2.b. Avaliando os números de produtividade da manutenção no dia a dia, você chegou aos valores mostrados na figura a seguir, que indicam um percentual de VA de 55% e de NVA de 45%:

Índice

Após a implementação das ações sugeridas por você, as causas de NVA (não valor agregado) 1 e 2 foram reduzidas em 25%, a causa 3 em 40% e as causas 4 e 5 em 35%. Nessas condições, qual é o novo valor final do percentual do VA (valor agregado) após a implementação das ações? (Utilizar duas casas decimais no cálculo).

Causa NVA% AtualA reduzir% a reduzirNovo % Após Redução
1. Falta de Formação525%5 × 25% = 1,255 – 1,25 = 3,75%
2. Falta de Coordenação1025%10 × 25% = 2,5010 – 2,50 = 7,50%
3. Deslocamentos Inúteis540%5 × 40% = 2,005 – 2,00 = 3,00%
4. Falta de Planejamento1535%15 × 35% = 5,2515 – 5,25 = 9,75%
5. Falta de Preparação1035%10 × 35% = 3,5010 – 3,50 = 6,50%
Total NVA45   Ou seja, 30,50%

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO

As coisas não vão muito bem na manutenção e você, então, seleciona 5 equipamentos com suas respectivas informações (conseguidas a parir de entrevistas com pessoas da operação e da manutenção). Estes são os equipamentos selecionados:

Equipamento 1 – Envasadora: Este equipamento é solicitado 16 h/dia. O seu histórico mostra em média 3 falhas por ano, cujo impacto pode gerar interrupções de até 2,5 horas no processo. O tempo médio de reparo é de 2,5 hora, com custo menor que R$2.000,00 e o equipamento não afeta segurança, porém, tem impacto moderado em relação a qualidade, podendo gerar perdas internas.

Equipamento 2 – Misturador: Este equipamento é solicitado 24 h/dia. O seu histórico mostra em média 2 falhas por semestre, cujo impacto interfere em parte do processo, mas não gera parada total da produção. O tempo de reparo é de 2 a 3 horas, com custo médio de R$1.500,00 e o equipamento não afeta qualidade nem segurança.

Equipamento 3 – Compressor de ar: Este equipamento é solicitado de 8 a 10 h/dia. O seu histórico mostra em média 10 falhas por ano, cujo impacto extrapola o equipamento, ou seja, gera parada do processo produtivo por falta de ar comprimido para os equipamentos, que possuem muitos acionamentos pneumáticos. O tempo médio de reparo é de 2 a 4 horas, com custo das falhas relativamente alto (por parar o processo fabril constantemente acima de 3 horas), e o equipamento não afeta segurança e qualidade.
 
Equipamento 4 – Laminador: Este equipamento é solicitado 24 h/dia. O seu histórico mostra em média 4 falhas por ano, porém com parada de todo o processo. O tempo de reparo é de 2 a 3 horas, com custo menor que R$800,00 e o equipamento não afeta segurança, meio ambiente e qualidade.

Equipamento 5 – Esteira Transportadora: Este equipamento é solicitado 12 h/dia. O seu histórico mostra em média 2 falhas por ano, cujo impacto interfere em parte do processo, gerando perdas, com tempo sem produção menor que 1 hora. O tempo médio de reparo é menor que 2 horas, com custo abaixo de R$1.000,00. O equipamento não afeta segurança e meio ambiente, porém afeta gravemente a qualidade do produto, gerando reclamações internas.

3.a. Utilize o algoritmo a seguir e classifique a criticidade destes equipamentos em A, B e C.


Claro! Abaixo está a resposta reescrita e melhorada com uma linguagem mais fluida, evitando repetições, mantendo os mesmos dados, mas organizando a informação de forma mais clara e profissional — ideal para apresentar em um relatório, site acadêmico ou atividade:


Análise de Criticidade dos Equipamentos

Equipamento 1 – Envasadora

  • Segurança: Não apresenta risco à segurança operacional.
  • Qualidade: Gera impacto moderado, com perdas internas durante falhas.
  • Indisponibilidade: Provoca interrupções de até 2h30min, classificando-se na faixa de 1h a 3h.
  • MTBF: Média de 3 falhas por ano, indicando uma falha a cada 4 meses.
  • Impacto no processo: Não ocasiona paralisação total da linha.
  • Frequência de falhas: Moderada (3 falhas anuais).
  • Tempo de reparo: Aproximadamente 2,5 horas (acima de 2h).
  • Custo de manutenção: Inferior a R$2.000.
    Criticidade: B – Exige atenção, mas não compromete o processo como um todo.

Equipamento 2 – Misturador

  • Segurança: Não oferece risco à operação.
  • Qualidade: Sem impacto significativo.
  • Indisponibilidade: Não causa parada geral da produção.
  • MTBF: Ocorrência de 2 falhas por semestre (4/ano).
  • Impacto no processo: Interfere parcialmente na rotina produtiva.
  • Frequência de falhas: Moderada, com 4 falhas anuais.
  • Tempo de reparo: Entre 2 e 3 horas.
  • Custo de manutenção: Aproximadamente R$1.500.
    Criticidade: B – Situação controlada, mas com necessidade de prevenção para evitar agravamento.

Equipamento 3 – Compressor de Ar

  • Segurança: Sem impacto direto.
  • Qualidade: Nenhuma interferência registrada.
  • Indisponibilidade: Causa parada total da planta por mais de 3 horas.
  • MTBF: Alta incidência – 10 falhas ao ano, ou cerca de uma por mês.
  • Impacto no processo: Interrompe completamente o processo produtivo.
  • Frequência de falhas: Alta frequência.
  • Tempo de reparo: De 2 a 4 horas.
  • Custo de manutenção: Considerado elevado.
    Criticidade: A – Alto impacto operacional, requer ações imediatas de controle e redução de falhas.

Equipamento 4 – Laminador

  • Segurança: Nenhuma interferência registrada.
  • Qualidade: Sem impacto relevante.
  • Indisponibilidade: Gera parada total da produção.
  • MTBF: Em torno de 4 falhas por ano.
  • Impacto no processo: Afeta completamente o processo produtivo.
  • Frequência de falhas: Média (uma falha a cada 3 meses).
  • Tempo de reparo: Entre 2 e 3 horas.
  • Custo de manutenção: Abaixo de R$800.
    Criticidade: B – Compromete a produção quando falha, mas o custo e frequência são administráveis.

Equipamento 5 – Esteira Transportadora

  • Segurança: Não representa risco.
  • Qualidade: Pode gerar impactos sérios, com registros de reclamações internas.
  • Indisponibilidade: Tempo sem produção inferior a 1 hora.
  • MTBF: Baixa frequência de falhas (2 ao ano).
  • Impacto no processo: Interferência parcial.
  • Frequência de falhas: Considerada baixa.
  • Tempo de reparo: Inferior a 2 horas.
  • Custo de manutenção: Menor que R$1.000.
    Criticidade: C – Risco controlado, com baixo custo e rápida recuperação.


REFERÊNCIA:

SENAI. Manutenção industrial. 1. ed. Brasília: SENAI/DN, 2022.

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