.
➡ Criticidade: A – Alto impacto operacional, requer ações imediatas de controle e redução de falhas.
Equipamento 4 – Laminador
- Segurança: Nenhuma interferência registrada.
- Qualidade: Sem impacto relevante.
- Indisponibilidade: Gera parada total da produção.
- MTBF: Em torno de 4 falhas por ano.
- Impacto no processo: Afeta completamente o processo produtivo.
- Frequência de falhas: Média (uma falha a cada 3 meses).
- Tempo de reparo: Entre 2 e 3 horas.
- Custo de manutenção: Abaixo de R$800.
➡ Criticidade: B – Compromete a produção quando falha, mas o custo e frequência são administráveis.
Equipamento 5 – Esteira Transportadora
- Segurança: Não representa risco.
- Qualidade: Pode gerar impactos sérios, com registros de reclamações internas.
- Indisponibilidade: Tempo sem produção inferior a 1 hora.
- MTBF: Baixa frequência de falhas (2 ao ano).
- Impacto no processo: Interferência parcial.
- Frequência de falhas: Considerada baixa.
- Tempo de reparo: Inferior a 2 horas.
- Custo de manutenção: Menor que R$1.000.
Criticidade: C – Risco controlado, com baixo custo e rápida recuperação.
REFERÊNCIA:
SENAI. Manutenção industrial. 1. ed. Brasília: SENAI/DN, 2022.
![1) O paciente J.S.C., 56 anos, está internado na UTI após complicações com o infarto agudo do miocárdio. Como se encontra intubado e sob ventilação mecânica, é necessário acompanhar os parâmetros ventilatórios e químicos do paciente. Para isso, amostras de sangue arterial são coletadas e analisadas no exame de gasometria. No último exame, os resultados foram pH = 7,27; pCO2 = 18 mmHg; pO2 = 81 mmHg; sO2 = 95%; [HCO3-] = 8 mM. Baseado nos resultados do último exame de gasometria do paciente J.S.C., assinale a alternativa correta. ________________________________________ Alternativas: • a) O paciente J.S.C. apresenta um quadro de alcalemia, em um processo de alcalose metabólica, pois a produção de ácido láctico durante o infarto agudo do miocárdio induziu uma produção excessiva de íon bicarbonato. • b) Devido à acidemia e à hipocapnia, a equipe interpretou o quadro do paciente como acidose respiratória. Para corrigir esse desequilíbrio ácido-base, a frequência respiratória do paciente foi reduzida para aumentar a pCO2. • c) A equipe interpretou os resultados da gasometria como um processo de alcalose respiratória, pois o paciente apresenta reduções da pCO2 e da concentração plasmática de íons bicarbonato. • d) Com o infarto agudo do miocárdio, houve um consumo do CO2 para neutralizar o excesso de ácido láctico produzido pelo miocárdio em anóxia. Por isso, a redução de pCO2 presente na gasometria. • e) Baseando-se nos resultados da gasometria, a equipe interpretou que o paciente apresentava um quadro de acidose metabólica, como pode ser visto pelas reduções da pCO2 e da [HCO3-]. 2) As proteínas são polímeros lineares construídos a partir de unidades monoméricas chamadas de aminoácidos, os quais são unidos ponta a ponta. A sequência dos aminoácidos ligados uns aos outros é chamada de estrutura primária. De maneira notável, as proteínas se dobram espontaneamente em estruturas tridimensionais, determinadas pela sequência de aminoácidos no polímero proteico. A estrutura tridimensional formada pelas pontes de hidrogênio entre os aminoácidos próximos uns dos outros é chamada de estrutura secundária, enquanto a estrutura terciária é formada por interações de longa distância entre os aminoácidos. A função da proteína depende diretamente desta estrutura tridimensional. Portanto, as proteínas são a personificação da transição de um mundo unidimensional de sequências para um mundo tridimensional de moléculas capazes de realizar diversas funções. Muitas proteínas têm estruturas quaternárias, em que a proteína funcional é composta por várias cadeias polipeptídicas. Considerando o texto da questão, analise as seguintes afirmativas: I - A estrutura primária não determina o padrão de dobramento da proteína. II - Nas estruturas terciária e quaternária, as proteínas são funcionais. III - A estrutura tridimensional independe das interações entre os aminoácidos. Considerando as informações apresentadas, é correto o que se afirma em: ________________________________________ Alternativas: • a) I, apenas. • b) II, apenas. • c) III, apenas. • d) I e III, apenas. • e) I, II e III. 3) Os monossacarídeos ou açúcares simples são as menores unidades de açúcar que não podem ser hidrolisadas em carboidratos mais simples. Os monossacarídeos, compostos de função orgânica mista, são constituídos por um esqueleto carbônico de 3 a 7 carbonos. A seguir, uma ilustração da estrutura de dois monossacarídeos. Fonte: elaborado pelo autor. Com base nas informações do texto e da figura, além dos seus conhecimentos sobre o assunto, assinale a alternativa correta. ________________________________________ Alternativas: • a) O monossacarídeo A tem 5 átomos de carbono no esqueleto carbônico e o grupo químico aldoxila. Por isso, o monossacarídeo A é classificado como pentose e aldose. • b) O monossacarídeo B possui 6 carbonos na sua estrutura carbônica e a função orgânica é aldeído. Por isso, o monossacarídeo B é classificado como hexose e aldose. • c) O monossacarídeo A e o monossacarídeo B são hexoses, porém o primeiro é uma aldose, enquanto o segundo é uma cetose. • d) O grupo químico destacado pelo círculo no monossacarídeo A é uma carboxila, por isso, esse açúcar é ácido, um tipo modificado encontrado nos glicosaminoglicanos. • e) O monossacarídeo A e o monossacarídeo B são hexoses, porém o primeiro é uma cetose, enquanto o segundo é uma aldose. 4) Após a fosforilação da glicose, em uma reação catalisada pela enzima hexocinase, a glicose-6-fosfato pode ser utilizada por várias vias metabólicas, como a glicogênese, a oxidação pela via da pentose-fosfato e oxidação pela glicólise. Esta última é a primeira etapa da oxidação completa da glicose para a produção de energia, sendo as duas outras etapas, a oxidação do piruvato e o ciclo do ácido cítrico. A glicólise tem duas fases, a preparatória e de pagamento. Em relação à glicólise, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I. A glicólise é um conjunto de reações químicas que ocorre apenas nas células eucarióticas e em condições exclusivamente aeróbicas. Na fase preparatória da glicólise, são formadas duas moléculas de ATP, além dos elétrons resultantes da oxidação que são transferidos para formar NADPH. Na fase de pagamento, ocorre gasto de energia para clivagem da glicose para formação de duas moléculas de piruvato. PORQUE II. As reações químicas da glicólise ocorrem no citosol, não necessitando das mitocôndrias nem de oxigênio, por isso essa via metabólica é encontrada em todos os seres vivos, de bactérias aos seres humanos. Na fase preparatória, são usadas duas moléculas de ATP para fosforilação e, portanto, há gasto de energia. Na fase de pagamento, ocorrem a formação de ATP e a transferência de elétrons para NAD+ para formação de NADH. A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta. ________________________________________ Alternativas: • a) As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas II não justifica a I. • b) As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II justifica a I. • c) A asserção I é uma proposição falsa e a II, verdadeira. • d) A asserção I é uma proposição verdadeira e a II, falsa. • e) As asserções I e II são proposições falsas. 5) Na fosforilação oxidativa, as reações de oxirredução possibilitam o fluxo de elétrons de NADH e FADH2 para o oxigênio. O fluxo de elétrons ocorre em quatro grandes complexos proteicos que estão inseridos na membrana interna da mitocôndria e juntos são denominados cadeia respiratória ou cadeia de transporte de elétrons. Três desses complexos proteicos utilizam a energia liberada pelo fluxo de elétrons para gerar um gradiente de pH e um potencial elétrico transmembrana que, por sua vez, geram a força próton-motriz. Essa força gera um fluxo de prótons, cuja energia é utilizada para formação de ATP. Portanto, a oxidação das fontes energéticas e a fosforilação do ADP para formar ATP são acopladas por um gradiente de prótons através da membrana mitocondrial interna. Considerando as informações apresentadas e os seus conhecimentos sobre o assunto, é correto o que se afirma em: ________________________________________ Alternativas: • a) NADH transfere os seus elétrons para os Complexos I, III e IV, enquanto FADH2 transfere seus elétrons para Complexo II. A partir desses complexos proteicos, os elétrons, após a ativação das bombas de prótons, são transferidos para o gás oxigênio. • b) O gás oxigênio é considerado o aceptor final de elétrons, pois neutraliza os elétrons no final da cadeia respiratória. Porém, em uma situação de anóxia, a ubiquinona e o citocromo c podem atuar como aceptores finais de elétrons para a continuidade da fosforilação oxidativa. • c) O fluxo de elétrons pela cadeia respiratória gera um gradiente eletroquímico de prótons através da membrana interna da mitocôndria que, por sua vez, gera um fluxo de prótons cuja energia é utilizada pela ATP-sintase para a formação de ATP. • d) A atividade de bombas de prótons dos Complexos I, III e IV depende da energia fornecida pelo ATP. Com isso, os elétrons são bombeados para a matriz mitocondrial, para reagirem com o gás oxigênio para a formação da água. • e) O fluxo de elétrons gera um gradiente de pH transmembrana, porém não há diferenças de concentração de prótons entre o espaço intermembranoso e a matriz mitocondrial. Por isso, a força próton-motriz é baixa para a produção de ATP.](https://normasacademicas.com/wp-content/uploads/2025/12/CAPA-25-300x214.png)

